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Filmes selecionados — Mostra Competitiva Brasileira de Curtas

🎬 Kakxop Pahok: As Crianças Cegas, de Charles A. P. Bicalho e Cassiano Maxakali
Quando os homens de uma aldeia desaparecem durante uma caçada, as mulheres reorganizam suas vidas e relações. O retorno deles encontra uma comunidade profundamente transformada.

🎬 Mais um Dia, de Vinícius Silva
Na Amazônia, Leonora Maia transforma látex em folhas artesanais destinadas à exportação. O filme acompanha seu cotidiano e encontra, nos pequenos gestos, relações entre trabalho, floresta e permanência no território.

🎬 Notas do Abismo, de Gabraz Sanna
Uma conversa iniciada em 1557 atravessa o tempo e se torna ponto de partida para uma viagem em direção ao futuro.

🎬 Repense o Lixo, de Cintya Hornburg Di Fiore
Em Jaraguá do Sul, o caminho dos resíduos revela o trabalho de pessoas e empresas ligadas à reciclagem e à compostagem e mostra como o descarte correto pode gerar renda e reduzir o impacto ambiental.

🎬 Som das Serras, de Eduarda Araújo
Nas serras de Sant’Ana e Formiga, no Seridó Potiguar, comunidades convivem com os impactos e as ameaças de grandes intervenções sobre territórios marcados por outros modos de vida.

O Festival VR Ambiental acontece de 22 a 27 de setembro, em Volta Redonda. A programação para estudantes será nos dias 22 e 23, na ETPC, e as sessões gratuitas abertas ao público acontecem de 25 a 27, no GACEMSS.

O Festival VR Ambiental, sob direção de @marco_antonio_pereira_, é uma produção da @urbano_filmes, em parceria com a @ecofalante e coprodução com a Cavídeo. Na curadoria, @andrea.cals, @saulofrosa e @elianneomena. Com júri de @danibroitman e @caviborges_oficial. Na equipe de produção e design, @ale.palma.ale e @eliisa.cheris. Na produção local @iapcultural, com @belaoliveiira1, @caiiocs e @igorandradee.
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Confluência de Olhos D’Água

Refletir sobre o estado do Rio Pinheiros, e de todos os rios urbanos brasileiros, é também questionar quais populações são ou não bem-vindas à essas margens. 

A arte é risco.
E coragem foi essencial para continuar.

Tenho disponibilidade para tocar no intocável, e só poderia fazer isso junto de quem estava ali antes das grandes avenidas que desqualificam pessoas e adoram coisas.

Assim como quase todas as grandes cidades do mundo, São Paulo sonha em dominar o tempo, modular a natureza e descaracterizar a cultura para transformá-la em padrão lucrativo.

Este trabalho rompe com essa lógica.
Propõe encontro.
Propõe diálogo.

O que chamamos hoje de Rio Pinheiros é apenas uma parte dessas águas.

O rio também é o lençol freático, a nascente, o olho D’ÁGUA que brota do chão. 

Equipe: 
Direção e roteiro Keila-Sankofa 
Paramento/Aparição/Performance - Cabeça de Cabaças 
Pesquisa e produção - Caynã Pankararu 
Direção de fotografia - Mariane Nunes
Montagem - Vinícius Silva
Câmera - Caio Mazzilli Jeferson Santos 
Fotografia Still -Vitória Sales 
Fotografia Still - Júlio César Almeida                                                                      Agradecimento especial a Presidente da Associação SOS PankararuClarice PankararuCuradoria “Confluência dos Olhos D’Água” Gabriela de Matos e Raphael Bento 
Curadoria Geral - Gabriela de Matos, Paula Alzugaray, Raphael Bento e João Paulo Quintella 
Produção - Camila Siqueira  e Françoise Fillon
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