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O filho glutão da cozinheira.
Perdido e achado, estou noutra cozinha que não a minha: catering, workshops, pop ups ou em tua casa :-)
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Another round of Quiz Night, another night of putting our brains to the test! 🧠

@maramelao came through with some seriously tough questions that had us scratching our heads, while @andreecabrita kept our bellies happy with a delicious pop-up full of tasty bites. 🤭

🫂Good food, tricky questions, and even better company. Already counting down to the next one! taken in Fisga Warehouse by @andreecabrita
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7 days ago
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A Quiz Night veio para ficar‼️

Junta-te a nós para uma noite de perguntas, snacks, bebidas e um bocadinho de caos amigável à volta da mesa. O @andreecabrita vai tratar da comida, e teremos bebidas da @aquelakombucha, @cervejamusa e @whynotsoda para acompanhar a noite.

Traz os teus amigos mais espertos, o teu conhecimento mais aleatório, ou vem só pela diversão.😌

🖍️ Sign up in bio! taken in Fisga Warehouse by @andreecabrita
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13 days ago
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Há uns 20 anos atrás, uma personagem de nome Rosa, contadora de estórias, tal qual com esta grafia porque eram da carochinha, tornou-se presença habitual no meu dia-a-dia. De entre várias peripécias de que alegadamente era protagonista, há uma que nos marcou, a mim e à minha mãe. Orgulhava-se de, grávida, numa noite de São João, ter comido oitenta sardinhas e, de seguida, quatro quilos de figos. Ou quarenta sardinhas e oito quilos de figos. As figuras eram estas, mas a ordem pode estar trocada, admito. De qualquer modo, o comentário da minha mãe sempre foi o mesmo, e ainda hoje é: nem eu que adoro figos conseguia comer tanto figo. 

Há 10 anos eu não comia disto. Ver a minha mãe comê-los, aliás, fazia-me cócegas nos dentes, julgo que pela textura melosa, como se já tivessem sido processados para enfrascar, mais aquelas grainhas finas a fazer atrito nos dentes. Depois conheci os que não são Pingo de Mel, mais rijos, por vezes de película roxa e polpa carnuda e firme. E desses é que eu comia quatro ou oito quilos que fossem!

Este ano, novamente, mas numa outra ilha no Mar Egeu, acordei mais cedo todos os dias para ir apanhá-los para o pequeno almoço, fiz saladas para darem de caras com um feta excepcional que comprámos no início da semana, roubei tantos quanto fui capaz e o tempo e bom senso permitiram, com a minha curta altura de pernas, e sem prejuízo dos mergulhos previstos nem dos imprevistos. 

E chamei-lhes, um por um, mais aos dias, aos mergulhos, e à minha companhia, de um figo. by @andreecabrita
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2 months ago
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Têm elevado estatuto nos nossos estômagos. São os chef(ões) que abrem, só este domingo, uma cervejaria temporária nas Virtudes. 

 🦀 @andreecabrita
Nasceu em Aveiro, morou no UK mas acabou por ficar pelo Porto, onde tinha estudado Multimédia. Nada disto tem a ver com cozinha. Mas por ser filho de uma cozinheira e de um homem da grelha, não resistiu a tornar-se, ele próprio, cozinheiro. Nunca estudou cozinha, só percebe do ofício por ser altamente curioso e glutão. Ter crescido entre cozinhas e num restaurante deu-lhe estaleca, e sempre que pode experimenta coisas novas, quer em casa, quer fora. Agora trabalha como freelancer e vai a casa das pessoas cozinhar, em modo Chef Privê ou com caterings de finger food.

 🦀 @j_figueirinhas
De Vila Nova de Gaia, João Figueirinhas é chef de cozinha e acredita que as melhores memórias começam à mesa. Ao longo do seu percurso passou por cozinhas como The Yeatman, Galvin at Windows, Vista, Euskalduna e Fava Tonka, onde afinou a técnica, o respeito pelo produto e uma cozinha com identidade portuguesa. Em 2023 assumiu a cozinha do Tenro by Digby, no Torel Boutique Avantgarde, no Porto. Desde o início de 2026 dedica-se a criar eventos e experiências de chef privado, levando uma cozinha portuguesa contemporânea a diferentes espaços, mesas e celebrações.

 🦀 @aquelecarvalho
André Carvalho é cofundador da Circus Network, projeto que nasceu no Porto em 2012 e a partir do qual tem desenvolvido trabalho nas áreas da arte, música e cultura independente. É também responsável pela Circus Records e cofundador, com Hugo Oliveira, da Jazzego Records. O prato nasce da memória afetiva dos verões em que o seu pai fazia quitetas, repetindo um gesto herdado do meu avô e de uma infância vivida em Angola.

 🦀 @kidabril 
Nascido e criado em Lisboa, é o chef executivo da nossa casa-mãe. Dispara pratos para os quatro taprooms da @cervejamusa com a mesma rapidez que vocês os engolem. É membro fundador do coletivo New Kids On The Block e já passou por cozinhas como a Casa da Comida, Taberna Sal Grosso, Taberna Salmoura e chefia do Chapitô à Mesa. 

🦀 Reservas: musadasvirtudes@cervejamusa.com by @andreecabrita
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2 months ago
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Ficaram com fome? Nós também. 

Por um domingo apenas, a cervejeira passa a cervejaria, com a ajuda dos grandes @kidabril, @aquelecarvalho, @andreecabrita e @j_figueirinhas. 

Tragam babete. 
🦐 Reservas: musadasvirtudes@cervejamusa.com by @andreecabrita
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2 months ago
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Medalha de mérito para quem usa não só postas e lombos de bacalhau, mas também as suas caras ricas em colagéneo nas suas partes moles e gelatinosas. Sao estas que nos permitem obter este molho rico que nos lembra uma maionese sem o risco de a talhar, já que a emulsão não é do óleo com uma gema de ovo.
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Usei o lote Virgem Extra @esporaoazeite por não querer nenhuma intensidade de sabor ou perfil aromático em particular a interferir no sabor destas caras que são simultaneamente salgadas nas bochechas e doces nas partes moles das mandíbulas. As favas cozidas só até estarem verde vivas e crocantes são o complemento ideal para um prato de primavera rápido, simples mas que pode surpreender as pessoas de conhecimentos culinários mais simples.
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Querem reels? Levem com mais um. by @andreecabrita
6
3 months ago
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“Tens de fazer reels” — tomem. Um reels meu a fazer buttercream de merengue suíço com uma música carregada de erotismo e sensualidade sobre derretermos como manteiga quando estamos enamorados. 
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As coberturas de bolo fazem isto às pessoas que as fazem e que as comem.
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Este método começa com claras e açúcar aquecidos em banho-maria e depois batidos até arrefecer, ponto em que se junta a manteiga. Oferece estabilidade e evita a doçura excessiva de um buttercream americano, mais o sabor obsceno a manteiga que todos dispensamos a cobrir um bolo. Manteiga. Não é margarina, e plantas só em vasos.
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Espero que vos saiba bem porque, tão cedo, não há outro! by @andreecabrita
19
3 months ago
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Foi você que pediu um chef ao domicílio?
Que empresa é?
Quem fez o catering?
Mas trabalha para algum restaurante?
Então e vai a casa das pessoas?
E se eu quiser fazer um team building na empresa?

TEM ALGUM CARTÃO DE VISITA? 
Tenho, pois. O @mglrs fez! taken in Portugal - Europa by @andreecabrita
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4 months ago
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Quem me viu há um ano na Bouça, de leque cor de rosa na mão a assar sardinhas e pimentos, com estaminé montado para alimentar quem passasse e a martelar na cabeça de todo e qualquer transeunte, não diria que ontem, o tipo sentado no canto da sala a abrir a boca de 2 em 2 minutos pela meia noite e meia era a mesma pessoa. A idade é um posto, sempre ouvi dizer.

Mas há uma coisa que eu não perco com a idade, que é esta vontade imensa de receber os meus amigos para uma grande comezaina. Saio à mãe. E no fim, como ela, até posso pensar “eu tenho que me deixar destas coisas”, embora saiba que é infundado o voto, porque não comer melhor em lado nenhum, nem tão bem acompanhado como na minha casinha. “No conforto pobrezinho do meu lar, há fartura de carinho”. 

O Figo viveu o seu primeiro São João e conheceu os tios, que o deixaram EXAUSTO. O Gnocchi, por sua vez, meigo e pachorrento, recebeu o mimo habitual como atração principal da casa que é há praticamente 5 anos.

Nesta sequência de fotos que aqui partilho sem critério faltam as bifanas e o caldo verde, que estavam excepcionalmente bons este ano. Falta ainda a pièce de résistance que é o arroz doce da família, por muitos ja provado, desejado e por outros tantos cobiçado, e que ontem foi mais pièce de désistance porque ficou horrível, e eu só pensava: ainda bem que a minha mãezinha está a 80km daqui…

Em suma, um bom São João, com os meus amigos queridos, a comida obrigatória do arraial, boa disposição, saúde, e com o descanso de estar em casa em paz e sem ninguém atirado ao chão. Demasiado cedo para piadas? Acho que não :-) 

Beijinhos a todos! by @andreecabrita
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4 months ago
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Ao 13° dia do mês de junho de 2026, pelas 12:30, no largo da Capela de São Gonçalinho, instalou-se o primeiro bolo de casamento produzido pelo chef André Cabrita. 

Confesso que fazer pastelaria me dá um gozo tremendo. Foi, aliás, por isso, que atendi prontamente ao pedido da noiva-amiga Luísa quando, há uns meses, me disse que gostava que fosse eu a fazer o bolo do dia do seu casamento com o João. Isto tem história. Em 2019 ou 20, a Luísa perguntou-me se era capaz de lhe fazer um bolo de aniversário, e a reposta foi afirmativa.

Quando me falou no bolo de casamento, alinhámos de imediato expectativas: eu não sou um cake designer, sou um cozinheiro. Eu sei juntar sabores com uma mestria de que me orgulho, mas um bolo direitinho e com trabalhos barrocos com saco de pasteleiro não seria algo que fosse sair das minhas mãos sapudas e jeito tosco de trabalhar. Bom, a verdade é que, com carinho e muita dedicação a esta causa, fiz este bolo.

A esponja era de azeite (ora!) e manjericão; entre camadas havia o meu curd de limão, morangos macerados com água de rosas e melaço de romã, e a cobertura que também ocupou espaço entre camadas foi de mascarpone e mel. 

À uma da manhã do próprio dia, o meu frigorífico abandonou o posto de trabalho — tudo se paga nesta vida, they say —, derivado de excesso de calor e de um abre e fecha ansioso para ver se o merengue arrebitava para receber a manteiga. Dado que a última não se verificou, avancei com a cobertura supra referida, feita duas horas antes da hora de apresentar esta obra sazonal com rebentos de manjericão e flores do bouquet. Os elogios foram muitos, vindos de lugares bons, e tão saborosos quanto o bolo, com repetentes a voltar para mais e a pedir do “escangalhado”. 

Obrigado pela confiança e aos do costume que, quando vêem a aflição nos meus olhos e a ouvem na minha voz, dizem que eu vou conseguir. Obrigado às assistentes de serviço, e à @mordomiasaogoncalinho por me ter deixado transformar a sua casa numa bancada de montagem express de bolo. Obrigado à mãe e ao pai. Ah, e foi awesome rever as caras de quando eu era menino do coro e dava catequese (pasmem-se). Estão crescidos, e eu com dores na lombar. taken in Capela de São Gonçalinho by @andreecabrita
20
4 months ago
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[16 a 20 de Junho]

O André quase nasceu numa cozinha. Literalmente. Depois, em criança, andava sempre perto da mãe no restaurante onde foi cozinheira durante quase duas décadas. Aos 4 anos já sabia a receita do leite creme e a  mnemónica que ouvia a mãe recitar diariamente com os temperos para os assados. Foi por aí que caras de bacalhau com todos se tornou o seu prato preferido, e também que começou a querer amanhar enguias.

Se por um lado crescer em Aveiro permitiu um contacto privilegiado com o pescado, por outro, ter um pai que dominava a grelha com raízes angolanas e que passou pelo Alentejo ensinou-o, desde cedo a apreciar boa carne. Enfim, sempre foi um bom garfo e habituado a comer de tudo.

Em 2015 emigrou para Londres, onde descobriu uma diversidade gastronómica que lhe abriu novos horizontes mas também fez com que olhasse para a portuguesa com mais carinho. Então, começou a escrever e contar histórias através da comida. 

Quando regressou a casa, 4 anos depois, começou a trabalhar como “private chef”, e a fazer serviços de catering e workshops. Mudou-se para o Porto em 2022, onde ainda está hoje, e liderou alguns projectos de cozinha e um de pastelaria artesanal. 

Mas André não é um chef, até porque não fez essa escola. Interessa-lhe, sobretudo, manter bem preservadas as tradições culinárias e os produtos que conhece, e conhecer outros tantos. Gosta de arejar a cozinha com ventos de fora, e sabe que é fundamental que os hábitos se vão actualizando com o tempo. Gostava, francamente, que a restauração fosse o palco para que tudo isto se concretizasse de maneira honesta e com condições melhores para todos.

Para o Bloco, preparou um menu que reúne boas memórias. Estão presentes o molho do Púcaro, uma instituição com mais de 20 anos, os cricos da Costa Nova e a caldeirada da Beira Litoral, mas também as cerejas e requeijão da Interior, mais o seu perfume de Verão predilecto: o da figueira. Quanto ao molho de francesinha, depois acrescentam o que tiverem a dizer sobre ele. taken in Bloco by @andreecabrita
7
4 months ago
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Catering para o listening do novo álbum da @tinoco.barbara com o meu querido amigo @andreecabrita taken in Reservatório da Mãe d'Água das Amoreiras by @andreecabrita
5
4 months ago
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