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A Menina Dança no Palco do @teatrorivalpetrobras 
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#TeatroRival #Petrobras #Teatro #Video #Cultura taken in Teatro Rival Petrobras by @julioluz79
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11 hours ago
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A MENINA DANÇA NO ỌMỌDÉ! 
A força da ancestralidade, a beleza da cultura afro-brasileira e a magia do teatro se encontram em uma história de coragem, liberdade e resistência!

No dia 24 de outubro, o espetáculo A Menina Dança chega ao Ọmọdé – Festival Sesc de Arte e Cultura Negra para a Molecada, no Sesc Bom Retiro, em São Paulo!

Por meio de ritmos, danças africanas, cantigas e muita ludicidade, as crianças são convidadas a conhecer a história de Maria Felipa, mulher negra que enfrentou as forças portuguesas na luta pela Independência do Brasil, tornando-se símbolo de coragem e resistência.

Uma experiência teatral que celebra nossas raízes, valoriza a memória e aproxima as infâncias da riqueza da cultura afro-brasileira. Porque conhecer nossa história também é uma forma de transformar o futuro!

🎭 A MENINA DANÇA
📅 24 de outubro | Sábado
⏰ 12h
📍 Sesc Bom Retiro – São Paulo/SP
Alameda Nothomb, 185 – Bom Retiro

Um espetáculo de Paty Lopes
Direção: Flávia Souza
Elenco: Camila Moura, Gabriel Gama, Marcela Treze, Marcelo Dog e Taty Aleixo.

🎟️ Ingressos:
R$ 40 (inteira) | R$ 20 (meia-entrada) | R$ 12 (Credencial Plena)
Gratuito para crianças até 12 anos.

Venha dançar, brincar e descobrir uma história que merece ser contada e celebrada! taken in Sesc Bom Retiro by @julioluz79
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12 hours ago
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 by @julioluz79
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3 days ago
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Hoje vivi uma daquelas alegrias que a vida acadêmica nos proporciona: a oportunidade de transformar admiração em pesquisa, memória em reflexão e paixão em conhecimento. Apresentei um trabalho sobre Brasileirinho, de Maria Bethânia, uma obra que atravessa a minha história e reafirma minha crença na arte como território de identidade, ancestralidade e liberdade. Falar de Bethânia é, para mim, falar de um Brasil que canta, que resiste, que se reconhece em suas raízes e que encontra na palavra uma poderosa forma de existir.

O desafio foi estabelecer um diálogo entre a força poética de Brasileirinho e as reflexões de Theodor Adorno e Max Horkheimer, especialmente no texto A indústria cultural: o iluminismo como mistificação de massas. Entre os mecanismos de padronização do mercado e a liberdade de criação artística, encontrei uma questão que me mobiliza profundamente: como preservar a singularidade da arte em um mundo que insiste em transformar tudo em mercadoria? Bethânia, com sua trajetória, nos convida a pensar que é possível dialogar com o mercado sem necessariamente abrir mão da própria identidade.

Como produtor cultural, essa pesquisa ganhou um significado ainda mais especial. Afinal, produzir cultura não é apenas organizar espetáculos, administrar recursos ou ocupar palcos. É também defender ideias, preservar memórias, provocar reflexões e criar caminhos para que a arte continue sendo expressão de liberdade. Hoje, mais do que apresentar um trabalho acadêmico, tive a oportunidade de revisitar minhas próprias escolhas e reafirmar o sentido da profissão que abracei há tantos anos.

Meu agradecimento especial à professora Gisele Reinaldo, pela condução sensível e provocadora da disciplina, por nos estimular a pensar criticamente a cultura e por abrir espaço para que nossas experiências dialoguem com o conhecimento acadêmico. Saio dessa apresentação feliz, emocionado e ainda mais convencido de que estudar também é uma forma de resistência. E, como nos ensina a arte de Maria Bethânia, há sempre um Brasil inteiro esperando para ser descoberto, cantado e contado. Porque a arte, antes de ser produto, precisa continuar sendo encontro, pensamento e liberdade. by @julioluz79
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3 days ago
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LAILA GARIN: QUANDO A ARTE NOS ATRAVESSA

Existem artistas que admiramos. Existem artistas que nos emocionam. E existem aqueles que, de alguma maneira, nos atravessam tão profundamente que saímos do teatro diferentes de quando entramos. Laila Garin pertence a esse lugar raro. Acompanho sua trajetória desde Gonzagão – A Lenda e, ao longo dos anos, tenho testemunhado sua capacidade extraordinária de se reinventar, de mergulhar em universos tão distintos e de fazer da cena um território de verdade, entrega e humanidade.

Ontem, sentado na terceira fileira, assistindo a Piaf, me peguei observando suas mãos, seus gestos, seu olhar, seus silêncios. Havia algo ali que ultrapassava a interpretação. Não era apenas uma atriz representando Edith Piaf. Era uma artista oferecendo seu corpo, sua voz e sua alma para que outra existência pudesse pulsar diante de nós. E como é bonito testemunhar isso! Como é raro encontrar uma intérprete que compreenda tão profundamente que a grandeza de uma atuação também mora nas pequenas coisas, na respiração, na pausa, no gesto quase imperceptível.

Há pouco tempo, eu a assistia em As Centenárias. Agora, diante de Piaf, me impressiona pensar na dimensão do seu ofício. Porque ser artista não é apenas dominar uma técnica, cantar extraordinariamente ou emocionar uma plateia. É ter coragem de se despir de si mesma para encontrar o outro. É construir, desconstruir, investigar, arriscar. Laila nos lembra que o teatro continua sendo esse lugar sagrado do encontro, onde a arte não precisa explicar tudo, porque há sentimentos que só podem ser compreendidos quando vividos.

Saí do teatro profundamente emocionado. E fiquei pensando na importância de celebrarmos nossos artistas enquanto podemos aplaudi-los, enquanto suas vozes ainda ecoam em nossos ouvidos e suas imagens permanecem vivas em nossa memória. Obrigado por sua existência, por sua entrega e por nos lembrar que a arte ainda é capaz de nos desorganizar por dentro e, de alguma maneira, nos reconstruir. Que privilégio é viver no mesmo tempo em que a sua arte acontece. taken in Rio de Janeiro, Rio de Janeiro by @julioluz79
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8 days ago
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MARCELA TREZE TEM UM CONVITE ESPECIAL PARA VOCÊ!

No próximo domingo, 18 de outubro, às 16h, o espetáculo infantil A MENINA DANÇA, de Paty Lopes, chega ao palco do Teatro Rival Petrobras para uma apresentação única!

Uma viagem lúdica e cheia de encantamento pela história de Maria Felipa de Oliveira, heroína negra da Independência do Brasil, que ganha vida por meio de danças, ritmos de matrizes africanas, cantigas e brincadeiras.

Uma experiência para toda a família, que celebra nossa ancestralidade, a cultura afro-brasileira e a força das mulheres negras na construção da nossa história!

🎟️ Garanta já o seu ingresso! Link na bio.

📅 18 de outubro (domingo) ⏰ 16h | Abertura da casa às 15h 📍 Teatro Rival Petrobras – Rio de Janeiro

O espetáculo integra a programação do Festival DiverCidade, com incentivo do Ministério da Cultura e da Petrobras. taken in Teatro Rival Petrobras by @julioluz79
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10 days ago
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Eu quero Segundo Turno no RJ

Bora @eduardopaes taken in Rio de Janeiro, Rio de Janeiro by @julioluz79
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11 days ago
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Conheci Rose há alguns anos, nos corredores da faculdade. Dessas pessoas que a vida coloca no nosso caminho e que, mesmo quando o tempo passa e a rotina nos leva para lugares diferentes, permanecem guardadas em algum canto da memória. Sempre admirei sua força, sua maneira de seguir em frente, sua presença. Os anos passaram, os caminhos se afastaram e hoje a vida me presenteou com um reencontro.

Foi no teatro que encontrei Rose novamente. Dessa vez, no palco, em A Confissão de Leontina. Que alegria vê-la ali, presente, inteira, entregue à cena. O teatro tem dessas delicadezas: aproxima tempos, costura afetos e nos devolve pessoas de maneiras que não imaginamos. O espetáculo é construído de uma forma incrível, com sensibilidade e força, e enquanto assistia à Rose em cena, não conseguia deixar de pensar naquela mulher que conheci anos atrás e em toda a caminhada que existe entre aquela lembrança e a artista que hoje estava diante de mim.

Saio do teatro hoje com o coração feliz. Não apenas pelo belo espetáculo que acabei de assistir, mas pelo ser humano que tive a alegria de reencontrar. Há encontros que o tempo não apaga, apenas adia. E hoje, entre palco, memória e afeto, a vida me lembrou disso. Rose estava em cena e eu estava ali, presente, testemunhando a beleza de vê-la ocupar o palco com sua história, sua força e sua arte. taken in Centro Cultural dos Correios by @julioluz79
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a month ago
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Assistir ao bate-papo “Criando imagens de resistência: o figurino e a cenografia como narrativa”, com Wanderley Gomes foi testemunhar uma história de coragem, reinvenção e amor pelo teatro. Antes dos palcos, dos figurinos e dos cenários, havia o jovem garçom do Hotel Glória, trabalhando enquanto alimentava sonhos que talvez ainda nem soubesse nomear. Ouvi-lo contar essa travessia foi perceber que uma trajetória artística não nasce pronta: ela se constrói aos poucos, entre oportunidades, encontros, dificuldades e a decisão diária de não abandonar aquilo que faz o coração pulsar.

Contrarregra, diretor de cena, ator, figurinista e cenógrafo, Wanderley aprendeu o teatro por inteiro, vivendo cada função com entrega e curiosidade. 

Daqui a dois dias, Wanderley Gomes completará 45 anos de carreira e já é tempo de celebrar. Celebrar o garçom do Hotel Glória que encontrou seu caminho até os palcos; o artista que conhece os bastidores e a cena; o homem que ajudou a construir imagens que permanecem na memória de tantas pessoas. Ao final do bate-papo, ficou a certeza de que sua maior obra talvez seja a própria trajetória: uma vida inteira dedicada ao teatro, construída com talento, dignidade e resistência.

@atilabee muito obrigado por proporcionar esse encontro dentro do @teatroleagarcia taken in Centro Cultural dos Correios by @julioluz79
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a month ago
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 by @julioluz79
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2 months ago
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Existe uma nostalgia muito particular em encerrar uma temporada. Talvez só quem vive o teatro por dentro entenda completamente. Foram dois meses de preparação, quase seis semanas de apresentações e, sem perceber, criamos uma rotina: chegar ao teatro, encontrar as mesmas pessoas, resolver o que precisa ser resolvido, acompanhar os últimos detalhes e, então, ver o público chegar. Nesta semana, Ibejis começa a se despedir, e eu já sinto saudade. Como produtor cultural, sei que os projetos têm ciclos e que encerrá-los também faz parte do nosso ofício. Mas saber disso não torna a despedida mais fácil.

Ibejis me deixa especialmente feliz porque é um espetáculo que transborda alegria, cor e infância. E tive o privilégio de dividir essa caminhada com artistas que fizeram desse trabalho um lugar muito bonito de estar. Flavio Souza, com sua criatividade, seu teatro de animação, seus cenários e figurinos cheios de vida; Adriana Ortiz e sua luz “cor de jujuba”, expressão que nunca mais saiu da minha cabeça e que, de algum jeito, me levou de volta à minha própria infância; Cátia Costa, com seu olhar de diretora, sua sensibilidade e uma tranquilidade que acolhe; Guilherme Miranda, com uma trilha sonora que envolve, brinca e ajuda a construir esse universo; Rodrigo Barizon, trazendo para a cena sua leveza e alegria; e Isabele Brum, com sua força, presença e delicadeza. Barizon e Isabele constroem juntos essa atmosfera onde parece que, por alguns instantes, o mundo pode ser mais colorido.

E há também a alegria dos reencontros e das parcerias que atravessam outros trabalhos: Eliano Lettieri, Josué Ribeiro, Leandro Virginio, Hud, Paty Lopes, Ione Ribeiro  e tantos profissionais que fazem a engrenagem do teatro acontecer. Teatro nunca é feito sozinho. O que o público vê no palco é resultado de muitas mãos, muitas ideias, conversas, correrias, afetos, preocupações e uma quantidade enorme de gente acreditando na mesma coisa.

Agora entramos na última semana. E antes mesmo de terminar, a saudade já chegou. Saudade de ir para o teatro, de encontrar essa equipe, de receber o público e observar, de algum cantinho, aquele sonho acontecendo mais uma vez. taken in Rio de Janeiro, Rio de Janeiro by @julioluz79
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2 months ago
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Hoje celebramos dois anos dividindo a mesma casa e construindo, todos os dias, a nossa vida juntos.Nossa história começou em 2021 e, desde então, são quase cinco anos de encontros, escolhas, aprendizados, cumplicidade e muito amor. Há dois anos, nosso amor ganhou um endereço em comum, uma rotina compartilhada e um lugar que podemos chamar de nosso. E, para mim, é isso que significa casamento: escolher caminhar juntos, cuidar um do outro e fazer da vida um projeto a dois. Feliz dois anos da nossa casa, da nossa parceria, do nosso amor. Te amo!!!! taken in Grajaú, Rio de Janeiro by @julioluz79
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2 months ago
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