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Escritora e sexóloga
PhD PUC-Rio & Sexologist CSC
Na Suécia desde 2011 ❤️
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+ Desafio Escrita Erótica
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Sábado saiu minha entrevista para a BBC Brasil - também publicada na Folha de S.Paulo - conduzida com muita sensibilidade pela jornalista Marina Rossi.

Falar de não monogamias consensuais em plataformas de referência como essas abre espaço para conversar com seriedade sobre um tema que costuma ser reduzido a caricaturas. 

Estamos diante de um campo legítimo de estudo, pesquisa e prática clínica, além de experiências reais vividas por milhões de pessoas no mundo - sem hierarquizar formatos, sem romantizar nenhum deles.

Tenho clareza do estigma que acompanha o tema, mas também da beleza que existe em nomear o próprio desejo, negociar limites e construir laços afetivos que façam sentido para os envolvidos, sejam eles monogâmicos ou não.

O ponto central é o consentimento, autonomia e honestidade, não um modelo específico.

Que esse debate siga vivo e, sobretudo e principalmente, plural.

Para quem quiser se aprofundar nas premissas das não monogamias consensuais (no plural), tenho carrosséis e vídeos aqui no feed, além de listas de referências para cada principal formato (swing, relacionamento aberto, poliamor em suas multiplas variacoes, anarquia relacional, relacoes livres, nao monogamia política).

Agradeço às editoras @egalaxia  @editorapatua e @popstoriesbr pela publicação dos meus livros e audiolivros “Emma e o sexo” e “Emma e o poliamor”. 

e à BBC por essa entrevista com seriedade e abertura.

Fotografia: @thorethor 
Música “O Quereres” do nosso
@caetanoveloso

❤️ by @ilanaelea
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a year ago
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Nossa! Wow! 

På det mest ansedda och älskade nordiska talkshow om litteratur, @svtbabel, delade jag essensen av min bok Emma. När Jessika Gedin läser högt en passage från boken känns det så skönt, surrealistiskt! Vilket fint reportage av Johan von Sydow! Välkomnar er till Mälarhöjdens Lusthus, din sexmottagning i orten. Ni kan se hela avsnittet på SVT Play eller direkt på TV nu på söndag den 17 mars.

On the most esteemed and beloved Nordic talk show about literature, @svtbabel, I shared the essence of my book Emma. When Jessika Gedin reads aloud a passage from the book, it feels so delightful, surreal. Welcome to Mälarhöjdens Lusthus, your sex coaching private practice in the neighborhood. What a great report by Johan von Sydow! You can watch the full episode on SVT Play or directly on TV this Sunday, March 17.

No talk show nórdico mais respeitado e amado sobre literatura, @svtbabel, compartilhei a essência do meu livro Emma. Quando Jessica Gedin lê em voz alta um trecho do livro, parece surreal, maravilhoso. Sintam-se muito bem-vindos na Mälarhöjdens Lusthus, o seu consultório de sexologia/sex coach aqui no bairro. Que reportagem mais simpática a do Johan von Sydow! Dá para assistir ao episódio completo no SVT Play ou diretamente  pela TV pública sueca neste domingo, 17 de março. Vou deixar o link no Stories.

#emmaenerotiskberättelse Översättning: Örjan Sjögren @lavaforlag #emmaeosexo @egalaxia Book illustration: @evauviedo @malarhojdenslusthus Inredning av Lusthuset: @cobe.se by @ilanaelea
41
3 years ago
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Fantasiar com mais alguém é comum. Sentir ciúme também. E, para algumas pessoas, o ciúme faz parte do desejo.

O que muda é o que se faz quando ele chega.

Me escreva.

#sexologia

#naomonogamia #consensualnonmonogamy #ciume #fantasiasexual 

***

Imagining a partner with someone else is one of the most common sexual fantasies. Jealousy can come with it, or become part of the desire itself.

This carousel covers what jealousy is, how it shows up across cultures and relationship styles, three types of jealousy, the difference between a boundary, an agreement and control, and what helps before, during and after.

Jealousy doesn’t disappear. What changes is what you do when it arrives.

Sources: Lehmiller, Tell Me What You Want (2018); Loree, Open Deeply (2022); de Visser & McDonald (2007, via Scoats & Anderson, 2019); Balzarini et al. (2021); Flicker et al. (2022); Barelds & Barelds-Dijkstra (2007); Hamilton, Morrison & Gioia (2024); Hupka & Ryan (1990, via Martínez-León et al., 2024); Kuppens et al. (2006); Mogilski et al. (2019, 2026); Anderson et al. (2025); Fern, Polysecure (2020); Gama Salazar, The PolyKink Therapist (2026).

Message me. taken in Mälarhöjdens Lusthus by @ilanaelea
28
7 days ago
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Fantasias de submissão? 

* Para acompanhamento do seu caso, deixe email por DM.

Para saber mais sobre dinâmicas BDSM recomendo o perfil em português @chicotadaspodcast 

Em inglês: 
• Kink and Polyamory Aware Professionals Directory (KAP)

+
Clinical guidelines for working with clients involved in kink

+ sexual fantasies, BDSM and kink 
@sergiorebelotherapy @theeroticlifepodcast 

+
@theedgeofexcellence
@docyuroc.yulindarenee 

+ 
@drsarahashton ♥️

*** 
Why would someone choose to be dominated in bed?

BDSM rivals group sex as the most common sexual fantasy theme, and more people fantasize about giving up control than taking it (Lehmiller, Tell Me What You Want, 2018, more than 4,000 US adults).

When 227 practitioners of submission and masochism explained what draws them, their answers fell into three groups: power (46%), physical pain (37%) and an altered state of mind (28%), which the community calls subspace (Labrecque, Potz, Larouche & Joyal, 2021).

A rope can be all three at once. What matters is the erotic meaning it takes on between you (Faccio, Casini & Cipolletta, 2014).

Wanting submission in sex does not mean wanting it elsewhere in life. (Hawley & Hensley, 2009, as reported in Brown, Barker & Rahman, 2020).

Consent marks the limit and opens the yes: negotiated beforehand, with a safeword (Faccio et al., 2014). A review of 60 studies found no support for the idea that BDSM practitioners have more mental health or relationship problems than the general population (Brown, Barker & Rahman, 2020).

Fantasy and consensual practice, between adults.

#sexologia #fantasiaseroticas #consentimento #bdsm by @ilanaelea
258
16 days ago
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Da série: pesquisas empíricas! ♥️
Saiu em maio agora, no Journal of Sex & Marital Therapy, a primeira pesquisa que perguntou a quem vive poliamor, com pergunta aberta, o que é difícil na relação deles. Quando vi o nome da Amy Moors entre os autores, pensei: que bom, mais uma vez ela. É quem vem pesquisando não monogamia há mais de dez anos, do prestigioso Kinsey Institute.

No carrossel, trago o que a pesquisa achou e os meus comentários, slide a slide, com fonte. A resposta não foi ciúme.

Quer estudar não monogamias comigo? Escreva aqui e eu te mando mais informações.

Published in May 2026 in the Journal of Sex & Marital Therapy: the first open-ended content analysis of the challenges of polyamory. 219 adults currently in a polyamorous relationship, 763 responses, 15 themes. Time management came first (72.6%), stigma second (48.0%), jealousy third (35.2%). Amy Moors (Chapman University and the Kinsey Institute) is second author; she has studied consensual non-monogamy for over a decade: stigma (2013), unique relationship benefits (2017), attachment across multiple partners (2019), prevalence and desire for polyamory in a US national sample of single adults (2021), and a 2025 guide for psychologists.

The paper uses CNM as the umbrella, with polyamory as one type alongside swinging and open relationships. It also documents the clinical gap: therapists rating CNM clients lower and attributing their problems to “lack of monogamy”, and training materials that never mention CNM. Limits the authors name: online polyamory communities, 79.9% white, no breakdown by configuration.

Sources:
Boudreau, P., Moors, A. C., McConnell, L., Su, K., & Camilleri, S. (2026). Journal of Sex & Marital Therapy, 52(5), 530-543.
Moors, A. C., Matsick, J. L., Ziegler, A., Rubel, J., & Conley, T. D. (2013). Analyses of Social Issues and Public Policy, 13(1), 52-69.
Moors, A. C., Matsick, J. L., & Schechinger, H. A. (2017). European Psychologist, 22(1), 55-71.

#poliamor #naomonogamia #naomonogamiaconsensual #sexologia #consensualnonmonogamy by @ilanaelea
45
a month ago
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Fantasia em ser visto, em ser vista

Por que te excita tanto imaginar em ser visto, imaginar em ser vista?

Essa pergunta chega na minha caixinha quase toda semana, e quase sempre com um “isso é normal?” junto. A sexologia troca a pergunta: quem está olhando? Cada olhar acende uma coisa diferente, e a fantasia pode morar em seis lugares. No vídeo, os seis, com nome e pesquisa na tela. Me conta na caixinha qual é o seu.

Why does being watched turn so many people on? Sexology asks a better question: who is watching? Each gaze lights something different, and the fantasy can live in six places: the mirror, your partner’s gaze, a scene whispered in bed, a third person invited to watch, the party, the agreed scene.

The science behind each one is on screen: erotic self-focus (Fertel & Meana, 2015), object of desire self-consciousness (Bogaert & Brotto, 2014; Meana, 2010), the erotic obstacle (Morin, 1995), and the numbers from 4,175 US adults (Lehmiller, 2018): being watched is a more common fantasy than watching, and 40% of heterosexual women have imagined being watched by their own partner with someone else.

One line holds all six: whoever did not choose to be in the scene is not part of it.

Which of the six is yours?

#sexologia  #voyeurismo #exibicionismo #letramentoerotico  #consentimento taken in Mälarhöjdens Lusthus by @ilanaelea
120
a month ago
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{Carrossel denso para base de estudo}

Desde os últimos carrosséis eu ouvi de tudo.

Ainda bem que boa parte dos comentários continua lá para vocês lerem. Alguns sumiram, apagados por quem escreveu, depois de chamar o conteúdo que trouxe aqui de m**da  pra baixo.

Ouvi que monogamia e hierarquia pertencem a uma área só do conhecimento, e que fora da interpretação dela o resto do mundo estaria usando as palavras de forma incorreta.

E não, gente, calma. A crítica antiopressiva vem caminhando na sociedade inteira, e chegou nas não monogamias consensuais desde o começo, por dentro.

Este carrossel mostra de onde vem a exigência de expulsar e o que ela apaga. E mostra por que o campo internacional opera de outro jeito: nomear primeiro, investigar depois.

Estou montando um grupo de estudos e trocas sobre isso. Quer entrar? Me escreve na DM. Guarda-chuvitos de toda espécie, do swing à anarquia relacional e +

 The international field uses consensual non-monogamy as an umbrella term for relationships in which partners agree on some form of sexual or romantic non-exclusivity. The American Psychological Association’s Division 44 Committee on Consensual Non-Monogamy, proposed in 2018 and made permanent in 2021, defines it that way and lists polyamory, open relationships and swinging among its common forms. The Handbook of Consensual Non-Monogamy (Vaughan and Burnes, Rowman and Littlefield, 2022) rests on the same premise, and so do community organisations, rights advocacy, and Polyamory Day on 23 November.

#sexologia #naomonogamia #naomonogamiaconsensual #consensualnonmonogamy #naomonogamias by @ilanaelea
55
a month ago
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Fantasias com estranhos, desconhecidos. Sentir mais excitação por alguém que você está conhecendo do que por quem já te conhece bem é mais comum do que parece. Três principais razões, e o que esse sentimento ensina.

Para conversar sobre as suas fantasias e relacionamentos, envie DM para agendar a sua sessão. 

***
Feeling more aroused with someone new than with a long-standing partner is common. Sexual desire and romantic attachment run on functionally independent systems that can point at different people at the same time (Diamond, 2003; Fisher, 1998). What relaxes with someone new is inhibition: the classic brakes, feeling criticised, rejected, pressured, exist because there is a history with that person (Bancroft & Janssen, 2000). For some, attachment avoidance adds to it (Schachner & Shaver, 2004); for many others, intimacy and partner responsiveness are precisely what ignite desire (Birnbaum et al., 2016). Familiarity itself calms eros, which needs distance (Perel, 2006). Fantasy, at least, stays free: 97% of 4,175 US adults report sexual fantasies (Lehmiller, 2018).

Book your session ♥️

#sexologia #fantasias #erotismo #sexualidade taken in Mälarhöjdens Lusthus by @ilanaelea
231
a month ago
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quem cabe na não monogamia?

tem gente decretando q não cabe: q swing, relação aberta, trisal, polifidelidade, poliamor com vínculo central n podem usar o nome. q não monogamia sò vale de acordo com as suas pròprias definições.

esse carrossel responde com a história. trinta anos do termo nao monogamia, ano a ano: o nome nao monogamia nasceu na comunidade, feito amplo de propósito, e é com ele q operam os periódicos, as associações e os movimentos. 

a expulsão vem de uma corrente, e é escolha dela; a literatura q sustenta o guarda-chuva nunca precisou de separatismo, muito pelo contrario.

*pra alguns grupos o termo hierarquia se refere apenas como autoridade e poder sobre a escolha do outro. 

entretanto, para o campo das nao monogamias consensuais, relacionamentos não monogâmicos hierarquicos sao os que tem vínculo central nao por autoridade e poder sobre o outro, mas por acordos consensuais e preferencias. 

*** ah, e antes que venham dizer q hierarquia só vale como no dicionário e q psicologia e sexologia n podem usar a palavra: se dicionario mandasse em conceito, a física n podia chamar trabalho de força, já q trabalho é emprego. Estresse seguiria sendo pressão sobre metal, q é de onde a psicologia pegou emprestou. depressao seria só afundamento de terreno.

por isso a recomendação da casa aqui: separar o formato relacional, qq q seja, das práticas de cada caso e as estruturas q atravessam. o resto estereotipa.

Who owns the name? Some now decree that open relationships, triads, polyfidelity and hierarchical polyamory cannot call themselves non-monogamy, that the name belongs to the political current alone. This carousel answers with thirty years of history.

♥️

#sexologia #naomonogamia #consensualnonmonogamy taken in Mälarhöjdens Lusthus by @ilanaelea
39
a month ago
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***Salva esse carrossel pq está informativo e denso como vcs que me acompanham merecem. Voltem com calma depois. ♥️

*** sobre a palavra hierarquia aqui: uso no sentido em q ela vem sendo usada contra trisais, polifidelidade e poliamor com vínculo central, o de preferência e prioridade entre vínculos.

A contribuição das não monogamias consensuais (consensual non monogamy): operar com não monogamia como termo inclusivo, pluralista e sex positive, em todo o espectro do guarda-chuva. Este carrossel traz pontos de reflexão para quando um nome, ou um arranjo relacional, passa a ser cobrado por práticas e estruturas que são de outra ordem. A reflexão não é sobre quem escolhe viver sem hierarquia, na anarquia relacional ou no poliamor não hierárquico, escolhas que casam com visões de mundo e de política de cada pessoa. É sobre a arrogância de arranjos que decretam que só sem hierarquia se é ”não monogâmico de verdade”, e dos que zombam de quem vive o espectro à sua maneira.

The internacional position: consensual non-monogamy as an inclusive, pluralist, sex-positive umbrella term covering the whole spectrum. This carousel offers points for reflection on what happens when a name, or a relational arrangement, is judged by practices and structures that belong to other questions. It is not about people who choose to live without hierarchy, in relationship anarchy or non-hierarchical polyamory, choices that fit each person’s worldview and politics. It is about the arrogance of declaring that this is the only way to be non-monogamous, and of mocking those who live the spectrum differently. Sources: Arter & Bunge (2025); Fogarty (1994); Fisher et al. (2002); Schacht & Kramer (2019); Moors et al. (2015, 2019); Balzarini et al. (2017); Haupert et al. (2017); Sheff (2005).

#sexologia #naomonogamia #naomonogamiaconsensual consensualnonmonogamy by @ilanaelea
179
2 months ago
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Acho chique estar ciente que o termo “não monogamia” é inclusivo, pluralista e sex positive. ♥️ Muito chique não estigmatizar formatos relacionais ♥️ Chiquérrimo poder diferenciar, caso a caso, qual o formato relacional escolhido, as práticas que se adotam em cada relacionamento e as estruturas que se tensionam ou aproximam - sem estereotipar à priori. ♥️Ultrachique permitir-se, a partir da especificidade do seu formato relacional, a fazer parte e se integrar em uma luta comum por visibildiade de todas as praticas nao monogamicas consensuais. 

Keep dancing!

Your non-monogamy isn’t real.” If you’ve heard that, remember: the umbrella term, plural and inclusive, is the official one in professional training and peer-reviewed research, defined by a single criterion, an agreement of non-exclusivity with the consent of everyone involved (APA Division 44).
References: APA Division 44; Rubin (1984); McWhirter & Mattison (1984); Sheff (2014); Haupert et al. (2017); Fonseca (2000); Cardoso (2024).

#naomonogamia #naomonogamias #naomonogamiaconsensual #consensualnonmonogamy #sexologia taken in Mälarhöjdens Lusthus by @ilanaelea
70
2 months ago
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”The Secret Garden” - vc sabe a historia por trás desse livro? E o motivo pelo o qual a autora engavetou o seu original? 

Desafio de Escrita Erótica da Lusthuset: 55 pessoas escrevendo até 12 de setembro. Inscrições fecham hoje, link na bio.

———

In 1973, an editor objected to a single page of a novel. Nancy Friday took the novel back and shelved it, then went and asked real women what they imagined: her friends first, then through ads in newspapers and magazines. Hundreds of letters and cassette tapes arrived.

My Secret Garden (1973) was the first published collection of women’s sexual fantasies. Two million copies, ten languages, banned in Ireland.

Fifty-three years later, the request is the same. This year in Portugal, Campos, Leal and Costa asked 60 adults to write short erotic scenes at home, at least twice a week. Less sexual distress, more pleasure.

Last week I opened the Lusthuset Erotic Writing Challenge. 55 people signed up in a few days.

Sources: Nancy Friday, My Secret Garden, 1973. Octavio Paz, La llama doble, 1993: ”el erotismo es sexualidad transfigurada: metáfora”. Campos, Leal & Costa, The Journal of Sexual Medicine, 2026.

#desafioescritaerotica  #lusthuset #nancyfriday #sexologia by @ilanaelea
42
2 months ago
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