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Hoje é o último dia para visitar a SP-Arte Rotas, que segue até às 19h, na ARCA. 

Agradecemos a todos que conferiram o estande da Galatea ao longo destes dias e prestigiaram os projetos de Romildo Rocha e Zé di Cabeça apresentados nesta edição.

No conjunto de Zé di Cabeça, casas e fachadas do Subúrbio Ferroviário de Salvador, onde o artista nasceu e vive, aparecem pintadas sobre madeiras de demolição e outros materiais recolhidos pelo artista na região. Os registros formam uma espécie de mapa afetivo do lugar, reunindo memórias e marcas de uma paisagem em constante transformação e de referências que, pouco a pouco, desaparecem desses territórios. 

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Today is the final day to visit SP-Arte Rotas, open until 7 pm at ARCA.

We would like to thank everyone who visited Galatea’s booth over the past few days and engaged with the projects by Romildo Rocha and Zé di Cabeça presented in this edition.

In Zé di Cabeça’s presentation, houses and façades from Salvador’s Subúrbio Ferroviário, where the artist was born and still lives, are painted on reclaimed wood and other materials collected by the artist in the area. These records form a kind of affective map of the place, bringing together memories and traces of a landscape in constant transformation, as well as references that are gradually disappearing from these territories.

Série Platibandas do Subúrbio Ferroviário de Salvador [Salvador’s Subúrbio Ferroviário Parapets Series], 2025/2026 by @zedicabeca
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a month ago
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@zedicabeca tão querido e talentoso sempre e mais um giro pela @sp_arte rotas 🌀🐚 by @zedicabeca
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a month ago
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A SP-ARTE Rotas 2026 (@sp_arte) acontece até o próximo dia 30 de agosto,  na ARCA São Paulo.

São mais de 70 expositores entre as principais galerias de arte, alguns estúdios de design e museus, que apresentam trabalhos de artistas brasileiros e de países da América Latina .

SP-Arte Rotas
26–30 de agosto
ARCA, São Paulo
bilheteria.sp-arte.com

#SpArte @vivirosa___ @choquecultural @mataadentro @zedicabeca by @zedicabeca
26
a month ago
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A SP-Arte Rotas segue até este domingo (30) na ARCA, em São Paulo.

No estande da Galatea, E04, dois artistas recém integrados ao programa de artistas representados pela galeria convergem em dois conjuntos expositivos: Zé di Cabeça (1974, Salvador, Bahia) e Romildo Rocha (1989, São Luís, Maranhão). 

As pinturas de Romildo Rocha e Zé di Cabeça carregam muita vida dos territórios onde vivem e trabalham. Histórias partilhadas, memórias, encontros e imagens do cotidiano se somam a repertórios da cultura popular nordestina e à imaginação dos artistas, compondo universos em que o pessoal e o coletivo aparecem continuamente entrelaçados.

Esse contato reafirma um percurso que a galeria vem construindo desde a abertura do seu espaço em Salvador: um programa atento a produções que emergem de diferentes contextos e que expandem o debate sobre a produção e pensamento em arte contemporânea para além do eixo Rio-São Paulo. 

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SP-Arte Rotas continues through this Sunday (30) at ARCA, in São Paulo.

At Galatea’s booth E04, two artists who have recently joined the gallery’s roster of represented artists come together in two distinct presentations: Zé di Cabeça (1974, Salvador, Bahia) and Romildo Rocha (1989, São Luís, Maranhão).

The paintings of Romildo Rocha and Zé di Cabeça carry much of the life of the places where they live and work. Shared stories, memories, encounters, and images of everyday life mingle with references to Northeastern Brazilian popular culture and the artists’ imaginations, shaping universes in which the personal and the collective are continuously intertwined.

This encounter reaffirms a path the gallery has been building since opening its space in Salvador: a program attentive to practices emerging from different contexts and committed to expanding the production of and discourse around contemporary art beyond the Rio–São Paulo axis.

Vistas do estande [Booth views]: Ding Musa by @zedicabeca
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a month ago
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Zé di Cabeça integra o estande da Galatea na SP-Arte Rotas, em uma apresentação conjunta com Romildo Rocha, que começa hoje (26) na ARCA, em São Paulo.

Zé transforma a memória em imagem e o cotidiano em matéria poética. Sua pintura se constrói sobre materiais recolhidos na região do Subúrbio Ferroviário de Salvador, onde vive, incorporando à obra superfícies marcadas pelo uso, pelo descarte e pela ação do tempo e do mar.

Há algo entre o jogo e a brincadeira em sua prática: trabalha como quem brinca com os resíduos da cidade, os farrapos da história, as cores dos dias e as texturas do mar. Uma arte que planta, acende velas, inventa altares, desenha galos e, acima de tudo, afirma que o futuro também pode nascer do que se escolhe lembrar.

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Zé di Cabeça joins Galatea’s booth at SP-Arte Rotas in a joint presentation with Romildo Rocha, opening today (August 26) at ARCA in São Paulo. 

Zé transforms memory into image and everyday life into poetic material. His paintings take shape on materials collected in Salvador’s Subúrbio Ferroviário, where he lives, incorporating surfaces marked by use, discard, and the effects of time and the sea.

There is something between play and playfulness in his practice: he works as though playing with the city’s remnants, the scraps of history, the colors of everyday life, and the textures of the sea. An art that plants, lights candles, invents altars, draws roosters, and, above all, affirms that the future can also grow from what we choose to remember.

1-6 Ex-voto [Votive Offering], 2025/2026 by @zedicabeca
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a month ago
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Pelo olhar de @rodriguesdaniele 😍😍😍😍 by @zedicabeca
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a month ago
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A Galatea traz para o estande E04 da feira SP-Arte Rotas 2026 os projetos de Romildo Rocha (1987, São Luís, Maranhão) e de Zé di Cabeça (1974, Salvador, Bahia). 

A feira acontece na ARCA entre os dias 26 e 30 de agosto. O estande, dividido em dois conjuntos expositivos, converge produções que encontram no território forças inventivas para afirmar outras maneiras de narrar o Brasil e, principalmente, o Nordeste brasileiro.

É do encontro da cultura popular maranhense com o repertório familiar e pessoal que Romildo Rocha extrai a matéria de sua pintura, povoada por personagens e cenas como as das quebradeiras de coco, da lida de vaqueiros, paisagens do interior e elementos do Bumba-Meu-Boi. 

Zé di Cabeça faz do Subúrbio Ferroviário de Salvador o seu laboratório criativo. Suas pinturas utilizam madeiras de demolição e objetos descartados como suporte para representações de velas, igrejas, terreiros, animais e plantas medicinais que se tornam memórias vivas da periferia soteropolitana. 

2-3 Zé di Cabeça, ‘Ex-voto’ [Votive Offering], 2026
4-5 Romildo Rocha, ‘Maracanã’, 2022

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Galatea presents projects by Romildo Rocha (1987, São Luís, Maranhão) and Zé di Cabeça (1974, Salvador, Bahia) at booth E04 at SP-Arte Rotas 2026.

The fair takes place at ARCA from August 26 to 30. Divided into two exhibition sections, the booth brings together practices that draw inventive forces from their territories to assert other ways of narrating Brazil and, above all, the Brazilian Northeast.

Romildo Rocha draws the subject matter of his paintings from the intersection of Maranhão’s popular culture with his family and personal repertoire, populating them with characters and scenes such as babassu coconut breakers, cattle herders at work, countryside landscapes, and elements of Bumba-Meu-Boi.

Zé di Cabeça turns Salvador’s Subúrbio Ferroviário into his creative laboratory. His paintings use demolition wood and discarded objects as supports for depictions of candles, churches, terreiros, animals, and medicinal plants that become living memories of Salvador’s outskirts. by @zedicabeca
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a month ago
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A Galatea tem o prazer de anunciar a representação de Zé Di Cabeça (1974, vive e trabalha em Salvador, Bahia, Brasil). Este mês, o artista integra o estande da Galatea na SP-Arte Rotas, em uma apresentação conjunta com Romildo Rocha, de 26 a 30 de agosto, na ARCA, em São Paulo.

Zé di Cabeça é José Eduardo Ferreira Santos, artista visual, educador e fundador do Acervo da Laje — importante espaço cultural independente no Subúrbio Ferroviário de Salvador, onde nasceu e vive.

No Subúrbio Ferroviário de Salvador, Zé di Cabeça encontra um território inesgotável de invenção. Andarilho por excelência, percorre o entorno recolhendo madeiras de demolição, objetos descartados e vestígios trazidos pela maré — materiais que passam a compor a sua produção. 

Casas, igrejas, ruínas, terreiros, plantas medicinais, ex-votos: tudo é reinventado em diferentes suportes, fazendo da lembrança um gesto de resistência ao apagamento em curso nas periferias de Salvador. 

Sua trajetória é profundamente marcada pela fundação e gestão do Acervo da Laje, ao lado de Vilma Santos. O Acervo facilita a aproximação e relação das artes com a periferia soteropolitana, contando com acervo próprio que inclui obras de diversos artistas visuais, biblioteca, exposições e ações de pesquisa. 

O trabalho de Zé di Cabeça já esteve presente em exposições coletivas em instituições como Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro, Museu de Arte do Rio, Sede da ONU em Genebra (Suíça), Itaú Cultural (SP), Tomie Ohtake (SP) e Casa das Histórias de Salvador (BA). Também participou como curador em projetos na Pinacoteca do Ceará, no Museu das Favelas (RJ), no Centro Cultural Solar Ferrão (BA) e no Acervo da Laje (BA).

English version in the comments by @zedicabeca
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a month ago
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Os próximos 15 anos

No ano em que o Pivô completa 15 anos, convidamos um grupo de pessoas que constroem o ecossistema da arte a imaginar, em vídeo, o que está por vir para seus trabalhos e para o setor cultural.

Neste segundo episódio, Zé di Cabeça (@zedicabeca), artista visual, educador e fundador do Acervo da Laje (@acervodalaje), compartilha sua visão sobre o futuro: “o contemporâneo tem que nos surpreender, tem que olhar pra gente e ser dialógico”.

A série, composta por depoimentos de artistas, curadoras, galeristas, colecionadoras, educadoras e editoras, será publicada ao longo das celebrações e, depois, reunida em nosso arquivo. by @zedicabeca
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a month ago
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Como o som pode costurar memórias entre Salvador e Lagos?

No dia 12 de agosto, dia Mundial do Vinil, a artista e pesquisadora Jumoke Sanwo (Nigéria) convida o público para Isàlè̩ Apótí: Renda, Memória e o Legado do Comércio, uma apresentação pública da Residência Vila Sul que reúne pesquisa, escuta coletiva, performance e participação do público.

No centro da proposta está o Ojá, tecido sagrado das tradições do Candomblé que carrega Axé e conecta o mundo dos vivos, da ancestralidade e da espiritualidade. Iniciado por Adelide Ferreira de Lemos, da Irmandade da Boa Morte, em Cachoeira (BA), o Ojá será ativado ao longo do evento por sons e gestos, tornando-se um arquivo vivo de memórias compartilhadas.

Durante o evento, o público será convidado a participar de uma escuta coletiva da playlist "Cartografia de Gestos, Encontros e Histórias Compartilhadas", construída a partir de uma seleção de 25 faixas do Acervo de Vinis do Acervo da Laje e cocurada com José Eduardo. A seleção percorre influências, colaborações e diálogos musicais de Gilberto Gil, especialmente em torno do álbum Refavela, inspirado por sua passagem por Lagos durante o FESTAC '77.

Enquanto a música cria uma ponte sonora entre Salvador e Lagos, cada participante poderá ativar o Ojá, registrando nele gestos, códigos, símbolos e marcas inspirados pelas experiências sensoriais, emocionais e espirituais despertadas pela escuta. Assim, o tecido transforma o som em matéria e torna-se uma superfície viva onde renda, memória e Axé continuam sendo tecidos coletivamente.

📅 12 de agosto, quarta-feira, às 17h às 19h
📍 Acervo da Laje, R. Sá Oliveira, 2 - São João do Cabrito (Plataforma), Salvador, Bahia

Venha fazer parte dessa travessia entre continentes, onde escutar também é lembrar, criar e manter vivas as histórias que nos conectam. by @zedicabeca
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2 months ago
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Barracas e Fachadas do Nordeste✨

Chegamos ao encerramento desta exposição com o coração repleto de gratidão.
Agradecemos a todos que prestigiaram este evento, dedicando seu tempo, seu olhar e sua sensibilidade para vivenciar as obras aqui apresentadas. Cada visita, cada conversa e cada reflexão compartilhada deram ainda mais significado a esta experiência.

Que as experiências vividas aqui continuem inspirando novos olhares e novas formas de perceber o mundo.

Muito obrigado pela presença, pelo apoio e por fazerem parte desta jornada.

Até os próximos encontros😍😍✨

Obrigado @alanassilveira,@tomastoledo,@bitejules e @galatea.art_

Fotógrafo: @uilercosta by @zedicabeca
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4 months ago
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Esta é a última semana para conferir a coletiva ‘Barracas e Fachadas do Nordeste’, em cartaz na unidade da Galatea em Salvador até o próximo sábado, dia 30. Realizada em colaboração com a Nara Roesler, a mostra abriu a temporada de exposições de 2026 da Galatea Salvador com obras de Montez Magno, Mari Ra, Zé di Cabeça, Fabio Miguez e Adenor Gondim. 

A programação de encerramento acontece no espaço da galeria, no sábado, às 15h30, e contará com uma conversa entre o artista Zé di Cabeça e Alana Silveira, diretora da Galatea Salvador e co-curadora da exposição. 

Durante o encontro, abordarão as pesquisas e interesses estéticos e políticos presentes na produção do artista, dialogando sobre sua trajetória nas artes e sobre as memórias e materialidades que coleta, pinta e resgata em seu cotidiano a partir da vida e da estética do Subúrbio Ferroviário de Salvador. 

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This is the final week to visit ‘Barracas e Fachadas do Nordeste’ [Stalls and Façades of the Northeast], on view at Galatea’s Salvador space through Saturday, May 30. Organized in collaboration with Nara Roesler, the exhibit opened Galatea Salvador’s 2026 exhibition season with works by Montez Magno, Mari Ra, Zé di Cabeça, Fabio Miguez and Adenor Gondim. 

The closing program will take place at the gallery on Saturday at 3:30 pm and will feature a conversation between the artist Zé di Cabeça and Alana Silveira, director of Galatea Salvador and co-curator of the exhibition. 

During the conversation, they will discuss the aesthetic and political inquiries that shape the artist’s practice, reflecting on his trajectory in the arts as well as on the memories and materialities he collects, paints, and reclaims in his daily life through the experiences and visual culture of the Subúrbio Ferroviário district of Salvador. by @zedicabeca
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4 months ago
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