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Existem momentos na vida em que mais importante do que decidir o que queremos, é decidir o que NÃO queremos. ✊️

Nesse 2 turno, não deixe de votar para que o passado nunca mais se repita! by @editorahecatombe
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2 days ago
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​Não se trata de preferência partidária, mas de um diagnóstico de sobrevivência: a agenda política que avança no Congresso transformou a proteção materna em crime. Quando bancadas conservadoras se mobilizam para blindar a Lei de Alienação Parental e aparelhar o Estado contra as mães, a mensagem enviada às mulheres é categórica. O sistema não quer apurar abusos, combater a sonegação de alimentos ou conter genitores parasitas perversos, quer construir o arcabouço jurídico perfeito para criminalizar quem ousa denunciar.

​A perversão dessa arquitetura legislativa reside na inversão da culpa. Sob a chancela de discursos moralistas e da pressão do lobby masculinista, ferramentas de salvaguarda da infância são esvaziadas para dar lugar a instrumentos de coerção contra a mulher. A mãe que protege o filho da violência doméstica, que aponta o calote deliberado ou que denuncia suspeitas graves de abuso passa a ser enquadrada como a "agressora" do processo. O Estado deixa de ser o garantidor de direitos para se tornar a tropa de choque do opressor.

​Votar no projeto que te silencia é assinar a autorização para a própria ruína.

​A vida de milhares de mães solos e violentadas atinge o seu limite quando a paranoia redpill e o ressentimento privado ganham o carimbo da maioria parlamentar. O resultado prático dessa aliança reacionária é o cativeiro processual: a ameaça constante de perda da guarda, a contaminação de laudos e a iminência da prisão para quem se recusa a entregar o filho à violência. Denunciar essa engrenagem e rejeitar os seus fiadores políticos é o único caminho para não permitir que o medo vire norma de Estado.

​Hoje, votar no PL é se preocupar mais com a palavra da mãe do que com o abuso do agressor. É validar as violências dos genitores (que já são inúmeras) e trazer mais pânico às mães e crianças.

​Fiquemos conscientes de nossas lutas por segurança, em relação ao feminicídio, às peças processuais abusivas e ao fato de que o judiciário já é bastante permissivo.
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​Tenhamos medo, mas não deixemos a luta. O PL não nos quer ativas. Tenham certeza.
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​Maternemos. by @editorahecatombe
393
4 days ago
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Em pré-venda a primeira plaquete da Coleção "Colo e ruína", de Myriam Scotti, "Escrevernar entre ruínas", com desconto de 10% até 5 de novembro, direto em nosso site. Link na bio. 
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"O problema não é a maternidade, mas o modelo que a privatiza e a deposita quase inteiramente sobre uma mulher."
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Conheçam as coleções anteriores, Mãe leva outra e Mãe leva mais uma. 
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Maternemos!!! by @editorahecatombe
25
11 days ago
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Chamada aberta para o recebimento de originais.

Publicação de livros e plaquetes sobre as maternidades.

​Depois de escavar a ruína, o cativeiro e a violência, abrimos o campo para que todas as dimensões da maternidade sejam traduzidas em literatura. Até o dia 30/09/2026, a Editora Urutau, por nosso selo político Hecatombe, recebe propostas de todos os gêneros literários e artísticos que pensem, tensione e atravessem a complexidade de gestar, criar, perder, resistir e existir.

​Buscamos textos que contemplem a ruína, mas também o colo. A solidão, mas também a invenção da comunidade.

Queremos originas que tratem das violências e da saúde mental, da exaustão e do desejo, do luto e do júbilo, da neurodivergência, das maternidades atípicas, periféricas, solo, adotivas, invisibilizadas e dissidentes. Não buscamos o mito nem a romantização: queremos a precisão do diagnóstico e a força da linguagem.
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​Esta não é uma antologia, mas uma convocatória para publicações individuais (ou de coletivos) para integrar a Coleção Colo e Ruína, que sucede as coleções "Mãe leva outra" e "Mãe leva mais uma".

​Como enviar:

​Enviar o manuscrito em formato Word para: hecatombe@editoraurutau.com.br

​Assunto: Coleção Colo e Ruína

​No corpo do e-mail incluir: nome, cidade onde reside, livros/autoras da casa que conhece, redes sociais e um breve relato sobre as motivações que te levam a escrever sobre maternidade.
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​Continuamos em busca de propostas, debates, mediações e encontros presenciais ou virtuais sobre o tema.
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​Maternemos. by @editorahecatombe
58
a month ago
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Amostra grátis de Desabafos do Planalto!

A gente te espera segunda, dia 14 de setembro, às 19h, no @fuskabar2.0 

Vamos eu e @guilhermemcn - coautor-, e @rqbarata - ilustrador. O livro vem pela @editorahecatombe - selo da @editoraurutau taken in Fuska Bar 2.0 by @editorahecatombe
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a month ago
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Aí, já tá sabendo? Segunda, dia 14 de setembro, vamos estar lá no @fuskabar2.0 às 19h pro lançamento de Desabafos do Planalto, livro assinado por mim e pelo @guilhermemcn e ilustrado por @rqbarata 

O livro vem pela @editorahecatombe selo da @editoraurutau e tá num momento mais que propício pra gerar discussão, risada e se pá até umas polêmicas aí pré eleitorais taken in Fuska Bar 2.0 by @editorahecatombe
2
a month ago
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🎈📚 LANÇAMENTO

Chegou livro novo! Assinado por @joaoschlaepfer e @guilhermemcn e ilustrado por @rqbarata *Desabafos do Planalto* vai ser celebrado no dia 14 de setembro, uma segunda-feira, no @fuskabar2.0 às 19h

O livro vem pela @editorahecatombe que é selo político da @editoraurutau 

Bora? taken in Fuska Bar 2.0 by @editorahecatombe
2
a month ago
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A Bienal é isso: encontrar uma leitora que pede uma curadoria especial.
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Entre títulos premiados e tantos outros que, embora ainda não tenham recebido todo o reconhecimento que merecem, deveriam estar nas mãos de muito mais leitores.
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É uma alegria selecionar, apontar caminhos e viver, na prática, a experiência de editar livros: escolher histórias, acreditar nelas e colocá-las nas mãos de leitoras incríveis.

É por isso que estamos aqui.
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Estamos no estande H80 até o dia 13 de setembro.
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Vem pra cá! taken in Bienal do Livro SP by @editorahecatombe
17
a month ago
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30 agosto /// Livro do dia
"Psicanálise, fascismo e (de)colonial idade" taken in Feira do Livro do Porto by @editorahecatombe
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2 months ago
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A milícia do clã é o braço financeiro e institucional que viabiliza a paternidade parasitária. Trata-se do fenômeno em que a família de origem assume os custos de moradia do não tão jovem genitor, advogados, taxas e estratégias judiciais para terceirizar a infantilidade do homem adulto e garantir a continuidade do controle sobre a mãe.

Nessa mecânica de lealdade transgeracional, o genitor funciona como um parasita duplo: consome a vitalidade e a saúde mental da mãe do seu filho ao mesmo tempo em que se alimenta da tutela e do bolso dos próprios pais. Para não arcar com os custos reais da infância e com as responsabilidades da autonomia adulta, ele entrega a gestão da sua vida ao clã familiar. A avó e o avô paternos passam, assim, a financiar o litígio, ditar as regras dos ataques e instrumentalizar a criança como um troféu de vingança retroativa.

A transferência de recursos do clã para a disputa judicial e o incentivo real para animosidades, não busca o bem-estar da infância, mas a manutenção de uma aliança tóxica fundada na negação da própria culpa.

A mãe não enfrenta apenas a ausência de um genitor, enfrenta uma estrutura corporativa familiar montada para estrangulá-la financeira e psiquicamente.
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A chamada para recebimento de originais para a terceira coleção materna, Colo e ruína, está em andamento até o final de setembro

Todas as informações estão aqui na página e no post fixo da @editoraurutau.
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Maternemos!!!! by @editorahecatombe
131
2 months ago
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Chamada aberta para o recebimento de originais!
Publicação de livros e plaquetes sobre maternidade.

Até o dia 30/09/2026, receberemos material de todos os gêneros literários e artísticos que discutam, reflitam e atravessem as complexidades da maternidade, os escombros, o cansaço e a ruína, mas também a urgência do colo. Um espaço para olhar não apenas para a criança, mas para o acolhimento, o amparo e o sustento da própria mãe.

Acolhemos lutas individuais e políticas, além de pautas em geral: violências, saúde, redes de apoio, crises, lutos e vitórias.

Não é antologia, serão publicações individuais.
Publicações de coletivos também serão aceitas.

Esta é a coleção que sucede a "Mãe leva mais uma" — será a terceira sobre esse tema tão potente e importante para essa casa editorial. 

Como enviar:

Enviar material em Word para o e-mail: hecatombe@editoraurutau.com.br

No assunto: Coleção Colo e Ruína

Incluir no corpo do e-mail: nome, cidade onde reside, quais livros/autoras da casa você conhece, redes sociais e, se possível, os motivos que te levam a escrever/produzir sobre maternidade.

Continuamos em busca de propostas, interesses, mediações, debates, saraus e encontros presenciais ou on-line sobre o tema!
Todo envolvimento será muito bem-vindo.

Agradecimento especial às autoras das primeiras coleções, que continuam abraçando e fortalecendo essa causa.
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Data muito importante hoje, aniversário de 16 anos da lei que mais fere mães e crianças, alienação parental. Desejamos fortemente sua revogação imediata. 
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Maternemos! by @editorahecatombe
189
2 months ago
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A paternidade parasitária não é uma falha de caráter isolada: é uma tecnologia social de expropriação. Ela acontece quando o genitor usa a vida, a renda e a saúde mental da mãe como fonte inesgotável de recursos para manter a própria liberdade intocada.

​Nessa dinâmica, a sociedade naturalizou o corpo materno como o único viável para garantir a sobrevivência física e emocional da criança. O parasitismo se consolida no detalhe: o genitor consome a estrutura invisível de cuidado, a gestão da rotina, as noites em claro, as renúncias profissionais, para surgir apenas no palco social como o "bom pai", externalizando todos os custos reais da infância para o bolso e para a psique da mulher.

Em análise, Silvia Federici aponta que o patriarcado estruturou a maternidade como um trabalho invisível e não pago, transformando a doação materna no pilar silencioso sobre o qual os homens edificam sua autonomia, carreira e tempo livre.

​Para que o parasita prospere, o hospedeiro precisa ser mantido em estado de exaustão permanente. Tentar sufocar a mãe no litígio ou na sobrecarga financeira não é um acidente de percurso, mas um método calculado para impedir sua autonomia. 

Romper com essa lógica exige expor a engrenagem: a responsabilidade de criar um filho não é uma dádiva que o homem concede quando quer, mas um dever estrutural que a maternidade se recusa a carregar sozinha.
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Às vésperas do novo chamamento de originais para a próxima coleção materna da editora, publicaremos uma série de reflexões sobre as múltiplas perspectivas que atravessam a maternidade. Aproveitando a proximidade do período eleitoral, o convite é para politizar o debate e transformar o diagnóstico em ação.
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Maternemos!!!!! by @editorahecatombe
95
2 months ago
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