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A Rua Sargento Hermes Ferreira Ramos, localizada no bairro da Bela Vista, é conhecida popularmente como a “Volta de Zé Leal”. Na década de 1960, era a principal porta de entrada de Campina Grande para quem vinha do Sertão paraibano, uma vez que ainda não existiam as ruas Arrojado Lisboa e Rodrigues Alves.

Agradeço ao nosso amigo e seguidor Sandro Moretti @sousasousagalo pela excelente sugestão.
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O poeta CHICO PEDROSA, filho de Guarabira-PB, é desses homens que nasceram com a alma bordada de versos e o coração enraizado na terra nordestina. Um poeta que colhe palavras no roçado da vida, transforma lembranças em poesia e faz da fala simples do nosso povo uma verdadeira obra de arte.

Sua grandeza o coloca na mesma estante iluminada onde repousam os versos imortais de Leandro Gomes de Barros, Catulo da Paixão Cearense, Patativa do Assaré, Zé da Luz, Zé Laurentino e Orlando Tejo — gigantes que souberam enxergar poesia na poeira das estradas, nos causos contados à sombra dos alpendres, na sabedoria dos matutos e nas alegrias e tristezas de uma gente que aprendeu a resistir sem perder a ternura nem o riso.

Afinal, há poetas que escrevem versos, e há aqueles que escrevem a alma de um povo. Chico Pedrosa pertence a essa última estirpe, a dos que fazem da poesia uma morada para a memória, a cultura e a eternidade do Nordeste.

Créditos: Vídeo reprodução do Canal no YouTube “Projeto Cantos & Versos”. 

@projetocantosversos1707
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Por trás de cada registro, existe um olhar atento aos detalhes, criatividade e dedicação para transformar momentos em boas histórias. Mas, quando a bancada está cheia de comida, o videomaker também precisa garantir a qualidade da produção… e conferir de perto o material!

Brincadeiras à parte, cada trabalho é uma oportunidade de criar, inovar e entregar conteúdo com personalidade.

Seu evento, sua marca, sua história. Eu transformo tudo isso em vídeo!

Videomaker | @andersonassuncaoficial
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“Podemos até dizer que antes da “civilização do couro” de que fala Capistrano de Abreu, Campina Grande, e somente ela na capitania, experimentou a influência da “civilização da farinha” (...) No primeiro século de colonização, a farinha contribuiu admiravelmente para o progresso campinense. Ela foi a primeira etapa da evolução comercial, e, graças a ela, na aldeia se criou “freguesia” e se erigiu “vila” - Epaminondas Câmara - Os Alicerces de Campina Grande.

“Se eclesiasticamente esteve Campina dezenove anos subordinada a Nossa Senhora dos Milagres (S. João do Cariri), também o esteve judicialmente, por menor prazo, catorze anos” - Elpídio de Almeida - História de Campina Grande.

Portanto, em 20 de abril de 1790, ao ser Campina elevada à condição de Vila, alcançamos a nossa emancipação.

“Campina NÃO adquiriu sua emancipação (...) em 11 de outubro de 1864” - Vanderley de Brito - Jornal do Instituto Histórico de Campina Grande.

Foto de São João do Cariri: Acervo de Vandilo de Farias Brito Sobrinho
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Se eu amo contar essas histórias, imagina falar daquilo que vivi na minha infância?

É como voltar no tempo e sentir novamente o cheiro, os sabores e as emoções de uma época que permanece guardada dentro de mim.

Contar essas lembranças tem o mesmo sabor de uma xícara de café bem quente e forte, acompanhada de um pão francês, generosamente melado de manteiga e assado na chapa, num daqueles finais de tarde que pareciam não ter pressa de acabar.

Porque algumas memórias não envelhecem. Elas apenas ganham o sabor do tempo.
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