Instagram story viewer> @transfluencia> Posts
272
posts
1.6K
followers
732
following
Grupo de Ensino, Pesquisa, Extensão e Assistência Transfluências de Saberes (GEPEA Trans/IPUB-UFRJ/CNPq) e Universidade Indígena Aldeia Marak'aná
POSTS STORIES REELS TAGGED
Download All
Serviço de atendimento psicossocial aberto a pessoas indígenas 🏹 by @transfluencia
0
9 months ago
Download
📍Na última quarta-feira, 22 de julho, o Secretario Executivo do Ministério os Povos Indígenas (MPI), o Conciliador da Fundação Nacional dos Povos Indígenas (FNI) e representantes da Advogacia Geral da União (AGU) realizaram visita e reunião na Aldeia Marakanã. 

🌱No encontro os representantes do governo federal puderam conhecer o território. A comunidade pode reforçar sua reivindicação de criação da Reserva Indígena com a garantia do direito aos usos, costumes e tradições no território. 

🏡 A Aldeia Marakanã é território de resistência ancestral que garante os direitos à cultura, à moradia e à educação em uma cidade marcada por remoções e violações de direitos humanos. A permanência no local é importante para os indígenas que ali vivem e resistem, mas para toda a cidade do Rio de Janeiro.

 ⚖️ O processo da Aldeia  encontra-se na Comissão de Soluções Fundiárias do TRF-2. Em abril, foi assinado um protocolo de intenções com o objetivo de promover a resolução consensual do conflito.

✅ Os Najups da UFRJ e da Unirio e o projeto de pesquisa Transfluências da UFRJ têm atuado no âmbito da CSF/TRF-2 contra a remoção forçada e em defesa do reconhecimento da Universidade Indígena Pluriétnica Aldeia Marakanã.

✊ Aldeia Marakanã (r)existe!

#despejozero taken in Aldeia Maraká'àna by @transfluencia
1
2 days ago
Download
Hoje o Transfluências de Saberes (IPUB/UFRJ) esteve presente na Aldeia Marak’ana (com sua coordenadora Mariana Mayerhoffer, os extensionistas Caio Fagundes (psicologia), Julia Fontanella (musicoterapia), Breno Pessoa (história) , Clailde Kaap’or (pesquisadora da UIPAM) e a pesquisadora visitante italiana Matilde Pozzi ( relações internacionais) em um momento de grande importância para a luta e o fortalecimento dos saberes e culturas indígenas.
Recebemos a visita do Secretário Executivo do Ministério dos Povos Indígenas (MPI), Marcos Kaingang, assim como de Karkaju Pataxó, também do MPI, e de Hélcio Rizzi (Comissão de Mediação de Conflito-COMEC) da FUNAI, Gisele Ribeiro, mulher preta de São João do Meriti, Baixada Fluminense, do escritório Rio de Janeiro da Secretaria Geral da Presidência da República (SGPR), Danilo Sarmento e Guido Duarte da Advocacia Geral da Presidência da República (AGU) em escuta ativa do território para delineamento de encaminhamentos sobre a proteção da terra e da moradia e da Universidade Pluritétnica Indígena da Aldeia Marakanã (UIPAM), fazendo frente ao processo de despejo e agora desenhando soluções possíveis e o reconhecimento da Aldeia Marak’ana como território indígena com sua produção de conhecimento, cultura, memória e resistência de plurietnias indígenas. A Aldeia e sua Universidade são uma referência para a abertura e decolonização de nossa UFRJ. Agradecemos a todos os apoiadores, em especial aos nossos parceiros NAJUP’s Luiza Mahin (UFRJ) e Amarildo de Souza (UNIRIO) o compartilhamento de pesquisas conosco, nos permitindo nos formar com o território e com as universidades aliadas. Todos esses são atores fundamentais no trabalho da Comissão de Soluções Fundiárias do TRF-2, onde corre a costura possível de acordo para que o território, sua comunidade de moradores e sua Universidade Indígena tenham seus direitos de permanência assegurados.Seguimos juntos, fortalecendo caminhos para que a Aldeia Marak’ana seja cada vez mais reconhecida como um espaço vivo de conhecimento, cultura e pertencimento.

🌿✊🏽🏹

#TransfluênciaDeSaberes
#UFRJ #AldeiaMarakana #PovosIndígenas taken in Aldeia Maracana by @transfluencia
1
3 days ago
Download
Seguindo a publicação da série de entrevistas que o Transfluências realizou durante a COP 30 em Belém do Pará, em novembro passado, temos hoje Niki Miranda-Martinez, coordenadora adjunta de administração e finanças do Hands Off Mother Earth (HOME) Alliance (Filipinas), aliança de grupos da sociedade civil, organizações de povos indígenas e comunidades de base na defesa dos direitos humanos, do feminismo, da justiça climática e na rejeição e resistência a todas as formas de “geoengenharia”.

Na sua fala, ela explica o conceito de “geoengenharia”: manipulação tecnológica, em grande escala, dos sistemas e do clima da Terra. As propostas de geoengenharia das terras, das águas e dos ares, financiadas por orçamentos multimilionários, se vestem do argumento de buscas de soluções para as crises climáticas, quando na verdade são construídas por meio da mesma lógica de extrativismo e comercialização da natureza. 

Niki diz que o caminho para enfrentar a crise climática é o fortalecimento em coletivo da sociedade civil, com os povos indígenas, seus saberes tradicionais e suas tecnologias sustentáveis já existentes, para defender soluções reais e combater projetos de catástrofe em larga escala. 

A entrevista integra as ações de pesquisa do Transfluências de Saberes, Projeto de Ensino, Pesquisa, Extensão e Assistência do Instituto de Psiquiatria da Universidade Federal do Rio de Janeiro, da @musicoterapiaufrj pelo IPUB da @ufrj.oficial , com apoio do @cnpq_oficial_2 , em parceria com a Aldeia e Universidade Indígena Pluriétnica Aldeia Maraka’anà (@tekohawmarakana ), fortalecendo diálogos e ações nas relações entre o bem viver indígena e o bem dizer lacaniano, isto é, entre as ações frente ao mal estar psíquico e aos conflitos políticos, no sofrimento biopsicossocial, nas emergências climáticas, e nos conflitos dos territórios - na justiça socioambiental.

⚠️ CRÉDITOS NOS COMENTÁRIOS taken in Belém da COP 30 by @transfluencia
1
5 days ago
Download
Seguindo a publicação da série de entrevistas que o Transfluências realizou durante a COP 30 em Belém do Pará, em novembro passado, temos hoje Lotta (@iosonolotta ), italiana artivista multifacetada (cantora, atriz, musicista) e militante do movimento internacional de desobediência civil não-violenta Extinction Rebellion (@extinctionrebellion ).

Na sua fala, ela traz a importância de assumir um papel ativo de manifestação, oposição e pressão política sobre os governos para disputar os rumos das decisões e negociações locais e internacionais. Lotta destaca como a organização coletiva e comunitária constrói a força capaz de não apenas de indicar caminhos, mas também de garantir uma pressão que resulte na implementação prática e efetiva de políticas climáticas concretas, construídas pela base da sociedade, para uma transição energética equitativa, justa, com segurança alimentar e que atenue os males do capitalismo nos seres vivos da natureza, humanos e não humanos.

Lotta ressalta o dever da Itália, enquanto um país do Norte global, de garantir a estrutura e o acolhimento dos cada vez mais numerosos migrantes climáticos. Para ela, “a música é a mais bela forma de política”. Que encontremos, no canto de Lotta, de um Norte global consciente de seu papel geopolítico e horizontal quanto aos saberes do Sul, a força para transformar nossa insatisfação em revolução!

A entrevista integra as ações de pesquisa do Transfluências de Saberes, Grupo de Ensino, Pesquisa, Extensão e Assistência do Instituto de Psiquiatria da Universidade Federal do Rio de Janeiro, da @musicoterapiaufrj pelo IPUB da @ufrj.oficial , com apoio do @cnpq_oficial_2 , em parceria com a Aldeia e Universidade Indígena Pluriétnica Aldeia Marak’anã (@tekohawmarakana ), fortalecendo diálogos e ações nas relações entre o bem viver indígena e o bem dizer lacaniano, isto é, entre as ações frente ao mal estar psíquico e aos conflitos políticos, no sofrimento biopsicossocial, nas emergências climáticas, e nos conflitos dos territórios - na justiça socioambiental.

⚠️ [CRÉDITOS NOS COMENTÁRIOS]
#cop30 #bemviver #criseclimática #tbt❤️ taken in Belém da COP 30 by @transfluencia
1
9 days ago
Download
Como pensar a crise climática sem ouvir aqueles que convivem diariamente com seus impactos?

Na série de entrevistas de pesquisa que estamos publicando, realizadas durante a COP30, lançamos agora essa que teve uma edição muito especial! Assista inteira, vale muito a pena! Nela a professora da UFRJ e coordenadora do Grupo de Ensino, Pesquisa, Extensão e Assistência Transfluências de Saberes (UFRJ/CNPq), Mariana Mayerhoffer, conversa com o pesquisador José Carlos Matos Pereira (Doutor em Ciências Sociais – PPCIS/UERJ) do Observatório Amazonicidades, sobre os desafios enfrentados pelos povos da Amazônia diante dos grandes empreendimentos, da expansão do capital e das mudanças climáticas.

Os temas tratados são a invisibilização dos povos indígenas nas cidades, os impactos sociais das hidrelétricas, da mineração e do agronegócio, a importância da Cúpula dos Povos e o papel das universidades na construção de conhecimento em diálogo com os movimentos sociais.

A entrevista evidencia que os povos indígenas, quilombolas, ribeirinhos e comunidades tradicionais carregam saberes fundamentais para pensar outros modos de habitar o mundo.

Como afirma José Carlos, diante da crise climática, os povos indígenas nas cidades não são o problema: são a resposta. Parte da solução.

🚨CONTINUA NOS COMENTÁRIOS!
#cop30 #povosindigenas #extensãouniversitária #saberesancestrais #musicoterapia taken in Belém da COP 30 by @transfluencia
1
10 days ago
Download
🎬✨ Cine-debate na Aldeia Marakanã ✨🎬

No dia 02, início do Abril Indígena, realizamos na Aldeia Marakanã um encontro construído nas confluências entre cinema, escuta e elaboração coletiva, a partir da exibição do filme QUEM QUER?, de Célia Maracajá.

A roda de conversa após a exibição do filme foi composta por Anhy Kariri (CEI UFRJ), Breno Tupinambá (CEI UFRRJ), Mayra Guajajara (Cine Tekó e CEI UFRRJ) e pela diretora Célia Maracajá, além de Mariana Mayerhoffer (Transfluências) e foi marcada por reflexões potentes sobre o acesso de pessoas indígenas ao ensino superior, com especial atenção ao debate sobre as cotas, sua importância histórica e política, e também aos desafios que ainda atravessam a permanência, o reconhecimento e a valorização de trajetórias indígenas dentro da universidade. A relação e especificação entre reparação e compensação foi ressaltada pelo Cacique Urutau Guajajara.

Mais do que pensar apenas no ingresso, o debate trouxe experiências, vozes e perspectivas que reafirmam a necessidade de transformar a universidade em um espaço realmente plural, capaz de acolher outros saberes, outras presenças e outras formas de existir. 

Agradecemos imensamente a presença de todas as pessoas que participaram, compartilharam suas vivências e fortaleceram esse momento de compartilhamento na Aldeia Marakanã.

Seguimos construindo espaços vivos de coletivização, escuta e luta.

@coletivo_tuireufrrj @ceiufrj @ceiuerj @cineteko_ @transfluencia by @transfluencia
1
11 days ago
Download
Adelaide VIVE! O Transfluências de Saberes lembrando de uma semana atrás o relançamento de seu livro e o lançamento do filme de sua consultoria sobre o brincar na Favela da Maré homenageia essa pesquisadora, professora da UERJ, essa pessoa de sorriso largo, iluminada , que morreu ontem, como viveu: sorrindo. Dé soube como ninguém nos ensinar com sua pesquisa-vida que o brincar é fundamental para que a vida pulse poética, viva! Viva sua família linda, que nos dá uma lição de vida/morte ao celebrar sua passagem como ela gostaria, com emoções coletivizadas, música, choros e sorrisos abraçados. Aqui vai um trecho de seu livro junto com seu convite de aniversário e uma foto com seus lindos filhos, hoje jovens com uma noção de viver contagiante. Nossos sentimentos, Victor, Davi e Daniel, e a toda essa querida família de paraenses cariocas, nossos amados pariocas. by @transfluencia
2
11 days ago
Download
Encanto Sumaúma - espaço de agroecologia em Bragança Pará, cidade mais antiga do Pará, a 210 km de Belém, onde nosso entrevistado e parceiro @vilcisilva_ constrói as lutas pela autonomia dos povos da Amazônia e pela sustenração do céu! Parabéns parceiro! by @transfluencia
3
11 days ago
Download
Seguindo a publicação da série de entrevistas que o Transfluências realizou durante a COP 30 em Belém do Pará, em novembro passado, temos hoje parte do que nos trouxe Vilciney Silva (@vilcisilva_ ), participante do NEABI IFPA campus Bragança - Pará, militante em movimentos sociais, graduado em licenciatura em educação do campo e pós-graduando em línguas e saberes da Amazônia.

Na sua fala, ressalta o caráter anticapitalista e de resistência da Cúpula dos Povos, mega evento paralelo à COP30, onde ali sim são protagonistas os povos originários das águas e das florestas e todas as comunidades tradicionais. Vilciney reflete sobre o protagonismo que precisa ser conferido àqueles que são os verdadeiros mestres e doutores das questões climáticas: os povos originários: “As árvores, para nós, de pé produzem muito mais do que deitadas”, ressalta Vilciney sobre a urgência da luta por mundos sustentáveis. E segue: “A Amazônia não está à venda”, dizendo que nossos guardiães das florestas estavam aqui antes da chegada dos “saqueadores europeus”. É isso aí Vilciney!

A entrevista integra as ações de pesquisa do Transfluências de Saberes, Grupo de Ensino, Pesquisa, Extensão e Assistência do Instituto de Psiquiatria da Universidade Federal do Rio de Janeiro, da @musicoterapiaufrj pelo IPUB da @ufrj.oficial , nessa viagem onde fizemos e participamos de diversos eventos em atividades, proporcionada pelo apoio do @cnpq_oficial_2 , em parceria com a Aldeia e Universidade Indígena Pluriétnica Aldeia Marak’anã (@tekohawmarakana ), fortalecendo diálogos e ações nas relações entre o bem viver indígena e o bem dizer lacaniano, isto é, entre as ações frente ao mal estar psíquico e aos conflitos políticos, no sofrimento biopsicossocial, nas emergências climáticas, e nos conflitos dos territórios - na justiça socioambiental.

🎙️Entrevistado: Vilciney Silva (NEABI IFPA Bragança-Pará e militante em movimentos sociais)
🎙️Entrevistadora: Mariana Mayerhoffer (coordenadora do Transfluências de Saberes (UFRJ/CNPq)
🎥 Gravação: Mariana Mayerhoffer (coordenadora do Transfluências de Saberes (UFRJ/CNPq)
🗓️Data:  14.11.25 
� taken in Belém da COP 30 by @transfluencia
8
13 days ago
Download
Por mais um ano a Universidade Indígena Pluriétnica realiza as celebrações do São João, com toda a força de suas raízes originárias. Com o trabalho da comunidade e o apoio de nossos aliados, tivemos um dia repleto de atividades. Brincadeiras juninas, música tipica e muita ancestralidade.

A tradição do São João é um legado dos povos originários e na Aldeia Maracanã ele continuará sendo honrado e celebrado.

Salve os Encantos de Luz! Salve a Natureza Sagrada!
Salve a Jurema Sagrada!
Viva São João!

#sãojoão #juremasagrada taken in Aldeia Maracana by @transfluencia
6
13 days ago
Download
Tbt - DOSSIÊ REVISTA TELLUS (Qualis A - UCDB) 

Articulação Brasil 🇧🇷- México 🇲🇽 

“UNIVERSIDADES INDÍGENAS NO MUNDO”

Divulgando !!!

Em uma articulação bilateral Brasil - México, o dossiê “Universidades Indígenas no mundo”, é o primeiro dossiê no Brasil a abordar o debate sobre universidades indígenas. 

O México, juntamente aos Estados Unidos e Canadá, concentra a maior rede de Ensino Superior Indígena em suas experiências. 

Organizado pelos professores Danielle Bastos ( Brasil 🇧🇷) e Héctor Muñoz (México 🇲🇽), corresponde a uma proficiente parceria com a Universidad Autónoma Metropolitana (UAM - México), trazendo importantes nomes e pesquisas sobre universidades indígenas. 

Convidamos a todos para leitura 📖 

https://www.tellus.ucdb.br/tellus

🔗Link do dossiê 📕na bio: @educacaodescolonizadora @transfluencia e @comitedecultura_rj 📸 TODAS AS IMAGENS foram autorizadas e pertencem ao Tekohaw Maracanã e no México ao grupo de pesquisa GEAF-CNPq. 

#educaçãodescolonizadora #uerj #subalternstudies 💪 #geafcnpq by @transfluencia
0
15 days ago
Download
×

Download all media on this page

Photos Videos
back to up