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Pioneiro absoluto do Death/Thrash Metal e uma das bandas mais influentes da história do metal mundial, o Mortification anuncia oficialmente seu retorno aos palcos, com uma turnê pela América Latina.

Os shows, que celebram a obra de seu fundador Steve Rowe, acontecem após mais de uma década de completa hibernação da banda, forçada pelo estado de saúde de seu líder e fundador.

Definitivamente aposentado dos palcos, Steve passa o bastão para uma nova geração que levará a bandeira do Mortification adiante. Para a difícil missão de assumir o posto de frontman e baixista, o Mortification recrutou um gigante do gênero: Luke Renno, do Crimson Thorn.

A formação que acompanhará Renno é composta por músicos que passaram por diferentes fases do Mortification:

Lincoln Bowen: guitarrista do grupo entre 1996-2001 e 2011-2016.

Mick Jelinic: guitarrista do grupo entre 2002-2011.

Jayson Sherlock: baterista do Mortification entre 1990-1993.

A turnê e a nova formação recebem a benção de Steve Rowe, que supervisionará detalhes diversos do projeto, como escolha do setlist, identidade visual e muito mais. 

Para esta turnê de retorno aos palcos, duas bandas de abertura foram escaladas: Terraphobia da Austrália e Antidemon do Brasil. 

A produção executiva da turnê é da En Hakkore Rec, produtora responsável pelas recentes turnês das bandas Stryper, Petra, P.O.D, Demon Hunter, Bride, Narnia, Rob Rock e Divinefire. 

No Brasil, os ingressos são vendidos pela Clube do Ingresso. Link na bio dos perfis @enhakkore.rec e @mortification.live.

17.2 Recife @downtownrecife
19.2 Belo Horizonte @misterrockbar
20.2 São Paulo @burninghousesp
21.2 Curitiba @basementcultural

Informações para os demais shows na América Latina serão anunciados por produtores locais nos próximos dias.
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O último final de semana reforçou uma certeza em mim: a alma do Heavy Metal reside no underground. O coração mais fiel está lá. Quem vive essa cena não apenas consome música; já transcendeu limites e atingiu um nível de experiência diferente na cultura Metal. O underground prega um senso de união e camaradagem raro de se encontrar hoje em dia. Não é discurso vazio, é uma realidade. Eu tenho um respeito profundo por essa ‘galera do rolê’ (como falam aqui em São Paulo) — fãs e bandas — gente que mantém essa chama acesa. Fortalecer o underground e seus profissionais não é apenas uma escolha, deve ser o compromisso de todos que realmente amam o Heavy Metal. Um por todos, todos por um! ⚔️
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