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Na reta final do segundo turno não dá pra ficar em cima do muro.

Entrevistamos dois artistas e uma banda que se mostraram ativos nas redes quanto ao ativismo, fazendo duas perguntas: Qual ação o músico pode tomar num período tão crítico como o que vivemos, e por quais motivos um artista se omitiria nesse momento?

É importante expor as perspectivas que temos dentro da cultura fluminense, e buscar formas de agregar ao discurso pela democracia, principalmente agora.

📸 @etndler

Link da matéria completa na bio!

Na reta final do segundo turno não dá pra ficar em cima do muro.

Entrevistamos dois artistas e uma banda que se mostraram ativos nas redes quanto ao ativismo, fazendo duas perguntas: Qual ação o músico pode tomar num período tão crítico como o que vivemos, e por quais motivos um artista se omitiria nesse momento?

É importante expor as perspectivas que temos dentro da cultura fluminense, e buscar formas de agregar ao discurso pela democracia, principalmente agora.

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Na reta final do segundo turno não dá pra ficar em cima do muro.

Entrevistamos dois artistas e uma banda que se mostraram ativos nas redes quanto ao ativismo, fazendo duas perguntas: Qual ação o músico pode tomar num período tão crítico como o que vivemos, e por quais motivos um artista se omitiria nesse momento?

É importante expor as perspectivas que temos dentro da cultura fluminense, e buscar formas de agregar ao discurso pela democracia, principalmente agora.

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Na reta final do segundo turno não dá pra ficar em cima do muro.

Entrevistamos dois artistas e uma banda que se mostraram ativos nas redes quanto ao ativismo, fazendo duas perguntas: Qual ação o músico pode tomar num período tão crítico como o que vivemos, e por quais motivos um artista se omitiria nesse momento?

É importante expor as perspectivas que temos dentro da cultura fluminense, e buscar formas de agregar ao discurso pela democracia, principalmente agora.

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Na reta final do segundo turno não dá pra ficar em cima do muro.

Entrevistamos dois artistas e uma banda que se mostraram ativos nas redes quanto ao ativismo, fazendo
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No dia 10/10/2026 (sábado), em meio à explosão de grandes manifestações contra a ascensão da extrema-direita no Brasil, ocorreu mais um ato pacífico no TRE-RJ, esse, em menor escala.

Era a audiência da contagem dos votos para definir o governador do estado do Rio de Janeiro após a anulação da candidatura de Anthony Garotinho. O objetivo dos participantes era de acompanhar a contagem de votos e protestar diante da insatisfação acerca da não realização do segundo turno. 

O acesso era público, mas aos manifestantes foi expresso que não seria permitida a entrada de pessoas vestindo bermudas ou levando cartazes. 

Mesmo que alguns presentes no ato estivessem de acordo com as exigências da portaria, a nenhum foi concedido o direito de entrar no dito Palácio da Democracia para assistir à sessão. 

Durante o protesto, foi permitida a entrada de um homem com um boné do Trump e bandeira dos Estados Unidos e, posteriormente, pessoas usando bermudas e shorts curtos foram vistas deixando o local. 

Foi censurado o ato contra a fraude ocorrida nas eleições no Rio de Janeiro, mas permitiram que o outro lado se manifestasse em favor de quem quer roubar a soberania do nosso país.

Texto por @marimnvs
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VAMOS VIRAR OS VOTOS, VAMOS PROS ATOS, VAMOS ÀS RUAS. PARTICIPEM DAS MANIFESTAÇÕES ACONTECENDO NAS SUAS CIDADES. NÃO É HORA PARA TER MEDO NEM VERGONHA DE SE MANIFESTAR E LUTAR PELO SEU PAÍS. 

OS JOVENS BRASILEIROS ESTÃO COMBATENDO O FASCISMO HÁ DÉCADAS. AGORA É A NOSSA VEZ.

Muito obrigada a todos os artistas pelo apoio:

@sophiachablau 
@tangolomangos 
@walfredo.simbiose 
@banda_pelados 
@quedalivreee 
@nigeriafutebolclube 
@ouricoourico 
@sutilmodelonovo 
@linha.2 
@chickonoise 
@ratazanasinsanas 
@poserconcert 
@retorikabanda_ 
@acidogato 
@_morrida_ 
@abandamaniaca 
@bandaomolho 
@adaga_exe 
@bandacaravana 
@porventura.banda 
@banda_bicho 
@parmegianosss 
@cinzerogrind 
@kubanakhan 
@abandasinestesia 
@ocidentaisoficial 
@temporabanda
@trashnostar_banda
@ericdwo
@meiofio.banda
@ozymandias.ozymandias
@barbudosmalaios
@_pivetedeareia_
@margemoficial 
@gastacaoinfinita 
@chococornbanda 
@sonho.liquido
@hoovaranas
@staysafeofc
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Gravar um primeiro álbum, EP ou single pode ser uma pressão absurda, tanto psicológica quanto financeira. No segundo episódio da série Sobrevivendo Independente, investigamos os bastidores da gravação do primeiro álbum ou projeto de bandas e artistas da cena, para entender suas escolhas estéticas e estruturais, como lidaram com as dificuldades e o que de fato importa nesse debut.

Os entrevistados da vez foram Gabriel Nunes (@gabriel_umbriel) da banda Ozymandias (@ozymandias.ozymandias), Eduardo Andrade (@abelamagre) da dupla A casa mais estranha não tem número (@acasamaisestranha), Leonardo Justino, fundador da @caninha.recs, além de personagens recorrentes da última matéria, a banda Sutil Modelo novo (@sutilmodelonovo) e Alvaro Mendes (@alvaromndx) da Drogma (@_drogma).

A matéria completa tá no link da bio!
#indiebrasil
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