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[Open Slits • Naked Vulture]

Direção, fotografia e montagem:
Nicolas Eppinger e Ravi Isfer

[Naked Vulture]

Vocais: Cleber Pimenta & Victor Silva

Guitarra: Renan Soares
Baixo: Vinicius Graeml

Bateria: Lucas Gomes 

[Open Slits]
Engenheiro de som, mix e master: 
Vitor Pinheiro • Estudio Gramofone

[Feito inteiramente por seres humanos]

MMXXVI • VIDRO.
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Vou separar a legenda em partes pq não cabe tudo em uma só kkkkkk se possível, leiam pq significa muito pra mim 🥹🙏

Desde a minha infância, a música sempre me encantou de um jeito indescritível. Acredito que por volta dos meus 8 anos de idade, ao fuçar nas coisas de casa, encontrei um teclado antigo dentro de uma maletona que ficava meio escondida no ático daqui de casa. Me lembro deste dia até hoje. Lembro de como meus olhos brilharam vendo aquele teclado de 49 teclas e com centenas de possibilidades de timbres diferentes: era um Casio CT-470. Lembro que a primeira coisa que eu tentei fazer foi tirar de ouvido a melodia de “amar não é pecado” do Luan Santana KKKK porque a música tava bombando na época e eu me lembrava da melodia de cabeça, e logo depois que tirei essa melodia, peguei o riff de “smoke on the water” só com as notas sendo tocadas individualmente. A partir desse momento, um dos meus passatempos de infância passou a ser tirar melodias de ouvido.

No quarto ano, entrei para o grupo vocal do Positivo e, por uns 2 anos, tive essa experiência de cantar em grupo e apresentar junto ao coral da escola no auditório do Teatro Positivo. Tenho muitos agradecimentos aos meus professores da escola por todos os ensinamentos e experiências, mas agradeço principalmente meu pai @marcelinoaraujo, que foi uma grande inspiração e que sempre acreditou em mim.

Com o tempo, a música foi tomando um papel secundário na minha vida até se tornar algo que eu só consumia. Passei a treinar natação competitivamente e, a partir deste momento, meu tempo passou a ser escasso.

Em 2021 entrei na faculdade de Direito e, após perceber que eu não conseguiria seguir com a natação competitiva e a faculdade simultaneamente, decidi que ia  competir só até o final daquele ano. Junto a isso, a chama da música começou a se acender dentro de mim novamente. Comecei a compor músicas com estética 8-bit pelo famoso GarageBand no meu celular, e mesmo com um conhecimento teórico quase nulo (sabendo só nomes de notas e olhe lá kkkkk), compus várias músicas pensando em um RPG hipotético na vibe dos The Legend of Zelda antigos.

Ao parar de nadar com 18 anos (2022), decidi que ia começar algo que son
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