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Pré-certificação Mind Institute
3 aulas ao vivo · 03, 04 e 05/11 · 19h
Liderança, engajamento e segurança psicológica
R$ 57 · inscreva-se 👇
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Conhecimento de alto nível não pode ficar restrito a poucos.

O Mind Institute é o braço educacional da Mind. Nasceu para transformar conteúdo de excelência em formação estruturada para quem toma decisões: líderes, profissionais de RH e consultores que buscam profundidade, método e aplicação real.

Na Certificação Avançada, são 16 semanas de formação, com 80 horas de conteúdo 100% online e certificado ao final. Você aprende no seu ritmo, com quem é referência no que ensina.

Mais do que uma capacitação: um padrão de formação para quem lidera pessoas e resultados.

Saiba mais pelo link na bio ou em joinmind.com.br

#MindInstitute #JoinMind #Liderança #RecursosHumanos #GestãoDePessoas by @joinmind.now
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4 days ago
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“Trouxemos os fundadores dos principais campos do conhecimento sobre bem-estar no trabalho, levando a pauta para outro lugar no Brasil.”

@euivanamoreira e @adrianadrulla, fundadoras do Mind Summit, fechando uma edição histórica: 77 palestrantes, 3 arenas, 12 workshops, 4 masterclasses.

Mas o que mais marcou não foram os elogios. Foi ver as pessoas saindo com o que queriam mudar já na segunda-feira.

Quem vem para o Mind Summit 2027? by @joinmind.now
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22 days ago
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Seu time performa melhor quando você entende o seu papel.

A Pré-Certificação em Liderança Positiva é uma inscrição para três aulas ao vivo. Cada aula trata de uma condição que a liderança cria:

Aula 1 · 03/11 · Liderança Consciente, com Adriana Drulla Como você responde à pressão sem agir no automático.

Aula 2 · 04/11 · Engajamento e Significado, com Tamara Myles Como as pessoas vivem o trabalho, e por que se desconectam mesmo entregando.

Aula 3 · 05/11 · Segurança Psicológica, com Elaine Lizeo O que se torna possível quando o time fala.

Quando uma dessas condições evolui, as outras evoluem junto.

São 3 aulas ao vivo, em português, sempre às 19h, com 1 prática por aula e certificado de participação. O investimento é de R$ 57.

Inscrições até 02/11. Saiba mais no link da bio.

#liderança #liderançapositiva #gestãodepessoas #segurançapsicológica #mindinstitute by @joinmind.now
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13 hours ago
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Resiliência não é algo com que alguns nascem e outros não.

No Mind Summit, a Tamara Myles trouxe o conceito da pesquisadora Ann Masten, uma das primeiras a estudar resiliência: ela chama a resiliência de “ordinary magic”, uma mágica comum. Ela não nasce de características extraordinárias, mas de características humanas do dia a dia, que todos nós temos e podemos desenvolver.

Isso muda a pergunta. Em vez de “eu sou resiliente?”, a pergunta passa a ser “o que eu estou praticando?”.

Seu desenvolvimento começou no Summit. Continua no Institute. Conheça a Certificação Avançada em Liderança Positiva no link da bio.

💬 Em qual situação do seu dia a dia você mais precisa de resiliência?

#resiliencia #psicologiapositiva #lideranca #desenvolvimentohumano #mindinstitute by @joinmind.now
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2 days ago
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Durante o Mind Summit, Susana Zaman, cofundadora da consultoria Maternidade nas Empresas, conversou com @caitomaiaoficial, fundador da @chillibeansoficial, sobre um tema que atravessa qualquer organização: relações humanas.

Não se trata apenas de criar políticas para mães, pais ou pessoas cuidadoras. Trata-se de reconhecer que, antes de qualquer cargo, função ou entrega, existem pessoas com histórias, relações e responsabilidades - que continuam acontecendo enquanto o trabalho acontece.

Na consultoria Maternidade nas Empresas, acreditamos que olhar para essa realidade não é um detalhe. É uma escolha sobre que tipo de empresas e de futuros queremos construir. by @joinmind.now
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2 days ago
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No Mind Summit 2026, os 12 workshops VIP foram pensados para transformar ciência em prática: duas horas de sessão, turma reduzida, certificação no fim. @carlatieppo, doutora em Ciências pela USP e pesquisadora de neurociência aplicada há mais de 30 anos, conduziu o workshop “Navegar a mudança”, sobre como o sistema de dopamina decide, sem pedir licença, qual comportamento vai se repetir.

O conceito central: dopamina não é sensação, é ação. Ela não registra o que você sente, registra o que você faz, e fortalece esse circuito de acordo com a emoção que você associa ao comportamento depois dele acontecer, não com o esforço mental que você colocou nele. O exemplo que ela deu foi a academia: a pessoa termina uma hora de esteira exausta e pensa “tá pago”, um alívio por ter se livrado de algo chato, como quem paga uma dívida e quer esquecer que ela existiu. Para o cérebro, esse alívio soa como “não vamos voltar aí, pode ficar tranquilo”, e na semana seguinte o córtex pré-frontal briga sozinho, inventando desculpa atrás de desculpa, para arrastar a pessoa de volta. A virada não é força de vontade. É trocar essa narrativa por algo como “eu gosto de vir aqui, eu arregaço essa esteira, eu me supero quando estou aqui”, validando o comportamento como desafio, não como obrigação da qual a pessoa acaba de escapar.

O mesmo mecanismo explica por que treinar liderança pela declaração não funciona. Carla citou o exemplo de um líder com anos de curso de inteligência emocional, que sabe de cor os princípios de escuta ativa e empatia, mas que, diante da pressão de bater uma meta, grita com o time de TI quando o sistema cai. Ele não deixou de ser quem é. O circuito automático que o sustenta sob pressão nunca foi treinado para responder de outro jeito, só o discurso foi. Cultura organizacional funciona pela mesma lógica: não é o que a empresa declara que seus valores são, é o comportamento automático que ela treinou nas pessoas para repetir quando ninguém está vendo o roteiro. by @joinmind.now
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3 days ago
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🟢 Segurança psicológica sem motivação pode virar zona de conforto. Com motivação, vira zona de aprendizado. 🟢

Amy Edmondson, professora da Harvard Business School, eleita duas vezes a pensadora número 1 do mundo em gestão e pioneira do campo de segurança psicológica, completou essa ideia em entrevista a Bel Mota no Mind Summit 2026. Para ela, a motivação vem do propósito, da vontade genuína de fazer o trabalho e de trabalhar com os colegas, e se soma a um sentimento de responsabilidade e posse sobre o resultado. É nesse encontro, responsabilidade, posse e segurança psicológica, que uma equipe realmente aprende.

Perguntada sobre o que está tentando mudar no próprio jeito de pensar, ela foi direta: está se abrindo mais para o papel da tecnologia na dinâmica humana. Resolver problema é esporte de equipe, mas o que trava isso quase sempre é comportamental, gente que não se manifesta, não sabe fazer boa pergunta, não sabe admitir erro. Ali está a aposta dela: usar a IA de propósito para desenvolver essas habilidades interpessoais, inclusive como espelho, mostrando para a pessoa, com dado, quando ela não está indo bem em algo que normalmente ninguém teria coragem de apontar. by @joinmind.now
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2 days ago
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As empresas que citaram IA como motivo de demissão saltaram de 7% para 40% entre janeiro e maio de 2026. Mas em nenhum dos maiores casos de corte anunciados assim, a empresa disse que estava demitindo porque a IA já fazia o trabalho daquela pessoa.

@michelleschneider, autora de “O Profissional do Futuro”, professora de futuro do trabalho na Singularity University, sócia da consultoria americana Signal & Cipher e colunista da CNBC, mostrou no Mind Summit 2026 três motivos reais por trás dessas demissões: ajuste de equipes mais enxutas para trabalhar com IA, migração de orçamento para infraestrutura de tecnologia e um fenômeno que ela chamou de “AI washing”, o equivalente ao greenwashing da década passada. Quando uma empresa anuncia que demitiu por causa da IA, as ações sobem na Bolsa, mesmo quando a IA não fez o trabalho de ninguém.

Ela citou também o maior estudo já feito sobre o impacto da IA em cargos de entrada, conduzido por Stanford, batizado de “Canary in the Coal Mine”: o mesmo nome que os mineiros davam ao canário que levavam para dentro da mina, porque o pássaro sentia o gás tóxico antes deles. Se o canário morria, o alerta vinha a tempo de salvar vidas. Para ela, o primeiro impacto real da IA no mercado de trabalho não deve aparecer em demissão em massa. Deve aparecer primeiro no desaparecimento silencioso das vagas de entrada, o canário avisando antes de o problema virar corte visível. by @joinmind.now
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5 days ago
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“Precisamos nos sentir à vontade para estar errados em território novo.”

Amy Edmondson, professora da Harvard Business School, eleita duas vezes a pensadora número 1 do mundo em gestão e pioneira do campo de segurança psicológica, disse isso a @belmota no Mind Summit 2026, depois de levar ao palco a palestra “As melhores equipes erram diferente”. Para ela, a mudança começa em aceitar que ninguém tem bola de cristal, e que não dá mais para enxergar o futuro do jeito que talvez desse antes.

O caminho prático que ela descreveu: colocar todo mundo no mesmo contexto, reconhecendo em voz alta que existe incerteza, interdependência e complexidade. Quando o time nomeia o desafio como desafio, em vez de fingir que não existe, ele deixa de ser só pesado e pode até ficar divertido de enfrentar junto. O passo seguinte é abandonar a ideia de acertar tudo na primeira tentativa, e substituir por uma pergunta prática: como a gente trabalha junto para chegar no objetivo? Isso significa pedir ajuda quando não se sabe o caminho, compartilhar ideia, discordar e debater, rápido e às claras. by @joinmind.now
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2 days ago
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“Burnout, para mim, é como o canário na mina de carvão.”

Christina Maslach, professora emérita de UC Berkeley e criadora do instrumento mais usado do mundo para medir burnout, trouxe essa imagem no Mind Summit 2026, para explicar por que tratar burnout como doença individual é um erro.

Mineiros levavam um canário para dentro da mina porque o pássaro sentia o gás tóxico antes deles. Se o canário morria, o problema não era o canário. Era a mina. Segundo ela, é exatamente assim que funciona o burnout: ele é o sinal de que o ambiente de trabalho está tóxico, não a doença em si. A Organização Mundial da Saúde, inclusive, já declarou que burnout não é uma condição médica.

E é aí que mora o erro mais comum, segundo ela: tratar o sintoma como culpa de quem adoece. “O que há de errado com você? Por que você não consegue lidar com o trabalho? Cuide-se. Seja mais resiliente. Trabalhe mais. Seja mais esperto.” Pedir isso é cuidar do canário, e deixar a mina exatamente como estava. by @joinmind.now
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8 days ago
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“Se você fica monitorando sua própria felicidade o tempo todo, ‘será que já estou feliz? já estou feliz?’, a pressão para ser feliz pode te deixar menos feliz.”

@sonjalyubomirsky, professora de Psicologia na UC Riverside, com 37 anos de pesquisa sobre felicidade e mais de 91 mil citações acadêmicas, disse isso a @belmota no Mind Summit 2026, logo depois de sua palestra “Por que os programas de bem-estar falham e o que a ciência diz sobre os que duram”.

No palco, ela já tinha nomeado esse mecanismo: é um dos seis jeitos pelos quais a busca pela felicidade pode sair pela culatra, o que ela chama de excesso de motivação. Quando alguém fica obcecado com a meta, em vez de viver a experiência, o monitoramento constante mina exatamente o que a pessoa está tentando sentir. É o mesmo princípio por trás de outro achado dela: gratidão praticada uma vez por semana aumenta a felicidade, mas praticada três vezes por semana perde o efeito. Dose importa tanto quanto em remédio.

Sobre o ambiente, ela foi direta: quando o lugar é realmente tóxico, chefe ruim, zero controle sobre a rotina, mudar isso vem antes de qualquer prática individual. Mas quando o ambiente já é razoável, o que mais pesa é como a pessoa interpreta a própria situação. by @joinmind.now
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3 days ago
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Daniel Izzo, cofundador da @voxcapital e pioneiro do investimento de impacto no Brasil, descreveu no painel “Quando o bem-estar entra na tese”, no Mind Summit 2026, o motivo por trás da due diligence mais dura da casa: um dia inteiro de workshop com a equipe fundadora, testando com post-it e relação causal se o propósito declarado no discurso resiste quando vira número.

A pergunta que sustenta esse teste é simples e incômoda: essa empresa quer gerar impacto de verdade, ou só sabia que dizer isso abre porta de investimento? Já aconteceu de fundadores desistirem no meio do processo, quando ficou claro que a resposta era a segunda.

É essa exigência que dá nome ao painel. Para Daniel, impacto real não é discurso de propósito, é critério de investimento com o mesmo peso de qualquer outro número de due diligence. E o motivo vai direto ao ponto do bem-estar: sem impacto real não existe significado, e sem significado o desengajamento vem em cascata, dentro da empresa investida e de quem trabalha nela.

Ele falou ao lado de Paula Benevides, da Natura, com mediação de @chrispelajooficial, âncora do Times Brasil, na CNBC. by @joinmind.now
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10 days ago
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