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Cinema é cachoeira, é rios fluminenses e julho foi um fluxo de rio-mar.

No domingo, 26 de julho, o  documentário @guapimacacu_ofilme desaguou na cerimônia de encerramento do festival Visões Periféricas. 

Foi um acontecimento mágico com a presença de parte da equipe e dos personagens em uma sessão lotadíssima.

Das belas experiências que me fazem seguir sonhando que esse filme encontre mais telas, janelas e possa tocar o maior número de pessoas possíveis. 

Um rio não nasce sozinho e tampouco um filme. 

Cinema é criação coletiva e toda a poética que sigo pesquisando nesta linguagem se faz numa partilha sensível com artistas que muito admiro e com o mundo. 

Obrigada cada um que embarcou neste mergulho e escreveu junto comigo está carta de amor aos rios fluminenses, aos manguezais e à Baía de Guanabara.

Recontar nossas histórias é refundar o mundo, o cinema que eu acredito  cria caminhos, comunidades e refloresta a imaginação com beleza, poesia e mistério 

Esse é o primeiro longa da @estamiraproducaocultural
junto com a @catufilmes fruto de uma parceria braba! 

obs.: Feliz demais de habitar o mesmo tempo que o Mate com Angu e ter o filme  @amuletofilme como primo do Guapi ; )

📷Agatha 
📷@julianaportellas
📷@giordana.moreira
💙✨
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Vem aí a primeira exibição pública no Rio de Janeiro do meu documentário: Guapi-Macacu, o filme. 💦

A sessão acontecerá na cerimônia de encerramento do @festivalvisoesperifericas

O último filme da trilogia das águas, fruto de um mergulho profundo na beleza e força da ancestralidade das águas fluminenses. 🌀

Uma realização @catufilmes e @estamiraproducaocultural 💙

Fruto de duas políticas públicas descentralizadoras: Aldir Blanc e Paulo Gustavo.

A sessão será  no Domingo, 26 de julho, às 19h*
*📍Estação Claro Rio | Sala 5*
Rua Voluntários da Pátria, 35 – Botafogo, Rio de Janeiro/RJ

E todo sonho de cinema só se faz de forma coletiva, segue essa equipe maravilhosa que tornou esse sonho aquoso um filme: 
 
Part. especial de @eumariahdapenha como Ominá
Com: Catu Rizo, Péricles Muniz, Adilson Fernandes
(Russo), Aucendino da Silva Ferreira (Didino), Lucimar Machado, Dona Almirena,
Val Quilombola, Nem e Ágatha,
Argumento: Catu Rizo
Roteiro e Direção: Catu Rizo
Produção Executiva: Giordana Moreira e Thiago Moore
Colaboração no Roteiro: Russo, Didino, Lucimar Machado, Péricles Muniz,
Valdirene Quilombona, Nem, Ágatha, Dona Mirena, Mariah da Penha, Geo Abreu,
Isabel Veiga, Helena Lessa, Petrus de Bairros.
Pesquisa Local: Rafael Coelho
Consultoria de Pesquisa histórica : Philippe Moreira
Assistente de direção: Isabel Veiga
Produção: Duca Caldeira e Maria Gabriela
Direção de Produção: Anele Rodrigues
Direção de Fotografia: Laís Dantas e Jon Thomaz
Assistente de Fotografia: Jon Thomaz
Gaffer: Jon Thomaz
Imagens adicionais: Catu Rizo, Helena Lessa, Petrus de Bairros e Isabel Veiga.
Fotografia Digital: Catu Rizo, Jon Thomaz
Fotografia analógica: Isabel Veiga
Som Direto: Anne Santos
Som adicional: Petrus de Bairros
Maquiagem da Ominá: Jenni Ayallem
Montagem: Petrus de Bairros
Assistente de Edição: Lucas Andrade
Consultoria de narração: Muriel Alves
Preparação vocal: Silvana Stein
Designer e Animação: Helena Lessa
Motion Graphics: Nicole Peixoto
Motion Mapas: Rico Vilarouca
Coordenadora de Pós Produção: Vanessa Novaes e Carolina Costa
Pós-Produção de Som: Estúdio Dobra
Desenho de som e Mixagem: Ernesto Sena e Guilherme Farkas
cont. nos co
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No dia 02 de junho, realizei um sonho que foi também uma ação de contrapartida social: uma sessão do meu novo filme "Meu pai é um pintor" no Colégio Pedro II - na unidade do centro. Transformamos a biblioteca em uma sala de cinema por uma manhã e a magia aconteceu. 

Eu estudei no Pedro II de São Cristóvão, experiência formativa que transformou a minha vida e ampliou meus horizontes existenciais, formativos e profissionais para sempre.

Foi neste colégio que conheci grandes amizades que cultivo na minha vida com muito amor. Foi ali que me apaixonei pela docência e pela sala de aula. Foi ali também que entendi plenamente o exercício de uma formação cidadã e encontrei ferramentas para o meu desenvolvimento como ser humana plena. E foi neste colégio também que realizei pela primeira vez uma oficina de cinema com Manuela Castilho, em 2007 e desde então, o cinema numa mais saiu da minha vida.

O Pedro II me abriu caminhos que sigo caminhando, caminhos de sonho e vida. Voltar nesta escola, como cineasta e professora, para partilhar uma obra minha e ficar 1h conversando com adolescentes curiosos, generosos, críticos e sensíveis foi um desses acontecimentos que fazem valer a vida e pude lembrar de forma alegre da coragem da adolescente Gabriela que eu fui um dia.

Se a memória é uma ilha de edição como versou Wally Salomão, eu sempre avivarei o colégio Pedro II como parte fundamental da minha memória.

E assim, começar a circular com este filme tão pessoal, artesanal e íntimo feito com meu pai desta forma foi um presente do destino que a gente inventa. Essa foi uma sessão com acessibilidade, sendo exibida uma cópia do filme com janela de libras e com a presença de duas intérpretes de libras durante a conversa.  Esse projeto foi realizada com um edital público fruto da Lei Paulo Gustavo.

Obrigada, Anele por ter feito a produção desta ação e por estar juntin de tantas as formas e partilhar deste sonho de seguir realizando cinema brasileiro independente na Baixada Fluminense.

Obrigada a Coordenação de Cultura do Colégio Pedro II e toda equipe que nos recebeu na unidade Centro, em especial a professora Maria Gabriela.
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O Giro pelo Rio fez uma parada fundamental em Nilópolis para uma sessão de cinema com uma mesa de debate socioambiental, que uniu cinema e mobilização no Dia Internacional da Biodiversidade. Assistimos aos curtas da cineasta Catu Rizo sobre os rios Pavuna e Sarapuí, obras que provocam um debate urgente sobre o racismo ambiental e a crise climática a partir da realidade da Baixada Fluminense.

Historicamente, o desenvolvimento urbano na região ignorou seus próprios cursos d’água, o que hoje se reflete nas enchentes e no calor extremo que afetam a população. Os rios carregam a história e a memória das populações negras e trabalhadoras que ergueram o território. Usar o cinema para visibilizar essas paisagens ajuda a construir consciência coletiva e a projetar novas formas de habitar a cidade.

O encontro fortaleceu a campanha “Por um Cinema Público em Nilópolis”, cidade que hoje carece de salas de exibição. Garantir o acesso descentralizado à cultura faz parte da construção da cidadania e da dignidade local.

Meu agradecimento aos moradores, fazedores de cultura e estudantes presentes. Um carinho especial aos companheiros de debate Catu Rizo, Rodrigo Souza (Instituto IAE), Wesley Teixeira, Felipe Coelho e ao mediador Saulo Benicio. Agradeço também o apoio do Diretor da Usina de Teatro e da Secretaria de Cultura de Nilópolis.
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