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Artista Visual.
Parida pelas terras do Alívio. @jatobanascente @sertao_negro
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Postando a entrvista que dei ao @premiopipa, para lembrar  vocês que, 1° de julho começa a votação  online. Quem quiser saber mais sobre meu trabalho o link está  na bio. by @lucelia___maciel
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2 years ago
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Esta é a ultima semana  da 36ª Bienal de Arte de São Paulo, "Nem todo via andante anda estrada - Da humanidade como prática". Ser parte dessa exposição, junto ao Sertao Negro, na instalação Sertões. Para além  da realização  de um sonho foi também  um ato político.
Viva o Sertão  Negro (@sertao_negro) e todas as ações desenvolvidadas em 2025 e que 2026 seja também um ano de muitas realizações. Axé, Axé, Axe!!! by @lucelia___maciel
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9 months ago
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Exposição "Dos Brasis - Arte e Pensamento Negro" no Sesc Belenzinho @sescbelenzinho, São Paulo. Um prazer imenso ser parte desse momento tão importante para arte brasileira.
Curadoria @igormsimoes, @vidamaiorqueolattes
 e @marcelocampos7825.
Jornal Nacional 21-08-2023. by @lucelia___maciel
29
3 years ago
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Lucélia Maciel no Stand C7 da Galeria Marilia Razuk na SP-Arte Rotas.

A artista baiana Lucélia Maciel (1979) desenvolve sua pesquisa a partir de memórias de infância vividas na Chapada Diamantina, na Bahia, abordando questões de desigualdade étnica, racial, social e de gênero. Sua poética utiliza carvão, nanquim, papel pardo, vidro, couro e barro, elemento que a artista associa tanto à terra quanto à memória. Em seus trabalhos, Lucélia investiga marcas deixadas pelo tempo e trajetórias de mulheres e homens de sua ancestralidade, transformando o desenho em gesto de memória e afirmação.

Formada em Artes Visuais pela UFG, integra o coletivo Jatobá Nascente e a comunidade Sertão Negro (Goiânia). Participou de residência no Instituto Inclusartiz (RJ, 2024) e de exposições como “Baobá no Asfalto” (Sé Galeria, 2024) e “Dos Brasis – Arte e pensamento negro” (Sesc Belenzinho, 2023). Foi indicada ao Prêmio Pipa 2024 e integra os acervos do MAR - Museu de Arte do Rio (Rio de Janeiro), Museu de Arte Britânia (Goiânia, GO), Museu de Artes Plásticas de Anápolis (Mapa, GO).

@sp_arte  #LuceliaMaciel
@lucelia___maciel 

Lucélia Maciel at Booth C7 Galeria Marilia Razuk at SP-Arte Rotas

Bahian artist Lucélia Maciel (1979) bases her artistic practice on childhood memories from Chapada Diamantina, in Bahia, addressing issues of ethnic, racial, social, and gender inequality. Her artistic practice incorporates charcoal, India ink, brown paper, glass, leather, and clay—an element the artist associates with both the earth and memory. In her works, Lucélia explores the marks left by time and the life stories of the women and men of her ancestry, transforming drawing into a gesture of remembrance and affirmation.

She holds a degree in Visual Arts from UFG and is a member of the Jatobá Nascente collective and the Sertão Negro community (Goiânia). She participated in a residency at the Inclusartiz Institute (RJ, 2024) and in exhibitions such as “Baobá no Asfalto” (Sé Galeria, 2024) and “Dos Brasis – Arte e pensamento negro” (Sesc Belenzinho, 2023). She was nominated for the 2024 Pipa Award, and her work is included in the collections of MAR—Rio Art Museum (Rio de Janeiro), the Br taken in ARCA by @lucelia___maciel
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2 months ago
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Sertão Negro & Jatobá Nascente: Território e Autonomia
O Sertão Negro atua como uma proposição poética e institucional idealizada pelo artista Dalton Paula.A escola Sertão Negro firma-se como um gesto de arte crítica que questiona os modelos tradicionais de formação e circulação artística ao propor formas sustentáveis de coexistência e emancipação espacial.
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Como desdobramento radical dessa estrutura, surge a Associação Jatobá Nascente. Gerido coletivamente pelos artistas Lucélia Maciel, Genor Sales, Abraão Veloso, William Maia, Xica e Tor Teixeira, o projeto estabelece um modelo de moradia e ateliê compartilhado. 
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A criação da Jatobá Nascente funda um gesto político no sistema da arte: viabilizar a sustentabilidade financeira, a autonomia poética e a segurança territorial de jovens artistas a partir do trabalho comunitário e da arte-educação.
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Na feira Rotas Brasileiras, a presença da Jatobá Nascente não se dá pelo protagonismo individual de seus membros, mas pela afirmação do corpo artístico coletivo. A apresentação formaliza-se no por meio de uma edição caixa, reunindo produções dos seis artistas que integram a associação. O múltiplo sintetiza a convergência de pesquisas singulares estruturadas sob o mesmo chão e método de criação compartilhada. Em diálogo, 6 obras comissionadas para a ocasião completam a exposição.
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A aquisição dessas edições e o suporte às obras apresentadas canalizam recursos diretamente para o fortalecimento dos fundos de sustentabilidade do Sertão Negro e da Associação Jatobá Nascente. Trata-se de uma estratégia de financiamento contínuo para manter vivas duas iniciativas autônomas de arte e educação na cidade de Goiânia, Goiás. Garantir a perenidade do Sertão Negro enquanto escola de saberes e da Jatobá enquanto espaço de vida e criação exige o engajamento ativo e a coresponsabilidade do circuito de arte — patronos, colecionadores e instituições — na manutenção desse ecossistema. by @lucelia___maciel
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2 months ago
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Arte que atravessa fronteiras, territórios e memórias.

O que acontece quando diferentes origens, paisagens e histórias se encontram na arte? É justamente esse diálogo que a Galeria Marília Razuk leva à SP-Arte Rotas Brasileiras, reunindo trabalhos de Manuel Brandazza, Lucia Pizzani e Lucélia Maciel.

Vindos de diferentes contextos, os três artistas constroem narrativas que aproximam natureza, território, ancestralidade e memória — mostrando como a arte contemporânea pode transformar experiências pessoais em reflexões universais.

Do rio Paraná às paisagens de Ilhabela e às memórias da infância no interior da Bahia, cada produção carrega uma relação particular com o lugar e com aquilo que permanece na memória.

Entre os destaques estão “Crisalidas Lantana e Macambira”, de Lucélia Maciel, que combina barro, madeira, mármore e folha de ouro; “Sagrario 9”, de Lucia Pizzani; e “However”, de Manuel Brandazza, criada a partir da terra do rio Paraná.

Mais do que reunir artistas de diferentes geografias, a seleção propõe um olhar sobre as muitas formas de pertencer, lembrar e criar.

📍 SP-Arte Rotas Brasileiras
Av. Manuel Bandeira, 360 – Vila Leopoldina, São Paulo
📅 De 26 a 30 de agosto de 2026
🎨 Galeria Marília Razuk — @galeriamariliarazuk

#ArteContemporanea #SPArte #ArquiteturaEDesign #DesignBrasileiro #RevistaHabitare by @lucelia___maciel
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2 months ago
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A Galeria Marília Razuk participa de mais uma edição da SP-Arte Rotas. De 26 a 30 de agosto, apresentamos no Stand C7 obras de três artistas de destaque no cenário latino-americano:

Lucélia Maciel (1979, Bahia – Brasil)
Lucía Pizzani (1975, Caracas – Venezuela)
Manuel Brandazza (1975, Rosário – Argentina)

A partir desta quarta-feira, 26 de agosto, aguardamos sua visita!

Stand C7 — SP-Arte Rotas
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Galeria Marília Razuk participates in another edition of SP-Arte Rotas.

From August 26 to 30, we present at Stand C7 works by three prominent artists in the Latin American scenario:

Lucélia Maciel (1979, Bahia - Brazil)

Lucía Pizzani (1975, Caracas - Venezuela)

Manuel Brandazza (1975, Rosario - Argentina)

From this Wednesday, August 26, we look forward to your visit!

Booth C7 - SP-Arte Rotas

Photos Filipe Berndt
 
#SPArteRotas  #ArteLatinoAmericana #luceliamaciel  #luciapizzani #manuelbrandazza taken in ARCA by @lucelia___maciel
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2 months ago
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A Galeria Marília Razuk apresenta, na SP-Arte Rotas, obras de três artistas cujas poéticas perpassam território, natureza e memória. Lucia Pizzani, venezuelana, natural de Caracas e radicada em Londres, articula biologia e materialidade em sua produção, investigando a relação entre narrativas femininas e os processos de metamorfose na natureza. Manuel Brandazza, argentino, natural de Rosário, dedica-se à investigação das mitologias do rio por meio de esgrafiados e pintura com terra do Rio Paraná,  da cerâmica e da escultura têxtil. Lucélia Maciel, brasileira, baiana, radicada em Goiânia e integrante do coletivo Sertão Negro, apresenta produção enraizada na ancestralidade afro-brasileira, na qual memória e terra constituem matéria fundamental de criação.
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Galeria Marília Razuk presents, at SP-Arte Rotas, works by three artists whose poetics traverse territory, nature, and memory. Lucia Pizzani, Venezuelan, born in Caracas and based in London, brings together biology, performance, and materiality in her practice, investigating the relationship between feminine narratives and processes of metamorphosis in nature. Manuel Brandazza, Argentine, born in Rosario, dedicates his research to the mythologies of the Paraná River through sgraffito and painting with earth from the Paraná River, as well as ceramics and textile sculpture. Lucélia Maciel, Brazilian, from Bahia and based in Goiânia, a member of the Sertão Negro collective, presents a body of work rooted in Afro-Brazilian ancestry, in which memory and land become fundamental matter for creation.

📷 1- Detalhe de/ Detail of Sagrario #5 de Lucía Pizzani / Impressões UV em chapa de alumínio / UV prints on aluminum sheet; 2- Cae la noche tropical de Manuel Brandazza / esgrafiado sobre terra do Rio Paraná / sgraffito on soil from the Paraná River; 3 - Detalhe de / Detail from Crisálidas (Lantana e Macambira) de Lucélia Maciel / Instalação em barro, madeira, mármore e folha de ouro / Installation in clay, wood, marble, and gold lea

@luciapizzani @manubrandazza @lucelia___maciel @sp_arte taken in ARCA by @lucelia___maciel
3
2 months ago
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#repost @sp_arte @biaaalm  Editorial 📝 A arte como construção coletiva

Beatriz Almeida, da equipe SP-Arte, percorre o aspecto coletivo e a base comunitária presentes nos projetos convidados que participam da 5ª edição da SP-Arte Rotas: as galerias Ocupá e Jaider Esbel, o projeto Aldeia-Escola-Floresta + Casa do Povo e o Sertão Negro.

No texto, Almeida discute os valores, ideais e objetivos que conduzem cada uma das iniciativas, as quais têm em comum o compromisso com um fazer voltado à troca de saberes, à preservação da memória e ao desenvolvimento da comunidade.

Leia a matéria completa pelo link na bio ou acesse sp-arte.com.

#SPArte #Editorial #SPArteRotas2026 #Rotas2026

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Editorial 📝 El arte como construcción colectiva

Beatriz Almeida, del equipo de SP-Arte, explora el carácter colectivo y la base comunitaria presentes en los proyectos invitados que participan en la 5.ª edición de SP-Arte Rotas: las galerías Ocupá y Jaider Esbell, el proyecto Aldeia-Escola-Floresta + Casa do Povo y el Sertão Negro.

En el texto, Almeida aborda los valores, ideales y objetivos que orientan cada una de estas iniciativas, que comparten el compromiso con una práctica basada en el intercambio de saberes, la preservación de la memoria y el desarrollo de la comunidad.

Lee el artículo completo a través del enlace en la bio o accede a sp-arte.com. by @lucelia___maciel
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2 months ago
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Há um ano, na passagem do dia 23 para o dia 24 de junho, dia de São João, a Jatobá Nascente realizava sua festa junina e sua pré-inauguração. Foi uma noite de encontro, celebração e muitos afetos, com comidas típicas, fogueira, forró, DJ, o coral do @sertao_negro e a presença de tantas pessoas que ajudaram a tornar esse momento inesquecível.

Como grande rito da noite, celebramos o casamento dos Jatobenses com essa grande e ancestral árvore, a Jatobá. Cada integrante amarrou uma fita com as cores de sua própria paleta, em uma cerimônia conduzida por Débora, chef de cozinha do Sertão Negro, simbolizando nossos compromissos, sonhos e caminhos coletivos.

Hoje, relembramos com carinho essa noite que marcou o início de uma história que continua criando raízes.

📷 @m.rmlho

#festajunina #sãojoão #jatobá

Viva São João. Viva o Jatobá Nascente. 🌽🔥🌳 by @lucelia___maciel
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4 months ago
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A exposição "Rio Acima" que inaugurou o espaço expositivo da Jatobá Nascente, idealizada pelos seus integrantes da associação, fica aberta para visitação até essa sexta-feira, 12 de junho, das 09:00 às 12:00 horas e das 14:00 às 18:00 horas, a exposição é a uma boa oportunidade de conferir as obras de Lucélia Maciel (@lucelia___maciel ), Genor Sales (@genorsales ), Abraão Veloso (@abraaovelosoarte ), William Maia (@owilliammaia ), Xica (@xica.artes ) e Tor Teixeira (@tor.teixeirarte ). 

Além de visitar a exposição, o público pode conhecer o projeto que envolve ateliê de arte, moradia, sustentabilidade, educação e comunidade, e conhecer os processos criativos de cada artista. 

📷 Marcelo Ramalho (@m.rmlho)

#artes #artesvisuais #jatobanascente #rioacima by @lucelia___maciel
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4 months ago
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A Associação Jatobá Nascente é uma organização sem fins lucrativos formada por seis artistas visuais oriundos do Sertão Negro Ateliê e Escola de Artes. Estruturada como um ateliê coletivo, a associação é gerida de forma independente por seus próprios integrantes, que compartilham responsabilidades, decisões e ações voltadas ao fortalecimento da produção artística, da educação e da vida comunitária.

O espaço tem como pilares fundamentais a arte, a educação e a sustentabilidade, compreendendo a criação artística como ferramenta de transformação social e de construção de comunidade. A partir desses princípios, a Jatobá Nascente desenvolve atividades expositivas, formativas e de pesquisa, promovendo o intercâmbio de saberes e o acesso à arte contemporânea.

Além de seu caráter cultural e educativo, a associação também abrigará as moradias dos seis artistas: Lucélia Maciel, Genor Sales, Abraão Veloso, William Maia, Xica e Tor Teixeira. As casas são organizadas de maneira igualitária e pensadas em diálogo com o ambiente natural. O projeto de ocupação do espaço respeita a vegetação existente, preservando as árvores saudáveis e realizando apenas a remoção daquelas que apresentam risco à integridade humana e ao espaço.

Mais do que um espaço de trabalho, a Jatobá Nascente constitui um território de convivência, criação e cuidado coletivo, onde a arte se torna instrumento para cultivar vínculos, fortalecer identidades e imaginar formas mais sustentáveis de viver em comunidade.

Fotos: Paulo Rezende

#artes #artesvisuais #jatobanascente #sertaonegro #jatoba by @lucelia___maciel
78
5 months ago
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