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Gostaríamos de agradecer a todos os proponentes pelos excelentes trabalhos enviados este ano.

Confira a lista dos dossiês aprovados deslizando pelas imagens do carrossel.

#revistatempo #tempouff #historiauff by @tempo_uff
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2 months ago
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Dando sequência às publicações de divulgação dos trabalhos presentes no Volume 32, Número 1 da revista Tempo.

Está disponível um novo dossiê na revista tempo!

O dossiê “Os nossos passados ainda são históricos? Interpelações do presente à disciplina da história” conta com a contribuição de pesquisadores nacionais e estrangeiros, cujos trabalhos examinam as múltiplas formas pelas quais as questões do presente interpelam a escrita da história e a prática historiográfica contemporânea.

Para mais informações sobre o trabalho e o acesso completo, basta visitar a página da Tempo no SciELO, disponível através do link na bio ou pelo link: https://www.scielo.br/j/tem/?utm_source=ig&utm_medium=social&utm_content=link_in_bio&brid=YWdncwHlVxvE3PtOJjmbcYGeBVoH}

#historiografia #teoria #presente #revistatempo #tempouff #historiauff by @tempo_uff
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2 months ago
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Dando sequência às publicações de divulgação dos trabalhos presentes no Volume 32, Número 1 da revista Tempo.

Neste artigo, Sabrina Costa e Mariana de Moraes analisam os usos do conceito de genocídio na chamada CPI da Covid, situando seus debates em um quadro mais amplo de violações de direitos humanos dos povos indígenas. Embora a CPI tenha rejeitado as acusações por genocídio em favor daquelas por crimes contra a humanidade, a discussão revelou contradições persistentes que marcam a compreensão do primeiro termo: juridicamente, como um crime restrito que exige intenção específica; politicamente, como um marco conceitual mais amplo para lidar com a violência sistêmica. A atual crise humanitária Yanomami, alimentada por negligência estatal, invasões territoriais e garimpo ilegal, não apenas expõe os limites do conceito de genocídio, como também engendra usos estratégicos renovados da noção. O caso brasileiro demonstra, assim, como o genocídio permanece simultaneamente uma ferramenta retórica potente e um mecanismo jurídico imperfeito.

Para mais informações sobre o artigo e o acesso completo, basta visitar a página da Tempo no SciELO, disponível através do link na bio ou pelo link: https://www.scielo.br/j/tem/?utm_source=ig&utm_medium=social&utm_content=link_in_bio&brid=YWdncwHlVxvE3PtOJjmbcYGeBVoH}

#genocidio #covıd #yanomami #revistatempo #tempouff #historiauff by @tempo_uff
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2 months ago
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Dando sequência às publicações de divulgação dos trabalhos presentes no Volume 32, Número 1 da revista Tempo.

Neste artigo, Sônia Meneses propõe que estamos diante de uma nova forma de negacionismo, articulada aos processos informacionais, políticos e econômicos de uma sociedade imersa em um ethos midiatizado, conceito de Muniz Sodré que designa uma forma de existência atravessada pela virtualidade. A autora argumenta que as atuais manifestações negacionistas são inerentes a esse novo modo de vida, no qual realidade e virtualidade se fundem sob o controle das grandes corporações de tecnologia e seus sistemas de vigilância e gestão de dados comportamentais. O estudo aborda dois momentos: do polemismo e da subversão da pluralidade de vozes nos grandes jornais ao negacionismo como negócio no universo digital. A autora toma como base dados, colunas do jornal O Globo, cartas de leitores e comentários de internautas sobre um produto da empresa Brasil Paralelo para refletir sobre os impactos dessa dinâmica na apropriação do conhecimento e da informação.

Para mais informações sobre o artigo e o acesso completo, basta visitar a página da Tempo no SciELO, disponível através do link na bio ou pelo link: https://www.scielo.br/j/tem/?utm_source=ig&utm_medium=social&utm_content=link_in_bio&brid=YWdncwHlVxvE3PtOJjmbcYGeBVoH}

#negacionismo #biosmidiático #negacionismohistorico #revistatempo #tempouff #historiauff by @tempo_uff
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2 months ago
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Dando sequência às publicações de divulgação dos trabalhos presentes no Volume 32, Número 1 da revista Tempo.

Neste artigo, Francine Iegelski argumenta que os debates acerca do modo como entendemos a história no século XXI estão associados à possibilidade do fim: temos como perspectiva concreta da ação humana sobre o planeta um “mundo sem nós”. Nesse contexto, os historiadores passaram a problematizar também a noção de humano, a exemplo dos livros de Hartog (Départager l’humanité) e de Domańska (A história para além do humano). Como nos situar, assim, diante da herança do pensamento moderno? As epistemologias e ideologias modernas tiveram importantes críticos, estando Lévi-Strauss e Nietzsche entre eles. O artigo é escrito em dois movimentos: a autora realiza uma comparação entre Nietzsche e Lévi-Strauss a partir do nexo que estabelecem entre música e mito, visto que essas relações suscitam reflexões sobre o tema do fim; além disso, aponta caminhos para se pensar as relações entre história, humanismo e o fim de uma certa ideia de humano em nossa conjuntura contemporânea.

Para mais informações sobre o artigo e o acesso completo, basta visitar a página da Tempo no SciELO, disponível através do link na bio ou pelo link: https://www.scielo.br/j/tem/?utm_source=ig&utm_medium=social&utm_content=link_in_bio&brid=YWdncwHlVxvE3PtOJjmbcYGeBVoH}

#revistatempo #tempouff #historiauff #humanismo #levistrauss #fimdomundo by @tempo_uff
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2 months ago
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Dando sequência às publicações de divulgação dos artigos presentes no Volume 32, Número 1 da revista Tempo.

Nesta resenha, a autora María Verónica Secreto aborda o livro Argentina hasta la muerte: políticas de nacionalidad y prácticas de naturalización, siglos XIX-XX, de Pilar González Bernaldo de Quirós, obra que discute uma questão de vital importância no contexto das grandes migrações ocorridas entre o final do século XIX e o início do século XX. A autora analisa como a assimilação ou incorporação dos imigrantes esteve condicionada pela possibilidade de levar adiante processos de nacionalização que favoreciam sua inserção na sociedade receptora. O livro coloca em debate a questão das nacionalidades em um contexto de expansão das redes migratórias, evidenciando como esses fluxos influenciaram as políticas públicas de diferentes países, especialmente daqueles que receberam um maior número de migrantes.

Para mais informações sobre o trabalho e o acesso completo, basta visitar a página da Tempo no SciELO, disponível através do link na bio ou pelo link: https://www.scielo.br/j/tem/?utm_source=ig&utm_medium=social&utm_content=link_in_bio&brid=YWdncwHlVxvE3PtOJjmbcYGeBVoH}

#revistatempo #tempouff #historiauff #naturalização #migrações #cidadania by @tempo_uff
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3 months ago
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Neste artigo, Gonzalo Urteneche analisa as transformações na autoridade epistêmica do testemunho na era digital, marcada pelo updatism e pelas redes hiperconectivas. Propõe que, diante das perspectivas inferencial e mimética do parêntese de Gutenberg, emerge uma autoridade relacional e comunitária. Para tanto, examina-se como o conhecimento e a validação são configurados coletivamente em ambientes digitais. Finalmente, compara-se o testemunho holográfico de Lea Zajac, mediado institucionalmente, com seu testemunho viral no TikTok, revelando as tensões entre a estabilidade institucional e a fluidez participativa do presente.

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#revistatempo #tempouff #historiauff #updatism #autoridadeepistêmica #testemunhodigital by @tempo_uff
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3 months ago
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Neste artigo, Arthur Lima de Avila tem como objetivo discutir a crise generalizada da historiografia disciplinada nos Estados Unidos, o que é chamado de “problema do problema da história”, a partir da controvérsia contra o “presentismo” lançada por James Sweet, presidente da American Historical Association, em 2022. Para tanto, o texto inicia com um breve panorama sobre as condenações do “presentismo” típicas da historiografia norte-americana para, na seção seguinte, debater a polêmica em si. Por fim, conclui com considerações mais gerais sobre o colapso material e institucional da profissão nos Estados Unidos, que foram tanto ocluídas quanto reveladas pela contenda.

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#revistatempo #tempouff #historiauff #presentismo #Disciplina #Historiografia by @tempo_uff
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3 months ago
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Dando sequência às publicações de divulgação dos artigos presentes no Volume 32, Número 1 da revista Tempo.

Neste artigo, Eliane Aparecida e Cezar Teixeira analisam a luta do Sindicato dos Comerciários de Teresina pelo direito ao repouso dominical remunerado no período compreendido entre 2000 e 2010. Destacando a atuação de Cícero Magalhães, que transitou de funções na diretoria sindical para cargos legislativos (vereador e deputado estadual), busca analisar a atuação sindical e política dos comerciários contra a extensão do horário do seu trabalho aos domingos e feriados. A principal fonte utilizada foi o jornal Balcão, definido pela direção do sindicato como porta-voz dos interesses da categoria comerciária. Por meio da análise desta fonte, foi possível refletir acerca da importância da ação sindical e política para conquistas como regulamentação da jornada de trabalho, estratégias de conflito, de negociação e articulação com a religiosidade como tática de mobilização.

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#revistatempo #tempouff #historiauff #sindicato #comerciários by @tempo_uff
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3 months ago
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Neste artigo, Marco Antonio Serafim tem por objetivo compreender uma forma particular de organização intelectual como instrumento de denúncia e oposição às arbitrariedades e violências cometidas pelos aparelhos repressores das ditaduras latino-americanas contra cidadãos e cidadãs durante a década de 1970. Esse exame de atuação intelectual se concentra nos trabalhos de dois intelectuais, um europeu, o político e jurista italiano Lelio Basso, e o escritor argentino Julio Cortázar, que atuaram juntos, a partir de diferentes posições, na composição do Tribunal Russell II (1974 e 1975).

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#revistatempo #tempouff #historiauff #historiaintelectual #historiadaamericalatina #direitoshumanos by @tempo_uff
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4 months ago
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O renomado historiador e professor italiano Carlo Ginzburg, um dos principais fundadores e nomes da corrente historiográfica conhecida como micro-história, morreu nesta quarta-feira, 17 de junho, aos 87 anos. Ginzburg marcou a historiografia mundial com suas investigações em pequena escala e a busca por indícios para compreender as classes subalternas. Entre as suas obras mais aclamadas estão o clássico O Queijo e os Vermes, os Andarilhos do bem e História Noturna.

Tivemos o prazer de receber o professor para a conferência MEDO REVERÊNCIA TERROR: RELER HOBBES, em 18/09/2006, sob os auspícios do Departamento de História e do Programa de Pós-Graduação em História da Universidade Federal Fluminense (UFF), Niterói, Brasil. Tal iniciativa foi organizada pela Professora Gizlene Neder.

#revistatempo #historiauff #revistatempouff by @tempo_uff
5
4 months ago
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Dando sequência às publicações de divulgação dos artigos presentes no Volume 32, Número 1 da revista Tempo.

Neste artigo, Lorenna Ribeiro Zem El-Dine argumenta que, antes de Gilberto Freyre se consolidar, a partir dos anos 1940, como o principal nome associado ao mito da democracia racial brasileira, o ideário da brasilidade mestiça foi difundido nos Estados Unidos e em Cuba, em 1937, mediado pelo conceito de raça cósmica do intelectual mexicano José Vasconcelos, por meio do artigo “Brazil and the Negro: the process of race revindication” de Richard Pattee, e de sua tradução para o espanhol por Gustavo E. Urrutia. Esses textos repercutiram a produção intelectual sobre o negro no Brasil e os congressos afro-brasileiros de 1934 e 1937.

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#revistatempo #tempouff #historiauff #neobarroco #mestiçagem #democraciaracial by @tempo_uff
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4 months ago
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