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um podcast sobre as questões da vida e da morte, por @sukevicius
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5 months ago
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Morre Cid Moreira, uma das mais conhecidas vozes do telejornalismo brasileiro. by @finitudepodcast
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2 years ago
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Sergio Mendes, ícone da bossa nova, nos deixou hoje. by @finitudepodcast
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2 years ago
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Morreu hoje um pedaço da história da televisão brasileira. Silvio Santos. by @finitudepodcast
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2 years ago
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Episódio novo no ar: @sukevicius conversa com @jr.belle, autor do livro “Retorno ao ventre”, lançado pela @editoraelefante. Além de literatura, eles falam sobre morte, luto e legado. O que fazer quando a história da nossa família é, na verdade, um trauma? by @finitudepodcast
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2 years ago
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A @wendy_psicologa cresceu correndo por cabines de avião e aeroportos. Um dia, seu pai, piloto de avião, foi morto em pleno voo. Enlutada, ela passou anos com medo de voar até que descobriu que seus monstros não estavam no ar, mas em terra firme.

O Finitude está no ar, em todos os tocadores. by @finitudepodcast
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2 years ago
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Valeu, Ziraldo! 🖤 by @finitudepodcast
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3 years ago
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🎧 FINITUDE DE VOLTA! Tem episódio inédito em todos os tocadores. @sukevicius conversou com a psicóloga Vanessa Gazetta (@mundointernopsi). 

Um dia ela descobriu que uma de suas pacientes online havia morrido. O que fazer diante disso? Com quem falar? Que luto é esse? 

É um relato bonito e surpreendente de uma pessoa diante do inescapável sentimento de perda. by @finitudepodcast
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3 years ago
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Tem uma temporada nova do Finitude chegando! Em abril, novos episódios pra vocês! Serão entrevistas com gente que olha pra vida, do começo ao fim dela. Quem vocês gostariam que fosse entrevistado? 🤔 by @finitudepodcast
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3 years ago
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Morreu Mário Jorge Lobo Zagallo, lenda do futebol e o maior vencedor das Copas do Mundo, aos 92 anos, no Rio. by @finitudepodcast
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3 years ago
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O conceito de gamificação está bem presente em muitos ambientes de trabalho. O sujeito precisa percorrer fases num tempo determinado e atingir metas ao longo de um percurso, podendo ou não receber prêmios ou bônus ao longo da jornada. Se o trabalho for bom, recebe cinco estrelas. 

De forma intencional ou não, empresas aplicam essa dinâmica na rotina dos empregados e, como o trabalho engole uma boa fatia da nossa vida, acabamos por reproduzir e aplicar aos momentos sem crachá a tal da gamificação da nossa existência.

As retrospectivas de Instagram nessa virada de ano mostraram bem essa busca por enxergar a passagem dos dias como fases que foram bravamente enfrentadas, como se fôssemos um Mario Bros desviando de cogumelos e entrando por encanamentos em busca de um novo desafio, vencendo (de algum jeito) no final.

Claro que viver é uma puta jornada. Mas às vezes passamos pela fase do deserto e do fundo do mar ao mesmo tempo. Entramos numa caça a moedinhas tomando fôlego pra enfrentar o mestrão sem nem ter chegado à final. E levando bomba, muita bomba, perdendo um monte de vida. Tudo meio bom e ruim ao mesmo tempo. Quase sempre levando um tempo bem maior que o esperado.

Meu maior choque é perceber que muitas vezes não há prêmio no final dessa correria. Matar os bichos pelo caminho, correr muito e chegar a tempo é só a obrigação. A gratificação (ou o prazer) está em outro lugar. Tem uma música muito boa da cantora Alzira E. que diz “Cheguei. E a chegada nem é lá”. 

#OSolExplodira11 by @finitudepodcast
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3 years ago
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Às vezes acho que peso muito a mão nos textos que publico nesta sessão #OSolExplodirá. De fato, estou na margem oposta dos conteúdos reconfortantes e reafirmadores de ideias do Instagram. E há um certo gozo da minha parte em dar uns chacoalhões, confesso.

É que os temas tratados no projeto Finitude nos são inescapáveis, sobretudo o envelhecer e o morrer. Quando você se dá conta não consegue mais desver. É tipo quando identifica um rosto num objeto qualquer. Tentamos fugir, mas não conseguimos. 

Quando largamos um pouco o celular e nos olhamos diante do espelho somos expostos à inevitável notícia: o tempo passa. E mais: o tempo passa no ritmo que ele quer, geralmente mais lento do que a nossa ansiedade demanda. A água mole não chega arrombando a pedra dura. Ela vai batendo, batendo, batendo até furar.

O cenário de 2024 pode até ser diferente do de 2023, mas relaxe. Talvez a mudança não seja do último segundo do velho para o primeiro segundo do novo ano. As coisas mudam no tempo do próprio tempo. A vida não tem virada de página, a vida tem transição.

#OSolExplodira10 by @finitudepodcast
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3 years ago
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