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Cineartista
Mestra em Cultura e Territorialidade
Doutoranda no PPGCA
Profa. de Cinema na FEBF
@territoriosonhado @catufilmes y @guapimacacu_ofilme
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Vocês já viram um filme de jovens punks bruxas baixadenses? E um filme-rio?

Amanhã (sabadão - 15/11 às 20h)  terá uma sessão especial com exibição de dois dos meus filmes dentro da programação do @lumenfilmfestival 

Será exibido o meu último curta o "Memória das águas" e meu primeiro filme na direção, o "Com terceiro olho na terra da profanação", longa metragem feito com o coletivo Osso osso e Companhia. Todo rodado em Nilópolis em 2014 e lançado no mundo em 2017.

O projeto surgiu como meu trabalho de conclusão de curso de Cinema e Audiovisual, o famoso TCC, na Universidade Federal Fluminense e depois se desdobrou em um projeto de vida, sendo  um divisor de águas no cinema baixadense independente. 

É um obra experimental, artesanal e  com um frescor inquietante das coisas que são feitas como uma necessidade vital. 

Estou muito feliz em exibi-lo na minha sala de cinema preferida da Baixada Fluminense, a sala Gomeia. 

O filme conta com uma trilha sonora de arrepiar e um intenso show da banda trash no star que faz vibrar o corpo todo. 

Ao longo do meu percurso de estudo e trabalho com o Cinema, experimentar na forma, arriscar na estrutura, produzir fissuras, para além de contar histórias, me interessa demais e poder fazer isso de uma periferia do sul global é um sonho que só se torna possível com políticas públicas descentralizadoras e com toda uma coletividade  que embarca junto comigo nessa pesquisa artística e poética de cinema e vida.

Equipe: 
Roteiro Coletivo 
Ass. de Direção: Helena Lessa
Preparação de ator Bruno Reis - Lívia de Paiva 
Fotografia: Lucas Andrade - Pedro Lessa
Som: Fabricio Rodrigues |  Gustavo S. Pires | Vanessa Alcântara
Arte: Dalila Aguiar - Patrícia Cavalheiro 
Produção: Brenda Melo - Fernanda Hiraga - Lucas Texeira 
Montagem : Elena Meirelles - Catu Gabriela Rizo - Petrus de Bairros 
Alimentação: Brenda Melo - Maria Rizo - Raimunda Theophilo - Paula Silva
Mixador: Tomaz Griva Viterbo 
Correção de cor: Pedro Félix

Elenco: Dalva de Andrade |  Flaviane Damasceno | Fernanda Carvalho / Joana Ribeiro | Rubens | Gabriel Ferri | Lucas Gibi | Brenda Melo | Milton Catarino Ferreira | Lú Anjos. by @caturizo
10
a year ago
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Desde 2018, pesquiso de forma poética e audiovisual os rios fluminenses. Fruto desta investigação que toca, que sente, que transborda, nasceu o longa documental "Guapi-Macacu, o filme" que terá sua estreia em um festival que alimento grande admiração que é o @forumdoc.bh 🩵

Guapi embarca em um processo de escuta, encontrando pessoas que habitam e se relacionam com as águas fluminenses do lado leste da Baía de Guanabara: em Magé, Guapimirim e Cachoeira de Macacu. 

A obra conta com a participação especial de @eumariahdapenha que dá vida a personagem Ominá. 

Os rios são parte integrante da cultura fluminense, um morador antigo que teve suas histórias apagadas, assim como as comunidades ribeirinhas e quilombolas  que o cercam. 

Um rio não existe sozinho e um filme também não. 

Um salve para a parceria com a Estamira Produções, a Lei Aldir Blanc, a LPG, ao Arquivo Nacional, a toda equipe que viveu de coração aberto esse cinema artesanal e sobretudo cada personagem do filme que se entregou neste sonho de imaginar e narrar essa outra baixada fluminense: Russo, Lucimar Machado, Didino, Val Quilombola, Dona Mirena, Nem, Ágatha, Péricles Muniz 🩵

Direção: Catu Rizo 
Prod. Executiva: Giordana Moreira e Thiago Moore
Consultoria de Pesquisa histórica : Philippe Moreira
Ass. de direção: Isabel Veiga
Ass. de produção executiva: @karla.fsuarez e Mirella Souza
Produção: @ducacaldeira e Maria Gabriela 
Dir. de Produção: Anele Rodrigues
Dir. de Fotografia: @laisdant4s e Jon Thomaz
Som Direto: Anne Santos
Imagens adicionais: Catu Rizo, Helena Lessa,  Petrus de Bairros
Fotografia analógica: Isabel Veiga
Maquiadora da Ominá: @jenniayallem
Montagem: Petrus de Bairros
Ass. de Edição: Lucas Andrade
Produtor Local: Rafael Coelho
Consultoria de narração: Muriel Alves 
Preparação vocal: Silvana Stein
Designer Animação: Helena Lessa
Motion Graphics: Nicole Peixoto
Motion Mapas: Rico Vilarouca
Coordenadora de Pós Produção: Vanessa Novaes e Carolina Costa
Pós-Produção de Som: Estúdio Dobra -  Ernesto Sena e Guilherme Farkas
Trilha Sonora Original: Marco Lobo com part. de Gastão Villeroy,  Alex Mesquita, Mariene de Castro,  Catu Rizo
Laboratório Digital: Yellow Pós
Cont. nos comentários by @caturizo
40
a year ago
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Memória das águas terá sua estreia mundial no Festival do Rio @festivaldorio junto com vários outros filmes baixadenses e isso não é pouca coisa não, Brasil!

Lançar um filme no mundo envolve um caminhada longa, um trabalho árduo, envolve muita gente, no meu caso, envolve também montanhas, rios e ruas. 

Esse curta é fruto de toda uma pesquisa artística, geográfica, histórica, antropológica, onírica, delirante e desejante  sobre os rios fluminenses e com os rios. Um filme filmado na  minha cidade dez anos depois que eu filmei o “Com o terceiro olho na terra da profanação” aqui. 

É um trabalho que entrelaça pertencimento, ancestralidade e poesia com fabulações e desejos de futuro! O segundo filme da triologia das águas; que se deseja rio, escrito em 2023, filmado em 2024 e finalizado em 2025. 

É um filme estrelado por Simone Cerqueira que aceitou avivar Dalva, uma pesquisadora dos rios que está buscando a nascente do rio Sarapuí. Um filme feito com muita colaboração, com uma equipe responsa demais que segurou o rojão de fazer cinema baixadense de baixo orçamento, com um edital municipal, mas com desejos transfronteiras. Filmado em Nilópolis, Nova Iguaçu e Belford Roxo.

Obrigada, equipe do coração: Anne Santos que fez o som, Jon Thomaz que fez foto, Lucas Magalhães que fez ass. de foto,  Anele Rodrigues que produziu, Dalila Aguiar que fez a arte, Saulo Benício que fez o Jorginho, Mariah da Penha que fez Dona Lourdes, Wilson Rabelo que fez seu João, Lorre Motta que fez Lucca, Maurício Maia que fez a trilha sonora, Marina Alves que fez a maquiagem, Silvana Stein que fez a preparação de elenco, Nathalie Peixoto que fez o Cartaz, Nicole Peixoto que fez o motion designer, Bernardo Neder que fez a cor, Tomaz Griva que fez a edição de som e mixagem, Julia Pierezan que faz a voz da amiga do zap, Diego Amorim que fez assistência de direção e a montagem. Baixada Cine que abriu as portas numa terça-feira de agosto, sobretudo Sandro Garcia que chegou junto demais e toda a figuração luxuosa de Giordana Moreira, Igor Barradas, HB, Caxtrinho, Adrian Monteiro, Cíntia Lima, Beatriz Rodrigues entre outros.

Dedicado para a TV Maxambomba e para os rios Sarapuí e Pavuna. by @caturizo
98
a year ago
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O Brasil é o nosso sonho diário, nosso chão, nossa terra, nossa raiz profunda e preciosa. Dia 25, voto 13 para seguir sonhando com liberdade e criando neste país que eu amo em toda a sua diversidade. Eu voto em Luís Inácio Lula da Silva para presidente, sem medo, com amor e esperança que o futuro é ancestral e agora! 
A gente ama o amarelo, o verde, o azul, todas as cores da nossa bandeira e do nosso bioma. 

🇧🇷🏳️‍🌈💛 by @caturizo
16
14 hours ago
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Estamos imersos em uma crise ética da imaginação, em uma alienação do exercício de imaginar juntos, juntas, juntes, sobretudo fora das telas. 

Mas, que tal o impossível?

Imaginar é estabelecer relações entre o possível e o impossível.  Em 1989, Paulo Freire e Lula imaginaram outros futuros para a educação e para a democracia brasileira. Parte do que era sonho tornou-se realidade. Parte permanece por fazer. E novos sonhos continuam sendo sonhados. E é parte do nosso trabalho: escutar os sonhos de quem veio antes e continuar imaginando aquilo que ainda não existe.

Na democracia, ninguém conhece o final. Ela não promete consenso, nem um final feliz. Exige que nossas imaginações sejam atravessadas pela existência dos outros. 

A democracia dá trabalho: escutar, discordar, negociar, refazer acordos, conviver com aquilo que não controlamos. Imaginar democraticamente é aceitar que ninguém possui sozinho a autoria do mundo.

Ailton Krenak afirma que “o mundo não é só uma constatação, ele é uma possibilidade”. Se o mundo é possibilidade, estar nele não pode significar apenas administrá-lo tal como o recebemos. É preciso continuar produzindo mundos: sonhá-los, narrá-los, refazê-los, inventá-los.

A imaginação é um bem sagrado. E, quando Krenak desloca a humanidade do centro e convoca rios, montanhas, florestas, ancestrais e outras existências para dentro daquilo que chamamos de mundo, a pergunta se amplia: quem tem direito a imaginar o futuro conosco? 

Em 1989, foi revolucionário imaginar uma universidade feita com a classe trabalhadora. E ainda o é! Já que produzir conhecimento envolve  ampliar imaginários e criar possibilidades de emancipação para si e para o país. É nesse horizonte que sigo sonhando um sonho de Brasil.

No domingo, voto 13. Como quem participa de um recomeço: sem ilusão, mas com esperança, imaginação e sonho.

Ainda há muito por fazer, Luiz Inácio Lula da Silva.

Vamos juntos! by @caturizo
4
15 days ago
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🙌🏽 muito contentes em realizarmos a AMBIENAL, I Bienal de Arte Ambiental do Estado do Rio de Janeiro. Foram dias intensos de encontros, alegrias e muita troca entre coletivos de artistas residentes e lideranças de territórios, entre realizadores do Cine Duna com o público e equipe de curadores. Nosso agradecimento a todas as pessoas e instituições parceiras que embarcaram com a @casadunaduna e @grupoerosao para fazer essa edição de fundação tão emocionante e potente. 🌷

#Ambienal #arteambiental #artecontemporanea #bienaldearte #cineduna by @caturizo
5
25 days ago
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A formação "Cinema baixadense: história, poética e modos de produção" foi sonhada coletivamente e está preciosa.  Ela é fruto da parceria entre a FEBF, o movimento Baixada Filma e a Escola Escuta - plataforma de formação do Instituto Moreira Salles!  As inscrições estão abertas até o dia 22 de setembro. 

São ofertadas "20 vagas", para pessoas maiores de 18 anos, estudantes de cinema e audiovisual da FEBF-UERJ e realizadores audiovisuais independentes oriundos de territórios populares, preferencialmente da Baixada Fluminense. Serão priorizadas inscrições de pessoas negras, indígenas e pertencentes à comunidade LGBTQIAPN+.

A formação será presencial, com encontros aos sábados das 14h às 17h, na Faculdade de Educação da Baixada Fluminense (FEBEF-UERJ).

🔗 Para mais informações e acesso ao edital e formulário de inscrição: https://ims.com.br/escolaescuta/cinema-baixadense-historia-poetica-e-modos-de-producao-2026/

📍Para ficar por dentro de tudo o que rola na #EscolaEscuta, acesse o instagram @imseduca by @caturizo
22
a month ago
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Agosto foi um ano inteiro.

Um tanto de colheita, um tanto de cultivo.
Leia-se: doutoranda ela. Doutoranda no programa de estudos contemporâneos de Arte. 

Separei um fluxo de tudo junto e misturado, porque a vida anda pouco interessada em caber nas gavetas.

Eu me apaixonei novamente por ela.

FEBF na praça foi histórico. Percebi que estou reeaprendendo a ser professora na UERJ, estudante-pesquisadora na UFF e sigo ampliando a comunidade com quem ainda acredita que a presença é uma forma de ação no mundo. Um novo cineclube nasceu, o CACINEClube e isso me deixou muito feliz!  E nada será como antes, o cinema baixadense está florescendo. 

Meu pai fez 81 anos com saúde.
E essa é daquelas alegrias que mudam o tamanho do mundo.

Em Campos,  encontrei filmes, rios e pessoas. 
Mergulhei no Paraíba do Sul.
Ele mergulhou em mim.

Cine Duna e AMBIENAL proporcionaram encontros alegres e transformadores, quero escrever disso depois.

Tenho pensado muito no som. Na escuta como gesto de criação e  a minha pesquisa caminha por aí.

Memória das águas segue circulando. Às margens do Meriti-Pavuna, outros filmes começam a nascer.

Amar tem sido a ação, a real ação que move meu desejo de criação, imaginação e liberdade. 

Chorei e sorri o mês inteiro. Estou viva. E ainda acredito na invenção de um Brasil.

só posso agradecer por enxergar o que não estar visível aos olhos e seguir navegando os abismos com meus barquinhos de papel. 

🩵 by @caturizo
23
2 months ago
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🎬 De forma muito própria, as paisagens encontram maneiras de guardar suas histórias, saberes, tecnologias e modos de vida, reinventando caminhos apagados por um projeto colonial que insiste em compreender a terra e as águas como recursos a serem explorados. Entre a seleção da II edição do CINE DUNA, o documental encontra a performance; o arquivo é avivado pela fabulação; a memória atravessa o sonho; a caminhada torna-se método; e a paisagem deixa de ser cenário para participar da construção da obra. A Mostra de Filmes Socioambientais faz parte do projeto de pesquisa Núcleo Ambiental Norte Fluminense - desenvolvimento de tecnologias de comunicação e educação sobre mudanças climáticas (NUANF), coordenado por Fernando Codeço, com supervisão do professor Giovane Nascimento, e associado ao Programa de Pós-Graduação em Cognição e Linguagem da UENF. Projeto financiado pelo CNPq através do Programa Conhecimento Brasil - Atração e Fixação de Talentos.

🌿I AMBIENAL – Bienal de Arte Ambiental do Estado do Rio de Janeiro

🎥CINE DUNA - Mostra de Filmes Socioambientais

Classificação Livre 
Gratuita 
📍27/08, qui, 18h - Poética das Águas
Cine Darcy
Centro de Convenções da UENF
Av. Alberto Lamego, 2000, Parque Califórnia, Campos dos Goytacazes - RJ

28/08, sex,  às 18h - Paisagens em disputa 
19h30 -  Sonhar a Terra 
29/08, sáb, 18h - Arquivos Vivos 
29/08, sáb, 19h30 - Cosmologias da Terra

📍Casa de Cultura Villa Maria
 R. Baronesa da Lagoa Dourada, 234, Centro, Campos dos Goytacazes - RJ taken in Casa de Cultura Villa Maria by @caturizo
3
2 months ago
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Memória das águas foi selecionado para um dos festivais mais antigos de curta-metragem do Brasil, o Guarnicê de Cinema, criado em 1977.

Estou muito feliz de ver o filme atravessar o Brasil e chegar a São Luís, no Maranhão. Ele participa da mostra “Em colapso o planeta gira”, disponível online no site do festival (o link para o filme está na bio). 

Memória das águas é uma carta de amor para o meu território, a Baixada Fluminense, para as mulheres, para a TV Maxambomba e para os rios.

Eu estava morando em Curitiba quando escrevi o roteiro do filme. Era vizinha do rio Belém e tinha sonhos com rios nos quais nunca havia mergulhado. Talvez tenha sido também pela distância que comecei a imaginar outras formas de voltar para casa.

O filme foi selecionado na LPG e filmado em agosto de 2024, com pessoas que admiro e a quem sou muito grata por terem acreditado junto nessas águas e mergulhado comigo, de forma corajosa e aventureira, nesse sonho cinematográfico.

Fazer cinema é fazer memória. É inventar mundos para habitarmos de forma comunitária. O cinema é uma magia que me faz acordar todos os dias ainda acreditando na arte e na beleza da transformação.
Uma das minhas maiores ambições é envelhecer fazendo cinema. Chegar aos 80 anos ainda desejante de criar no mundo, de enviar cartas de amor, de liberdade e imaginação, cantando o passado no presente e vivendo o futuro no agora.

Obrigada, Guarnicê, pela seleção e pelos seus 49 anos de existência! 

Para amar, é preciso conhecer. E tenho aprendido, todos os dias, a conhecer e amar os rios Sarapuí e Pavuna, rios da minha cidade, rios que foram adoecidos, mas seguem vivos.

As águas doces sempre podem renascer. Renascem. A nascente não secou. by @caturizo
22
2 months ago
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🎬 A sessão de Abertura do II CINE DUNA -  Mostra de Filmes Socioambientais acontece nesta quinta-feira 27 no Cine Darcy. Serão quatro filmes que compõem a seleção Poética das Águas com a presença de realizadoras e debate após  a exibição também com curadores. 

CINE DUNA - Mostra de Filmes Socioambientais 

Sessão de Abertura - Poética das Águas 
 🗓️ 27 de agosto | 18h às 21h
📍 Cine Darcy
 Centro de Convenções da UENF
 Av. Alberto Lamego, 2000, Parque Califórnia, Campos dos Goytacazes - RJ taken in Centro de Convenções da UENF by @caturizo
6
2 months ago
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🎬 A Licenciatura em Cinema e Audiovisual da FEBF/UERJ recebeu a visita da pesquisadora mexicana Dulce Yanelli Balvaneda Yanez, mestranda em Literaturas Interamericanas pelo Centro Universitario de Ciencias Sociales y Humanidades (CUCSH), da Universidad de Guadalajara e do professor Javier Ezaú Pérez Rodríguez. 

Recebida pelas professoras Bárbara Copque e Catu Rizo , e pela diretora da FEBF, Amália Dias, a pesquisadora realizou uma visita institucional à Faculdade, em um primeiro encontro voltado ao fortalecimento do diálogo acadêmico e à construção de futuras parcerias de pesquisa entre as instituições.

Durante a visita, Dulce compartilhou seu projeto de pesquisa “
Estéticas da ruptura e do excesso: corpos e olhares no cinema de ficheras no México e na pornochanchada no Brasil (1970–1980).”

A pesquisa propõe uma análise comparativa entre o cine de ficheras mexicano e a pornochanchada brasileira, buscando compreender como esses importantes fenômenos do cinema popular latino-americano construíram representações do corpo, do desejo e da identidade nacional em contextos marcados por ditaduras, censura e profundas transformações sociais.

A visita reafirma o compromisso da FEBF/UERJ com a internacionalização, o intercâmbio de conhecimentos e o fortalecimento das redes de pesquisa latino-americanas. taken in Febf- Uerj by @caturizo
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2 months ago
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