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Ciência e conservação do mar brasileiro.
Pesquisas, expedições e descobertas.
Acompanhe os bastidores com quem está em campo.
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former ReefSYN 🫱🏻‍🫲🏽
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✨ Estamos evoluindo! O perfil e grupo que vocês conheciam como ReefSYN agora se transforma em IntegraMAR. 🌊

A Rede IntegraMAR é dedicada ao estudo e à conservação dos ecossistemas marinhos brasileiros. Nossa missão é integrar conhecimentos para promover a gestão sustentável da biodiversidade e dos serviços marinho-costeiros do Brasil.

Essa nova fase é fruto da expansão e consolidação de parcerias e redes de pesquisa que vêm sendo construídas há mais de 10 anos, incluindo as redes SISBIOTA-Mar, PELD-ILOC e o próprio ReefSYN, nosso grupo de síntese ecológica.

No IntegraMAR, acreditamos que a disseminação do conhecimento científico é essencial para a conscientização sobre a importância da conservação e do uso sustentável dos nossos recursos naturais.

Fiquem por dentro das novidades e venham fazer parte dessa jornada conosco! 🌍🔬👀

🇺🇸: 

✨ We are evolving! The profile and group you knew as ReefSYN is now transforming into IntegraMAR. 🌊

The IntegraMAR Network is dedicated to the study and conservation of Brazilian marine ecosystems. Our mission is to integrate knowledge to promote the sustainable management of Brazil’s marine-coastal biodiversity and services.

This new phase is the result of the expansion and consolidation of partnerships and research networks that have been built over the past 10 years, including the SISBIOTA-Mar, PELD-ILOC networks, and ReefSYN, our ecological synthesis group.

At IntegraMAR, we believe that disseminating scientific knowledge is essential to raising awareness about the importance of conserving and sustainably using our natural resources.

Stay tuned for updates and join us on this journey! 🌍🔬👀 taken in UFSM Santa Maria by @integramar.br
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2 years ago
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Estudos mostram que áreas marinhas protegidas também sofrem com poluição por esgoto. O IntegraMAR investiga o problema em seis áreas protegidas do Brasil.

Confira o artigo completo no blog do Integramar

#integramar #ciênciamarinha #areasmarinhas taken in Reserva Biologica - Ilha Do Arvoredo by @integramar.br
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9 days ago
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Pesquisa de Iniciação Científica de @_alvsgabriel desenvolvida no @bgqmar através da rede de pesquisa @integramar.br e indicada aos Prêmios de Vídeo Destaque e Trabalho Destaque do Congresso de Iniciação Científica e Tecnológica da UFRN. 

Estudamos como a poluição plástica pode interagir com a acidificação oceânica e impactar o crescimento e a saúde dos corais.

Quanto orgulho de você, Gabriel! 💙

É a ciência brasileira fazendo a diferença! 💪 by @integramar.br
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9 days ago
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Como a ciência vem estudando a biodiversidade nas áreas marinhas protegidas brasileiras?

Um estudo pioneiro do IntegraMar analisou 191 artigos científicos realizados em 57 AMPs para entender onde as pesquisas se concentram, quais organismos recebem mais atenção e quais dimensões da biodiversidade ainda são pouco investigadas.

A produção científica cresceu, mas de forma desigual. Peixes aparecem em 58% dos artigos, algumas ecorregiões concentram grande parte dos estudos e a diversidade filogenética ainda é quase ausente na literatura analisada.

Mais do que reunir o que já foi publicado, o trabalho ajuda a identificar onde estão as principais lacunas e quais caminhos podem orientar as próximas pesquisas sobre biodiversidade marinha no Brasil.

Leia o artigo completo no blog do IntegraMar.

#IntegraMar #BiodiversidadeMarinha #ÁreasMarinhasProtegidas #CiênciaMarinha by @integramar.br
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12 days ago
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Nos últimos dias participei da Oficina de Avaliação do Risco de Extinção de Peixes Recifais, realizada no @icmbiocepene, em Tamandaré (PE), representando a rede @integramar.br

Foram dias de conversas, trocas de experiências e análises sobre o estado de conservação dos peixes recifais. A oficina reuniu pesquisadores e especialistas para avaliar o risco de extinção de diferentes espécies, considerando informações sobre distribuição, abundância, tendências populacionais, ameaças e outras pressões.

Entre os principais grupos avaliados estavam os Lutjanidae, os vermelhos, e os Labridae, que incluem os budiões. Esses peixes têm um papel importante nos ecossistemas recifais e também são muito relevantes para a pesca e para as comunidades que dependem dela.

Foi muito interessante participar desse processo representando uma perspectiva que conecta ciência, conservação e uso dos recursos pesqueiros, além de acompanhar o trabalho de diferentes profissionais envolvidos na avaliação e conservação da biodiversidade brasileira.

A oficina é uma das etapas do processo de atualização da Lista Nacional de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção, um trabalho técnico e importante para acompanhar o estado de conservação das espécies e orientar ações de pesquisa, conservação e gestão. by @integramar.br
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13 days ago
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Os recifes brasileiros ganharam um capítulo próprio no relatório Status of Coral Reefs of the World: 2025.

Entre 2016 e 2024, a cobertura estimada de corais duros no Brasil caiu de 26,6% para 17,6%. O capítulo também apresenta os dados de recuperação observados entre 2002 e 2016 e destaca a importância do monitoramento de longo prazo.

Leia o artigo completo no blog do IntegraMAR. Link na bio.

#IntegraMAR #RecifesDeCoral #BiodiversidadeMarinha #MonitoramentoMarinho by @integramar.br
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23 days ago
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Relaxa, é uma reunião rápida com poucas pessoas. 🫪😅#integramar by @integramar.br
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25 days ago
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🐳🐬🐋 MEGAFAUNA MARINHA PERDIDA | O que cartas, pinturas e relatos antigos podem revelar sobre a vida marinha? Há cinco séculos, baleias, golfinhos, peixes-boi, tubarões e outros grandes peixes eram encontrados aos milhares na costa brasileira. Após séculos de exploração predatória, porém, as populações desses grandes animais diminuíram drasticamente, deixando ecossistemas menos complexos, cadeias alimentares alteradas e uma biodiversidade reduzida. 

Para reconstruir esse passado, pesquisadoras vasculharam acervos de museus e bibliotecas e consultaram centenas de documentos históricos. Produzidos para descrever as riquezas da colônia, informar a coroa portuguesa e orientar futuros ocupantes, esses registros hoje também oferecem pistas valiosas para biólogos, historiadores e pesquisadores da conservação. 

Livros, cartas, pinturas e gravuras mostram, por exemplo, que a antiga abundância das baleias tornou-se oportunidade econômica, dada a escala e intensidade de sua exploração nesse período. Carne, óleo e barbatanas delas eram aproveitados para diferentes finalidades, além de outros grandes vertebrados e animais marinhos. 

Interpretadas e contextualizadas, essas peças ajudam a montar o quebra-cabeça da transformação dos oceanos mostrando o que perdemos, e reforçam a necessidade de proteger o que restou. Conheça essa história lendo o artigo das pesquisadoras Carine de Oliveira Fogliarini e Mariana Bender, do Laboratório de Macroecologia Marinha e Conservação do Departamento de Ecologia e Evolução da Universidade Federal de Santa Maria (RS), e da Rede Programa de Pesquisa em Biodiversidade IntegraMAR.

Leia mais no link na Bio e nos Stories. 

https://cienciahoje.org.br/artigo/declinio-da-megafauna-marinha-no-brasil/ 

#megafaunamarinha #Ciência #baleias #golfinhos #Conservação by @integramar.br
10
a month ago
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A inteligência artificial está aprendendo a reconhecer corais. Mas será que ela está olhando para a parte certa da foto? 🪸🔍

Em um estudo brasileiro, os pesquisadores observaram que peixes, sombras e até textos sobrepostos às imagens influenciavam as decisões dos modelos.

Esse é um dos desafios de transformar milhares de fotografias em conhecimento sobre o oceano.

Como os cientistas descobrem o que a IA está “olhando”? Contamos no novo artigo do blog do IntegraMar.

🔗 Leia no integramar.org/conteudos/

#IntegraMar #corais #ciência by @integramar.br
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a month ago
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Segurança alimentar também se constrói olhando para os oceanos. 
 
Um novo estudo publicado na Nature Food e liderado por pesquisadores do IntegraMar mostra que espécies comerciais brasileiras, como tainha, sardinha-verdadeira e caranguejo-uçá, podem oferecer nutrientes importantes que faltam na dieta da população, como cálcio, zinco e ômega-3. 
 
Mas aproveitar esse potencial depende de uma pesca bem gerida, capaz de conciliar alimentação, geração de renda e conservação dos recursos marinhos. 
 
É por isso que a ciência é tão importante: ela ajuda a orientar caminhos para que os oceanos permaneçam saudáveis, produtivos e capazes de alimentar as próximas gerações. 
 
Conheça e apoie nossas campanhas em brasil.oceana.org. Link na bio!

#Oceana #Pesca #PescaSustentável #Ciência #Oceanos by @integramar.br
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a month ago
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Esse é o peixe-cofre — Acanthostracion polygonium.

Por trás do “biquinho” e da aparência curiosa, há uma 
espécie com características bem particulares: o corpo é envolvido por placas ósseas espessas e unidas, geralmente hexagonais, formando uma carapaça rígida.

Vive principalmente em recifes de coral e habitats com corais moles e ocorre no Atlântico Ocidental, de Nova Jersey e Bermudas até o Brasil, incluindo o Caribe e as Antilhas. 

Sua dieta inclui esponjas, alcionários, tunicados e camarões, e a espécie pode atingir até 50 cm de comprimento total. 

Qual outra espécie dos nossos recifes deveria se apresentar por aqui?

Photo: @floetersergio

#peixecofre #IntegraMar #oceanos #peixes by @integramar.br
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a month ago
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Substratos artificiais, como píeres e quebra-mares, costumam virar "casa fácil" para espécies marinhas invasoras, a exemplo do coral-mole e do coral-sol. Por não encontrarem barreiras naturais, esses organismos exóticos se multiplicam rápido e ameaçam a biodiversidade local.

Para conter esse avanço, cientistas testaram uma estratégia preventiva: usar esponjas marinhas nativas como escudos biológicos. Como crescem rapidamente, essas esponjas locais ocupam o espaço nas placas antes das invasoras, impedindo a sua fixação.

Itaparica, na Bahia, foi um dos lugares onde placas com diferentes combinações de esponjas nativas permaneceram submersas durante seis meses, entre fevereiro e agosto de 2026. Outros estados também foram locais de experimentação: Rio de Janeiro, Paraná, São Paulo e Alagoas.

O projeto é realizado pela Rede IntegraMar (financiada pelo CNPq), com liderança da UESC e UFABC, em parceria na Bahia com a UFBA e o Projeto Mares/ONG PRÓ-MAR.

📸 Foto: Acervo IntegraMar

✍️ Repórter: Andréia Vitório.

🔗 Acesse o link na bio para entender como essa estratégia pode proteger nossos recifes de coral e evitar prejuízos ao ecossistema marinho. Foto em plano fechado de uma placa metálica marinha com textura áspera e porosa. O painel está coberto por esponjas marotas nativas em tons bege e arroxeados, intercaladas por incrustações vibrantes de cor vermelha. No canto superior esquerdo, um círculo amarelo destaca o ponto de contato entre a esponja nativa e a espécie invasora. No topo, uma tarja laranja traz o texto "OCEANO". Abaixo, uma faixa verde destaca o título: "Bahia testa esponjas nativas para conter espécies invasoras", seguido pelo logotipo da Eco Nordeste. by @integramar.br
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a month ago
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