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Artista Potiguar
| GALO (FEST RN / 14° F. Nacional do Piauí)
| Time de Dois (2021) 🎬
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por uma geologia que compreenda o corpo: quando as pedras cantam suas memórias 

ruínas de alcântara, maranhão 
direção criativa: transkurumim e gabriell lopes
fotografia e tratamento de imagem: transkurumim
direção de corpo: thasio igor 
@ato.artivista
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Conheça um pouco dos residentes do Planejar o Fracasso ✦

Thasio Igor — São Gonçalo do Amarante / RN

Artista da cena e licenciado em Teatro pela UFRN, Thasio constrói uma trajetória entre o teatro, o audiovisual e a produção cultural.

Em GALO (2026), investiga as camadas de memória e os símbolos coloniais de São Gonçalo do Amarante/RN a partir de uma perspectiva poética, política e ancestral.

O barro e a tradição ceramista da região aparecem como matéria e metáfora para reescrever histórias. Em cena, seu corpo negro e dissidente encontra artefatos ancestrais e tensiona as fronteiras entre monumento, documento e memória.

Mas por que GALO?

Em São Gonçalo foi criada uma peça de cerâmica conhecida como Galo Branco de Dona Neném, que se tornou um dos símbolos do folclore potiguar.

Na obra, Thasio propõe uma espécie de “depenagem” desse galo: retirar o adorno para reencontrar sua estrutura, questionar a rigidez do monumento, quebrar sua “brancura” e revelar o barro vermelho.

O símbolo é desmontado para poder contar outra história.

A jarra e o banco utilizados em cena pertenceram ao cotidiano de seus antepassados. Carregando as marcas reais de seus usos, esses objetos recusam a condição de simples adereço e se encontram com o corpo do artista como arquivos vivos de memória.

GALO reivindica o direito de ser galinha, de ser bicha, de ser barro que não aceita a forma do opressor.

O solo tem direção e coreografia de Alexandre Américo e dramaturgia de Jefferson Alberto.

✦ Em breve, mais sobre os artistas que chegam a Alcântara para o Planejar o Fracasso..
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Anúncio das pessoas selecionadas

Agradecemos profundamente a generosidade de cada pessoa artista que compartilhou conosco seus projetos, trajetórias, dúvidas e desejos. Recebemos propostas de diferentes territórios e campos de atuação, atravessadas pelas artes da cena, pela música, pela educação, pela pesquisa e pela articulação social.

Cada inscrição foi lida com atenção e cuidado. O processo de seleção não considerou apenas a potência individual dos trabalhos, mas também a formação do grupo, os diálogos possíveis entre práticas distintas e as condições específicas desta imersão. Nem todo projeto encontra, neste momento, o contexto mais adequado para se desenvolver aqui — e isso não diminui sua força, sua urgência ou sua importância.

As pessoas selecionadas compõem um grupo diverso em territórios, experiências e modos de fazer. São artistas e articuladores que chegam de diferentes regiões do país, trazendo pesquisas que se cruzam pela criação, pela escuta, pelo corpo, pela memória e pela construção coletiva.

Uma convocatória nunca termina apenas no resultado. Cada inscrição amplia nosso campo de atenção e faz surgir possíveis redes, encontros e colaborações futuras. Mesmo quando nem todas as pessoas podem estar juntas nesta edição, algo permanece em movimento.

É com alegria que anunciamos as pessoas selecionadas para esta imersão:

Micaela Cyrino — São Paulo, SP
Keila Sankofa — Manaus, AM
Pantera Black — São Luís, MA
Amorí — Recife, PE
TRANSKURUMIM — Manaus, AM
Gabriell Lopez — São Luís, MA
Henrique Nascimento — Vitória, ES
Thasio Igor — São Gonçalo do Amarante, RN

Que este encontro possa fortalecer trajetórias, fazer circular conhecimentos e abrir novos caminhos para imaginar e criar coletivamente.

Equipe de seleção 
@rafael.rg
@sereionerd
@_iwosan
@ato.artivista
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[OFICINA DE TEATRO]
O Drama Documentário Como Possibilidade de Formação de Plateia

SOBRE A OFICINA
Essa oficina parte da ideia de que a sua história importa — e pode virar cena. A gente vai trabalhar com autoescrita, autoficção e teatro documental para transformar vivências, memórias, conversas, objetos e até coisas aparentemente pequenas do cotidiano em material de criação. Não é sobre “atuar bem” ou inventar algo distante, mas sobre olhar para o que você vive, sente e lembra, e experimentar formas de colocar isso no papel e no corpo, misturando realidade e invenção. Nesse processo, escrever para o teatro vira também um jeito de se entender, de se posicionar e de contar histórias que quase nunca ganham espaço, fazendo da cena um lugar onde a gente pode falar por si e sobre o mundo em que vive.

DATAS: 25/04, 09, 16 e 23/05

HORÁRIO: 08h às 12h

LOCAL: CEEP - Centro Estadual de Educação Profissional Professora Djanira Brasilino de Souza (Rua Estrela do Leste, n° 445, Nossa Senhora da Apresentação)

Esta oficina contará com intervenções sobre acessibilidade com a @dialogicaacessibilidade e terá emissão de certificado para os(as) participantes:

Este projeto está sendo realizado por meio dos recursos provenientes do Programa Aldir Blanc de Fomento a Cultura através da Fundação José Augusto, Secretaria de Estado da Cultura. Governo do Estado do Rio Grande do Norte, Ministério da Cultura e Governo Federal 

Inscrições até 15/04/2026

Faça já a sua inscrição!!!
Link na Bio (Alexandre Antas)

Essa publicação possui #textoalternativo Card com fundo preto granulado, de divulgação da oficina de teatro intitulada “O drama documentário como possibilidade de formação de plateia”, com Alexandre Antes. A oficina ocorrerá aos sábados, das 8h às 12h, nos dias 25/04, 09/05, 16/05 e 23/05. No topo, o título, seguido por tarjas brancas à esquerda, que destacam os dias e horários. À direita, há uma fotografia de Alexandre, um homem pardo de cabeça raspada e barba cheia preta. Ele usa óculos de grau, camisa branca e segura um microfone. No rodapé, em destaque na cor vermelha, estão as logomarcas.
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O domingo (15) no FEST RN foi marcado pela força da cena potiguar no palco do Teatro Alberto Maranhão (@teatroalbertomaranhao.oficial).

Encerrando a noite, o artista de Parnamirim Quemuel Costa (@quemuelc) apresentou o espetáculo “Azul Miró”, em uma performance marcada por sensibilidade, poesia e presença cênica.

Antes, o ator Thasio Igor (@thasioigor), de São Gonçalo do Amarante, apresentou ao público a mostra de processo “Galo”, compartilhando caminhos, experimentações e reflexões sobre seu processo criativo.

Após a apresentação, o público participou de uma mediação e bate-papo sobre o processo artístico, conduzido pela atriz potiguar Fernanda Cunha (@fernandacunhan) e pelo artista de São Paulo Venâncio Cruz (@venanciocruz).

O FEST RN segue movimentando a Ribeira com uma programação diversa, gratuita e aberta ao público, celebrando encontros, processos e a potência da cena contemporânea.

📸 @jotasemx 

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O 1º FEST – Festival de Solos Teatrais do Rio Grande do Norte é uma realização da S.E.M. Cia. de Teatro, da Fundação José Augusto, da Secretaria de Estado da Cultura do Rio Grande do Norte, do Governo do Estado do Rio Grande do Norte, do Sistema Nacional de Cultura, da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura, do Ministério da Cultura e do Governo Federal, bem como da Prefeitura do Natal, por meio do Programa Djalma Maranhão, e da Unimed Natal. O projeto conta com a produção da POSS Comunicação e Cultura.

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Descrição das imagens:
Carrossel de fotos com registros do domingo (15) no FEST RN, no Teatro Alberto Maranhão, em Natal/RN. As imagens mostram momentos do espetáculo “Azul Miró”, de Quemuel Costa, da mostra de processo “Galo”, de Thasio Igor, do bate-papo mediado por Fernanda Cunha e Venâncio Cruz, além de registros do público acompanhando a programação do festival.
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