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Mãe | Médica Emergencista pela USP
Forbes Heart Billions
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“Forbes elegeu 10 pessoas que se destacam por investir em um ativo tão ou mais precioso do que aqueles que você está habituado a ver em nossas páginas. Esqueça ações, ouro, fundos, criptomoedas, dólar, unicórnios… Elas investem nelas mesmas.
São homens e mulheres dos mais variados segmentos, das mais variadas atividades e atitudes que seguem seu coração em busca do maior patrimônio de todos: o equilíbrio, a harmonia, a paz consigo mesmas. Investir nelas não exclui a dedicação ao outro – à família, aos colaboradores, aos seguidores, aos mais frágeis… a todos que também buscam e merecem essa fortuna.”

Heart Billions - Ir com amor. Ser amor. Fazer com amor. Evoluir com amor. Confesso que seguir a intuição do coração tem sido a melhor decisão há alguns anos. Impressionante como nao erra. É Sobre ouvir apenas o que e quem importa. Sobre entender que o meu caminho é só meu. 

Nunca troque o estilo, o discurso, o sorriso, o olhar, a roupa por aceitação. Nunca deixe de ser voce. O mundo precisa de originalidade. Como diria Adam Grant... Originais: inconformistas que mudam o mundo.

Matéria completa na Bio!

@forbesbr @deciogalina @victoraffaro

“Por fim, permita que eu fale, não as minhas cicatrizes. Achar que essas mazelas me definem é o pior dos crimes...É dar o troféu pro nosso algoz e fazer nóiz sumir.....” by @claramilvolts
390
5 years ago
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Mais um IRONMAN 70.3! 1.9km de natação, 90km de bike e 21km de corrida. 

Vibre as suas conquistas. Só eu sei o que deixei nessa linha de chegada. Essa foi muito especial, que ciclo difícil. Enquanto a vida bombava lá fora, aqui dentro me ressignificava todos os dias no esporte.

A vida fica muito melhor quando a gente vence nossas lutas e conquista nossos sonhos. Eu busquei muito esse momento e não ia deixar nada tirar ele de mim.

Aff, faria tudo de novo! Pela 3ª vez completo um Ironman 70.3! Dessa vez sob condições desumanas de temperatura, indo ao meu limite, driblando a mente, passando pelo pórtico deixando tudo de mim. 

05h e 20 min! A meta era sub 05’15”, ainda não acredito que consegui fazer “tão rápido” naquelas condições. Foi duro demais pra mim, só eu sei o quanto fui forte! 

Treinador: @fernandonazario 
Assessoria: @sciencepeaksports by @claramilvolts
106
3 years ago
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Existe um paradoxo na vida adulta: conquistamos aquilo que tanto desejávamos e, pouco tempo depois, já parece insuficiente.

A psicologia chama esse fenômeno de adaptação hedônica: nossa tendência de nos habituarmos até ao que antes parecia extraordinário.

O problema não é a ambição, mas transformar cada conquista em apenas mais uma etapa rumo à próxima.

Talvez amadurecer seja compreender que gratidão e ambição podem coexistir. Que é possível desejar mais sem desvalorizar o que já temos.

Afinal, de que adianta chegar cada vez mais longe se nunca nos permitimos reconhecer onde chegamos?

Que a gente não se esqueça de viver a vida que um dia tanto sonhou ter. ❤️

#CarreiraMedica #Medicina by @claramilvolts
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2 days ago
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Sem a capacidade de dizer bons nãos, nós acabamos aceitando o inaceitável. 

A Dra. @claramilvolts mostra que existem possibilidades dentro do que parece impossível.

A medicina pode ser boa. by @claramilvolts
2
4 days ago
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#Publi | Existem dias que são absolutamente comuns para nós e inesquecíveis para alguém

Talvez a medicina tenha me ensinado, mais do que qualquer outra coisa, que a gente só entende o valor da saúde quando ela falta.

E o esporte me ensinou a enxergar aquilo que existe por trás dos momentos que celebramos: os dias comuns, a repetição, a disciplina e tudo aquilo que ninguém vê.

Na medicina também são 364 dias cuidando, decidindo, estudando, se preparando e estando presente para alguém.
E um dia para celebrar quem cuida.

A campanha da @unicred me tocou justamente por isso: porque escolheu olhar para quem passa o ano inteiro olhando para o outro.

O Valor de Quem Cuida.
Feliz Dia do Médico.

#publi #Unicred #Cooperativismo #saúde by @claramilvolts
10
5 days ago
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Médico x rede social

Não caia na onda dos outros! Faça por você. 

#medicina #carreiramedica by @claramilvolts
5
6 days ago
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Dia das crianças!  Final de semana Juntos, vivendo a vida e construindo memórias.

Eu não me lembro de muitos presentes que ganhei na infância. Mas lembro das viagens com meus pais, das histórias que me contavam, dos lugares que conhecemos juntos. Lembro da bicicleta, do queimado, do pega-pega, dos pés descalços e da liberdade de simplesmente ser criança.

E hoje entendo que a maior herança da minha infância não foi aquilo que meus pais puderam me dar, mas aquilo que me permitiram viver.

Nesse final de semana, durante o café da manhã do hotel, uma cena me fez refletir. Quase todas as mesas tinham adultos e crianças imersos em seus celulares. Famílias inteiras compartilhando o mesmo espaço, mas não necessariamente o mesmo momento.

E me perguntei: de que adianta proporcionar experiências extraordinárias se estamos cada vez menos disponíveis para experimentá-las?

Vivemos uma época curiosa. Nunca tivemos tantos recursos para registrar a infância dos nossos filhos e, paradoxalmente, talvez nunca tenhamos tido tanta dificuldade de estar inteiramente presentes nela.

Fotografamos tudo, mas será que estamos vivendo tudo?

A infância não é apenas uma fase da vida. É o lugar onde começamos a construir nossa percepção de mundo, nossos vínculos, nossa segurança e nossa capacidade de encontrar alegria nas coisas simples.

E talvez estejamos confundindo oferecer uma boa infância com oferecer cada vez mais coisas.

Criança precisa de tempo, natureza, imaginação, movimento, conversa, tédio, descoberta. Precisa de adultos que não apenas organizem sua vida, mas que participem dela.

Não sou contra a tecnologia. Sou contra a ideia de que precisamos preencher cada segundo da existência com algum estímulo.

Porque uma infância rica não é necessariamente aquela que teve acesso a tudo. É aquela em que houve espaço para sentir, explorar, pertencer e ser amado.

Que a gente nunca se esqueça de que criar boas memórias é muito mais importante do que acumular bons presentes.

No fim, talvez nossos filhos não se lembrem de tudo que fizemos por eles. Mas certamente carregarão muito daquilo que viveram conosco.

E isso, pra mim, é uma das maiores responsabilidades e belezas de ser mãe. by @claramilvolts
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7 days ago
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Ame as pessoas e use o dinheiro. Verdades da vida adulta. by @claramilvolts
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11 days ago
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Maternidade e seus desafios…. by @claramilvolts
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11 days ago
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Um mentorado me perguntou por que eu fiz triatlon e prova do Ironman, o que eu tinha na cabeça naquela época e como aquilo tinha me ajudado. Passou um filmaaaço na minha cabeça. E a resposta veio na ponta da língua: no desconforto, eu me encontrei.

Me lembrei do km 98 de em um Meio Iron (são 113km total), com muita dor, rezando: “Deus, só me ajuda a aguentar. Eu já senti dores piores nos treinos. Eu sei que consigo.”

Me lembrei de provas em que senti a perna falhar, de enxergar o teto preto logo ali e, ainda assim, descobrir que a cabeça conseguia me levar além do lugar em que o corpo mandava parar.

Foi no endurance que comecei a conhecer minha própria mente. As desculpas, as negociações, os atalhos que ela cria quando desistir parece mais fácil.

E aprendi uma coisa que carrego até hoje: existe uma diferença enorme entre chegar ao seu limite e chegar ao ponto em que continuar ficou desconfortável.

Talvez por isso eu enxergue tanto isso nos meus mentorados. Muitas vezes a pessoa sabe o que precisa fazer. O problema é que fazer exige sair da inércia.

E sair da inércia dói.

A inércia também machuca, mas é uma dor conhecida. Mudar exige escolher um desconforto que você ainda não conhece. E a nossa mente é brilhante em transformar esse desconforto em argumentos para permanecermos exatamente onde estamos.

Hoje entendo que eu não estava treinando só para nadar, pedalar e correr. Estava construindo evidências sobre mim mesma.

Eu já quis parar e continuei.
Eu já achei que não dava e descobri que dava.
Eu já ouvi minha cabeça criando motivos para desistir e aprendi que não precisava obedecer a todos eles.

Isso é FORJA.

Não é romantizar sofrimento. É escolher alguns desconfortos enquanto você pode, porque um dia a vida vai escolher alguns por você.

Por que eu fiz Ironman?

Na época? Porque sim.

Hoje eu sei.

Eu estava criando repertório para a vida. by @claramilvolts
10
18 days ago
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Ah o amor….

#maternidade by @claramilvolts
42
24 days ago
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O “depois” acompanha muitos médicos.

“Depois da residência, farei isso.”
“Depois que a agenda estabilizar.”
“Depois que eu abrir um consultório.”

O tempo passa e esse “depois” parece não chegar. A agenda sempre continua cheia e sempre cabe mais trabalho.

E assim vemos diversos profissionais exaustos, frustrados e com a saúde mental afetada.

Qual é o seu depois e há quanto tempo ele está sendo adiado? 💛

#SetembroAmarelo #Medicina by @claramilvolts
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24 days ago
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