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Agosto começa com meu aniversário e termina com o aniversário do meu pai. Ele se foi quando eu tinha 15 anos, idade que o Teo tem hoje. Ressignificar agosto e ressignificar minha vida é tarefa diária. Honrar a pessoa incrível que ele foi e a família digna e linda que ele construiu conosco é tarefa diária. Escolhi viver com leveza e alegria, apesar dos pesares, o que só é possível porque tive os melhores exemplos, porque tenho a rede mais sensacional de amigos ao meu lado, porque a ética do trabalho me constituiu desde cedo e hoje tenho o privilégio de trabalhar com o que me realiza e onde sinto que consigo fazer diferença e, principalmente, porque tenho meus filhotes renovando todos os dias a minha fé na vida. Por tudo isso, aprendi a cuidar mais de mim e sou a síntese daquele meme da jovem que só faltou beber gasolina e hoje é feliz trocando balada por corrida às 6h da manhã. Na verdade, pena que demorou, rsrs… então esse registro do mês de agosto não é pra pesar o clima, mas para que eu venha aqui sempre que precisar renovar minhas forças. E lembrar que o amor é sempre a resposta - ainda bem, sou transbordantemente boa nisso! Obrigada, amigos. 🙏🏽🥹❤️
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Muito boa noite a todos ❤️🙋🏻‍♂️❤️🙋🏻‍♂️❤️🙋🏻‍♂️!

Sei que ainda faltam muitos, Eu sei 😔😔😔, sei sim 😔😔😔, que ainda falta uma porção gigante a evoluir, desgrudar suas pernas e movimentar-se pelas pradarias de Bertz Wood Art 😏😏😏...

...mas acontece...; alguma vezes, cabe sim a mudança e algumas vezes, consigo conquistar a oportunidade de transformar!

Esse é o Lobo-guará, movimentando-se por essas bandas de cá, este, dessa vez, é de Zé, de @zearvore, obrigado 🙇🏻‍♂️❤️🙇🏻‍♂️❤️🙇🏻‍♂️❤️!

Foi feito em Peroba-rosa!

Espero que gostem

#loboguara #cerrado #biologia #escultura #biodiversidadebrasileira #natureza #arteemmadeira #feitoamao #woodworking #woodart
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Foi como dizem por aí, um pouco de salada e um pouco de carnaval… 😮‍💨❤️🥳
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Três anos para encontrar a história da icônica Trilha Perdidas.

Ou, três décadas. Foi lá nos anos 1990 que @borsagli começou a pedalar por este emaranhado de caminhos nas bordas de Nova Lima com Belo Horizonte, ligando os Ribeirão de Macacos e Mutuca.

@bernardobiagioni só apareceu para pedalar e correr aqui nos anos 2000. Mas, escrevendo um artigo sobre o Forte de Brumadinho, em 2020, encontrou o rumo da Trilha Perdidas em um mapa de 1936. E, depois, em documentos do século XIX.

Mas, peraí, a Perdidas não era essa trilha aberta pelas motos?

Depois de três anos em intensas correspondências digitais, com mais de 30 horas de áudios e infinitos documentos trocados, publicamos enfim o artigo “Das Tropas às Trilhas”.

Mais do que a história da Perdidas, este trabalho é uma investigação profunda dos primeiros caminhos que definiram a ocupação do hoje chamado Quadrilátero Aquífero
Ferrífero. E, adivinhe só: a Perdidas sempre esteve por aqui!

À todos os motoqueiros, trilheiros, jipeiros, ciclistas, corredores, caminhantes e entusiastas em geral, fica o convite para a leitura. 

O artigo se encontra publicado no Cadernos de Geografia do PPGG TIE PUC Minas (Qualis da Geografia A1), com link em nossos perfis.

Espalhe e marque aqui quem possa se interessar. Que a mãe das trilhas tenha o seu valor reconhecido e não se perca em meio aos extravios morais de nossa sociedade. Que continue proporcionando às gerações futuras o que ela proporcionou e proporciona para a nossa.

Quem sabe ainda dá tempo de salvar este caminho e esta história dos tempos estranhos que se anunciam no horizonte?

Imagens: (1) Entroncamento Perdidas/Speedway, 1952; (2) abertura da Estrada dos Fechos (Speedway), 1951; (3) Mapa DNPM 1962 com as trilhas em destaque; (4) Estrada Belo Horizonte/Macacos (Perdidas), 1997; (5, 6 e 7) Perspectiva atual de parte das trilhas Perdidas, Speedway e tubos de drenagem pluvial ainda existentes, 2022.

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