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Produtora e distribuidora independente!
Sediada em Nilópolis.
Da Baixada para o Mundo! 🌀
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Memória das águas foi selecionado para um dos festivais mais antigos de curta-metragem do Brasil, o Guarnicê de Cinema, criado em 1977.

Estou muito feliz de ver o filme atravessar o Brasil e chegar a São Luís, no Maranhão. Ele participa da mostra “Em colapso o planeta gira”, disponível online no site do festival (o link para o filme está na bio). 

Memória das águas é uma carta de amor para o meu território, a Baixada Fluminense, para as mulheres, para a TV Maxambomba e para os rios.

Eu estava morando em Curitiba quando escrevi o roteiro do filme. Era vizinha do rio Belém e tinha sonhos com rios nos quais nunca havia mergulhado. Talvez tenha sido também pela distância que comecei a imaginar outras formas de voltar para casa.

O filme foi selecionado na LPG e filmado em agosto de 2024, com pessoas que admiro e a quem sou muito grata por terem acreditado junto nessas águas e mergulhado comigo, de forma corajosa e aventureira, nesse sonho cinematográfico.

Fazer cinema é fazer memória. É inventar mundos para habitarmos de forma comunitária. O cinema é uma magia que me faz acordar todos os dias ainda acreditando na arte e na beleza da transformação.
Uma das minhas maiores ambições é envelhecer fazendo cinema. Chegar aos 80 anos ainda desejante de criar no mundo, de enviar cartas de amor, de liberdade e imaginação, cantando o passado no presente e vivendo o futuro no agora.

Obrigada, Guarnicê, pela seleção e pelos seus 49 anos de existência! 

Para amar, é preciso conhecer. E tenho aprendido, todos os dias, a conhecer e amar os rios Sarapuí e Pavuna, rios da minha cidade, rios que foram adoecidos, mas seguem vivos.

As águas doces sempre podem renascer. Renascem. A nascente não secou. by @catufilmes
22
2 months ago
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O documentário é um acontecimento no mundo, feito de encontros e presença. Uma dança com o invisível, capaz de escutar o que os olhos, saturados de tanto ver, desaprenderam a olhar.

É um mergulho na água com a própria água. Uma forma de tocar a pele do real sem a pretensão de esgotá-la. 

Uma linguagem que lambe a vida e, ao fazê-lo, também se transforma.

7 de agosto, dia do documentário brasileiro. by @catufilmes
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2 months ago
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Cinema é cachoeira, é rios fluminenses e julho foi um fluxo de rio-mar.

No domingo, 26 de julho, o  documentário @guapimacacu_ofilme desaguou na cerimônia de encerramento do festival Visões Periféricas. 

Foi um acontecimento mágico com a presença de parte da equipe e dos personagens em uma sessão lotadíssima.

Das belas experiências que me fazem seguir sonhando que esse filme encontre mais telas, janelas e possa tocar o maior número de pessoas possíveis. 

Um rio não nasce sozinho e tampouco um filme. 

Cinema é criação coletiva e toda a poética que sigo pesquisando nesta linguagem se faz numa partilha sensível com artistas que muito admiro e com o mundo. 

Obrigada cada um que embarcou neste mergulho e escreveu junto comigo está carta de amor aos rios fluminenses, aos manguezais e à Baía de Guanabara.

Recontar nossas histórias é refundar o mundo, o cinema que eu acredito  cria caminhos, comunidades e refloresta a imaginação com beleza, poesia e mistério 

Esse é o primeiro longa da @estamiraproducaocultural
junto com a @catufilmes fruto de uma parceria braba! 

obs.: Feliz demais de habitar o mesmo tempo que o Mate com Angu e ter o filme  @amuletofilme como primo do Guapi ; )

📷Agatha 
📷@julianaportellas
📷@giordana.moreira
💙✨ by @catufilmes
10
3 months ago
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Vem aí a primeira exibição pública no Rio de Janeiro do meu documentário: Guapi-Macacu, o filme. 💦

A sessão acontecerá na cerimônia de encerramento do @festivalvisoesperifericas

O último filme da trilogia das águas, fruto de um mergulho profundo na beleza e força da ancestralidade das águas fluminenses. 🌀

Uma realização @catufilmes e @estamiraproducaocultural 💙

Fruto de duas políticas públicas descentralizadoras: Aldir Blanc e Paulo Gustavo.

A sessão será  no Domingo, 26 de julho, às 19h*
*📍Estação Claro Rio | Sala 5*
Rua Voluntários da Pátria, 35 – Botafogo, Rio de Janeiro/RJ

E todo sonho de cinema só se faz de forma coletiva, segue essa equipe maravilhosa que tornou esse sonho aquoso um filme: 
 
Part. especial de @eumariahdapenha como Ominá
Com: Catu Rizo, Péricles Muniz, Adilson Fernandes
(Russo), Aucendino da Silva Ferreira (Didino), Lucimar Machado, Dona Almirena,
Val Quilombola, Nem e Ágatha,
Argumento: Catu Rizo
Roteiro e Direção: Catu Rizo
Produção Executiva: Giordana Moreira e Thiago Moore
Colaboração no Roteiro: Russo, Didino, Lucimar Machado, Péricles Muniz,
Valdirene Quilombona, Nem, Ágatha, Dona Mirena, Mariah da Penha, Geo Abreu,
Isabel Veiga, Helena Lessa, Petrus de Bairros.
Pesquisa Local: Rafael Coelho
Consultoria de Pesquisa histórica : Philippe Moreira
Assistente de direção: Isabel Veiga
Produção: Duca Caldeira e Maria Gabriela
Direção de Produção: Anele Rodrigues
Direção de Fotografia: Laís Dantas e Jon Thomaz
Assistente de Fotografia: Jon Thomaz
Gaffer: Jon Thomaz
Imagens adicionais: Catu Rizo, Helena Lessa, Petrus de Bairros e Isabel Veiga.
Fotografia Digital: Catu Rizo, Jon Thomaz
Fotografia analógica: Isabel Veiga
Som Direto: Anne Santos
Som adicional: Petrus de Bairros
Maquiagem da Ominá: Jenni Ayallem
Montagem: Petrus de Bairros
Assistente de Edição: Lucas Andrade
Consultoria de narração: Muriel Alves
Preparação vocal: Silvana Stein
Designer e Animação: Helena Lessa
Motion Graphics: Nicole Peixoto
Motion Mapas: Rico Vilarouca
Coordenadora de Pós Produção: Vanessa Novaes e Carolina Costa
Pós-Produção de Som: Estúdio Dobra
Desenho de som e Mixagem: Ernesto Sena e Guilherme Farkas
cont. nos co by @catufilmes
19
3 months ago
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Circuito de Cinema -
Filme longo nacional | As Primeiras
Filme curto local | Memória das Águas

Filme curto local | Memória das Águas
Sinopse: 
Dalva é uma antropóloga que está em busca da nascente do Sarapuí, um
rio que atravessa várias cidades da Baixada Fluminense. Mergulhada em sonhos e
memória, ela descobre que as águas do Sarapuí ainda resistem e guardam histórias
que ecoam em suas margens.

Roteiro e Direção: Catu Rizo
Produção: Catu Filmes
Ficção - Cor |18' Nilópolis - Brasil - 2025

Filme longo nacional | As Primeiras
Sinopse:
O documentário retrata a vida de um grupo de mulheres que vivem nos subúrbios do Rio de Janeiro, estão perto dos 60 anos e guardam um passado comum: são a base da primeira seleção feminina de futebol do Brasil. Quando elas começaram a jogar, o esporte era proibido para mulheres.
As experiências vividas em viagens pelo mundo jogando futebol com a camisa da seleção nos anos 80 e 90, porém, não garantiu a elas nenhuma notoriedade. Suas histórias nunca foram contadas e o retorno financeiro que receberam na época foi irrisório.

Programação: 17/05 (Quarta) às 19h
Ingresso: GRATUITO by @catufilmes
3
4 months ago
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"Os rios guardam histórias que muitas vezes foram apagadas da nossa memória social."

Esse é o mote de Memória das Águas, curta-metragem escrito e dirigido pela cineasta nilopolitana Catu Rizo, que exibiremos no próximo encontro do Transperiféricos: Ações Transversais em Cinema e Audiovisual.
Filmado em Nilópolis, Nova Iguaçu e Belford Roxo, o filme acompanha Dalva, uma antropóloga em busca dos vestígios dos rios Pavuna e Sarapuí. Entre mapas, memórias e paisagens urbanas, a personagem investiga não apenas os rios desaparecidos, mas também outras formas de imaginar a cidade e seus futuros possíveis.
A obra integra a Trilogia das Águas, projeto em que Catu investiga as relações entre cinema, cidade, memória e rios fluminenses. O filme também reafirma a potência do audiovisual produzido na Baixada: sua realização reuniu uma equipe majoritariamente baixadense, fortalecendo redes locais de criação e produção cultural.
Após a sessão, teremos uma roda de conversa com Catu Rizo, cineasta, artista-pesquisadora e professora da FEBF/UERJ. Criadora do selo audiovisual Catu Filmes, com foco em produções baixadenses, sua trajetória articula realização audiovisual, pesquisa e educação a partir das experiências, memórias e imaginários da Baixada Fluminense. A cineasta também integra o movimento Baixada Filma, que reúne trabalhadoras e trabalhadores do audiovisual da região.
A conversa será uma oportunidade para discutir processos criativos, produção audiovisual em territórios periféricos, circulação de filmes e os modos como o cinema pode contribuir para reinventar nossa relação com os lugares que habitamos.

Depois da roda de conversa, o papo continua com o apoio do bar do Coletivo Negro de Design da ESDI.
Esperamos vocês!

📅 18 de junho | 18h
📍 Sala 1 – ESDI/UERJ
Rua do Passeio, 80 – Lapa
📜 Haverá emissão de certificado.
✊ Esta atividade integra a programação de greve da UERJ.

REALIZAÇÃO
UERJ - Universidade do Estado do Rio de Janeiro
PR3 - Pró-reitoria de Extensão e Cultura UERJ
ESDI - Escola Superior de Desenho Industrial
UFF - Universidade Federal Fluminense
PROEX - Pró-reitoria de extensão UFF
Departamento de Cinema e Vídeo taken in Esdi - Escola Superior de Desenho Industrial by @catufilmes
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4 months ago
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🎬 Oi, galere!

Salvem a data: no dia 18 de junho, quinta-feira, às 18h, acontece o terceiro encontro do projeto de extensão Transperiféricos: Ações Transversais em Cinema e Audiovisual.

Neste encontro, vamos assistir ao filme _Memória das Águas_ (2025, 18 min) e, em seguida, abrir uma roda de conversa com a realizadora Catu Rizo.

Além de realizadora, Catu pesquisa as relações entre cinema, cidade e território a partir da Baixada Fluminense. Professora do curso de Cinema da FEBF/UERJ, sua trajetória articula produção audiovisual, educação e reflexões sobre memória, cotidiano e imaginários periféricos.

A proposta é conversar sobre processos criativos, produção audiovisual em territórios periféricos, circulação de filmes e circuitos alternativos de exibição, a partir da experiência da convidada e do diálogo com o público.

E como bons encontros pedem continuidade, a conversa segue depois em uma confraternização para fortalecer as trocas entre participantes. O Coletivo Negro de Design da ESDI abrirá o bar para receber o público! 🍻

📍 LOCAL: Sala 1. Escola Superior de Desenho Industrial. ESDI/UERJ
Rua do Passeio, 80. Lapa, Rio de Janeiro

📜 Haverá emissão de certificado.

✊ Esta atividade integra a programação de greve da UERJ.

Compartilhem e apareçam!

REALIZAÇÃO
UERJ - Universidade do Estado do Rio de Janeiro
PR3 - Pró-reitoria de Extensão e Cultura UERJ
ESDI - Escola Superior de Desenho Industrial
UFF - Universidade Federal Fluminense
PROEX - Pró-reitoria de extensão UFF
Departamento de Cinema e Vídeo taken in Esdi - Escola Superior de Desenho Industrial by @catufilmes
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4 months ago
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No dia 02 de junho, realizei um sonho que foi também uma ação de contrapartida social: uma sessão do meu novo filme "Meu pai é um pintor" no Colégio Pedro II - na unidade do centro. Transformamos a biblioteca em uma sala de cinema por uma manhã e a magia aconteceu. 

Eu estudei no Pedro II de São Cristóvão, experiência formativa que transformou a minha vida e ampliou meus horizontes existenciais, formativos e profissionais para sempre.

Foi neste colégio que conheci grandes amizades que cultivo na minha vida com muito amor. Foi ali que me apaixonei pela docência e pela sala de aula. Foi ali também que entendi plenamente o exercício de uma formação cidadã e encontrei ferramentas para o meu desenvolvimento como ser humana plena. E foi neste colégio também que realizei pela primeira vez uma oficina de cinema com Manuela Castilho, em 2007 e desde então, o cinema numa mais saiu da minha vida.

O Pedro II me abriu caminhos que sigo caminhando, caminhos de sonho e vida. Voltar nesta escola, como cineasta e professora, para partilhar uma obra minha e ficar 1h conversando com adolescentes curiosos, generosos, críticos e sensíveis foi um desses acontecimentos que fazem valer a vida e pude lembrar de forma alegre da coragem da adolescente Gabriela que eu fui um dia.

Se a memória é uma ilha de edição como versou Wally Salomão, eu sempre avivarei o colégio Pedro II como parte fundamental da minha memória.

E assim, começar a circular com este filme tão pessoal, artesanal e íntimo feito com meu pai desta forma foi um presente do destino que a gente inventa. Essa foi uma sessão com acessibilidade, sendo exibida uma cópia do filme com janela de libras e com a presença de duas intérpretes de libras durante a conversa.  Esse projeto foi realizada com um edital público fruto da Lei Paulo Gustavo.

Obrigada, Anele por ter feito a produção desta ação e por estar juntin de tantas as formas e partilhar deste sonho de seguir realizando cinema brasileiro independente na Baixada Fluminense.

Obrigada a Coordenação de Cultura do Colégio Pedro II e toda equipe que nos recebeu na unidade Centro, em especial a professora Maria Gabriela. by @catufilmes
18
4 months ago
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A 1ª Sessão de Cinema: Memória das Águas aconteceu, foi um sonho real e foi histórica.

Sala lotada, 100 mudinhas doadas em parceria com o Xandinho @meninoqueplanta e, por uma noite, a cidade de Nilópolis voltou a ter uma sala de cinema.

Eu ainda realizei um sonho de criança: criei o ingresso da sessão.

Foi exibido os curtas A Terra das Muitas Águas e Memória das Águas, filmes frutos da minha pesquisa artística em torno dos rios fluminenses. 

Após os filmes, mergulhamos na mesa Transver o Mundo: novos imaginários baixadenses, onde compartilhei a fala e a escuta com @tainadepaularj @wesleyteixeiras Felipe Coelho  @szrodrigo1
 .

Sonhar e fabular rios despoluídos é uma forma de criar futuros no agora do mundo.

Sem mundo, não tem cinema. 

A crise climática é também uma crise da nossa imaginação. 

Ao final, sorteamos cartazes e ímãs dos filmes, teve pipoquinha e a beleza dos bons encontros. E a sessão ainda teve a participação especial do artista @jhongriot

Fazer cinema envolve não só fazer filmes (o que já é muita coisa), mas também criar as condições para que as obras encontrem o público.

A palavra acesso vem do latim accessus: aproximação.

A gente sabe que para amar algo, precisamos nos aproximar deste algo:  isso vale para pessoas, rios e também para o cinema brasileiro.

E quem está próximo de uma sala de cinema? 

Existe uma geração inteira produzindo imagens, pensamento e novas possibilidades de fazer cinema na Baixada Fluminense e nas periferias brasileiras. 

Pensar na circulação e na preservação das nossas obras é parte significativa do nosso fazer cinema. 

Saímos com o desejo de mais edições, mais salas de cinema  inventadas, rios vivos e  filmes baixadenses desaguando no público.

Obrigada pela presença, pelas parcerias construídas e pelo sonho compartilhado de um cinema público em Nilópolis. by @catufilmes
11
4 months ago
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O Giro pelo Rio fez uma parada fundamental em Nilópolis para uma sessão de cinema com uma mesa de debate socioambiental, que uniu cinema e mobilização no Dia Internacional da Biodiversidade. Assistimos aos curtas da cineasta Catu Rizo sobre os rios Pavuna e Sarapuí, obras que provocam um debate urgente sobre o racismo ambiental e a crise climática a partir da realidade da Baixada Fluminense.

Historicamente, o desenvolvimento urbano na região ignorou seus próprios cursos d’água, o que hoje se reflete nas enchentes e no calor extremo que afetam a população. Os rios carregam a história e a memória das populações negras e trabalhadoras que ergueram o território. Usar o cinema para visibilizar essas paisagens ajuda a construir consciência coletiva e a projetar novas formas de habitar a cidade.

O encontro fortaleceu a campanha “Por um Cinema Público em Nilópolis”, cidade que hoje carece de salas de exibição. Garantir o acesso descentralizado à cultura faz parte da construção da cidadania e da dignidade local.

Meu agradecimento aos moradores, fazedores de cultura e estudantes presentes. Um carinho especial aos companheiros de debate Catu Rizo, Rodrigo Souza (Instituto IAE), Wesley Teixeira, Felipe Coelho e ao mediador Saulo Benicio. Agradeço também o apoio do Diretor da Usina de Teatro e da Secretaria de Cultura de Nilópolis. by @catufilmes
29
5 months ago
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CINEMA, PIPOCA, POESIA E DOAÇÃO DE MUDINHAS 🌱

Daqui a pouquinho, às 19h teremos nossa sessão de cinema mas chamamos reforço: agora na programação terá um intervenção poética do artista baixadense @jhongriot e a doação de 60 mudinhas fortalecidas pelo ativista ambiental @meninoqueplanta ✨

Queremos reforçar que a sua inscrição realizada funcionou como uma pré-reserva :)
A retirada do ingresso será presencialmente hoje, a partir das 18h30, por ordem de chegada. E lembrando o seu ingresso ao evento é individual;
Como a sala possui capacidade limitada, recomendamos chegar com pelo menos 30 minutos de antecedência para garantir sua entrada :)

Não será permitida a entrada do público após o início dos filmes. 
Agradecemos muito o interesse e o carinho com o projeto. Vai ser uma noite linda de cinema, encontro e imaginação na Baixada Fluminense 🌊

Nos vemos daqui a pouco na Usina de Cultura Jornalista Tim Lopes. Até lá! 🎥🍿 taken in Casa de Cultura e Teatro Tim Lopes by @catufilmes
6
5 months ago
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Memória das Águas

Nilópolis celebra o Dia Internacional da Biodiversidade com cinema, debate, poesia e ação ambiental
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Leia a matéria completa em nosso destaque: Nossa gente
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#Nilopolis #Biodiversidade #MemoriaDasAguas #CatuRizo #CatuFilmes by @catufilmes
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5 months ago
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