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Sou Lula, porque sou professora, porque sou brasileira,  porque penso no todo e não na metade! Bora, Lula! by @lucieneaguiar
10
2 days ago
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Eu percebi que me acostumei, a pulso, a "não ter". Passei a buscar todas as circunstâncias que me possibilitassem o "não ter" pra ter que ter para dar. E algo dentro de mim passou a incomodar menos, por exemplo, diante do julgamento, das negativas, das comparações, da sensação de estar sendo observada porque cada passo meu e cada palavra me faziam imaginar que fossem um delito meu perante o olhar de quem me (ou)via sem saber quem eu era. E passei a "não ter" que dar satisfação sobre o meu direito de estar viva e de praticar o meu livre arbítrio. Passei a "não ter" vergonha da roupa que escolhi usar porque a do outro é mais cara ou mais barata. Passei a "não ter" vergonha de rir das minhas próprias piadas sem graça. Passei até a não ter mais medo de dentista porque descobri que ele só fará comigo aquilo que eu permitir. E o maior ganho do "não ter" é  perder o medo da velhice que todos os dias me visita e me traz uma lembrancinha carinhosa para dizer que não esquece nunca de mim. Passei a não ter mais medo da morte, porque ela me prova que estou viva e sem opção de eliminá-la. Até comecei a "não ter" medo de tomar remédios (eu tinha horror a eles!) na tentativa de sanar algum incômodo, mesmo o da alma, o qual oração alguma cura. Sentir a alma doer é o primeiro treinamento para aprender a viver com o "não ter." Comecei também "a não ter" saudade do que passou e medo do que virá, porque eu "não tenho" o poder de mudar a escrita das páginas que registram o meu destino. E o melhor de todos os "não teres" é descobrir que o ser humano é capaz de fazer qualquer mal contra o outro se isso lhe for favorável à ascensão. São tolos! Não têm ideia da diluição inerente e irreversível do se desfazerem em carne e osso quando chegar o tempo de não mais "serem", por imposição à sua condição humana.  E pensar que levei tantos anos, quase estraguei uma vida inteira no território "do com ter". E este é cheio de tentáculos, porque vai do abstrato ao concreto até (quase) nos enlouquecer. Inclusive no meio de coisas em forma de gente. Eu agora assumo o "não ter", porque preciso ser e ter Pessoa, no nome e na vida! by @lucieneaguiar
6
2 months ago
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Hoje eu reparei para uma janela em minha casa. Apreciei a paisagem. Nunca me permiti tal fascínio. Um pedacinho do mar, árvores, um céu belo e pássaros brigando pelo melhor lugar no galho. Caminhei pela casa. Senti o quanto estou "fora de dentro" Parei diante dos quartos das minhas filhas. Os mesmos quartos que abrigaram seus bercinhos.  Uma forte saudade me tomou. Pensei na procrastinaçao dos nossos passeios e do cinema. Nenhum brinquedo para juntar. As meninas cresceram. Seguem seus destinos orgulhando-me. A casa ficou grande, organizada e silenciosa. Espaços sobrando. Eu sobrando. Silêncio. Tantas vezes implorei silêncio em meio ao barulho das pequenas. Briguei tanto para ver os brinquedos arrumados. já não há o cachorrinho xixando nos tapetes. Os varais estão sempre vazios. Os biscoitos mofam. Ninguém para assaltar a geladeira na madrugada às gargalhadas me convidando à farra! A memória simula minhas pequenas personagens vivendo a infância intensamente. Silêncio tem S de Solidão. E não é qualquer Solidão. É S de Saudade. S de Sobrando.  Enxugo as lágrimas, pego a bolsa e vou visitar meu pai. Aos 94 anos, ele deve ter sentido algo parecido. Abraço-o. Fazemos planos para o seu  aniversário. Quer uma calça e uma camisa novas. Combinei irmos ao shopping. Disse-me que só iríamos se eu tomasse o capuccino da casa dele. É mais barato. Reclamo que está andando devagar e peço que acelere os passos. Ele obedece vaidoso. Fecho-lhe um esquecido botão. Fala que nunca mais havia saído nem ao jardim. Que a casa estava um silêncio só. Que sentiu saudade e perguntou por onde eu andei a semana inteira. Nada respondo. Conduzo-o ao Café, reclama do preço, elogia o sabor. Falo da saudade que sinto de mamãe. Sou ignorada. Ele diz que nada paga aquela tarde comigo, mas paga o café reclamando do preço absurdo. Escolheu a calça e a camisa desejadas e as estendeu sobre a cama. Farei o bolo do seu aniversário e encherei balões. Frank Sinatra de quem ele gosta animará a festa. Ele gostou do meu barulho em sua tarde. E eu me lembrei de Kallil Gibran: "Vossos filhos não são vossos filhos. São os filhos e as filhas da ânsia da vida por si m by @lucieneaguiar
15
2 months ago
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Na terra da minha infância,  os ricos eram imortais. Não eram ricos, muito ricos. Bastava que  tivessem uma melhor condição que se sobrepusesse a outras, já se consideravam imortais.  Ninguém ficaria órfão, muito menos partiria dessa para melhor. Só nós, os pobres mortais, estaríamos fadados ao fim e suas dores. Na vida acadêmica era igual. Havia sempre os grupos dos muito, muito sabidos que se consideravam também imortais. Coisas de cidade do interior! Coisas do terceiro mundo! A ordem era criar estratégias de segregações. De cá de baixo, era bonito observá-los! Um povo feio, sem estilo, mas rico. Sabe aquele povo com cadeira cativa na missa dominical? Aquele mesmo, o que lutava a favor do paternalismo e do nepotismo político. O grupo dos imortais tinha sempre garantidas as vagas para o primeiro emprego apadrinhado nos quatro grandes bancos privados da cidade; assim como as vagas dos futuros professores universitários também já estavam garantidas pelo gueto. Restava aos "jacobinos" da minha cidade a luta por políticas públicas que pudessem modificar "o conceito de imortalidade" dos trajados de "girondinos". A verdade é que esse cenário nunca mudou e persiste eloquente! Sobre a imortalidade, fico absorta nos pensamentos, quando assisto pelas redes sociais os meus conterrâneos contemporâneos escreverem cartas aos seus mortos. É de fazer chorar! Na foto do "finado", um laço preto e a palavra Luto! Já me arrepio e sinto medo! Nesse instante em que assisto a vanguarda compadecida e lançando emoticons com lágrimas e frases que impactam até o mais alto da hipocrisia do ser, eu faço as pazes com Deus, porque vejo que não foi somente a minha mãe que saiu desse palco me orfandando. E o melhor de tudo é perceber, com a consciência tranquila, que os que recebem as exéquias continuam no picadeiro onde sempre estiveram durante todo o show de ilusionismo a que as suas condições de ignorância os submetiam! Ainda hoje ri de algo assim, sem que ninguém percebesse, claro, mas não segurei o riso como resposta a tantas interrogações que outrora me pediam exclamações... by @lucieneaguiar
10
3 months ago
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Não é bom perder a imaturidade;  o amadurecimento nos traz prejuízos que nos obrigam a realizar manobras difíceis para ativar o modo "Compreensão Extrema sobre o Outro e sobre a  Vida". A expressa sentença da aceitação às sobras dos nossos projetos e sonhos, outrora compartilhados, mais parece a trama de um juízo final. Para entendermos os danos, é preciso voltarmos ao passado e, sem desacatarmos a sorte, não cobrarmos a justa  parte que nos cabe daquilo que pensávamos que tínhamos. Assim, torna-se imperativo que tenhamos noção da improbabilidade de reavermos o que um dia nos pertencera. Na fase matura, o que emerge é a consciência de que perdemos os tesouros mais valiosos de nossa estada na humanidade: a liberdade, a capacidade de idealizarmos,  a coragem e a energia para retentarmos, e o mais precioso dentre todos eles: a nossa juventude!  Roubaram-na de nós sob a nossa permissão inconsciente e inconsequente. Quando compartilhamos sonhos e passes arriscados no  quebra-cabeças da vida, a parte mais nobre da nossa história se dilui e esta somos nós! Um belo e precoce dia, a maturidade chega e traz consigo dores! Difícil é assumirmos a culpa pela inabilidade no passado. Para não enlouquecermos, tudo passa para o plano do "tinha de ser assim", e a nova coleção de arrependimentos é a nova fortuna adquirida. Nunca mais as horas nos serão devolvidas nem favoráveis à anulação dos nossos equívocos. O poeta nos conforta com a metáfora da rainha amada e do tempo, em Os Lusíadas, e diz: "Agora é tarde; Inês é morta!" Desfazermo-nos do lamento sobre as perdas só será possível, se acertarmos as contas com o que tivemos e com o que nos restou. Assim corre a nossa vida. É preciso que digamos "amém" muitas vezes na celebração do culto a ela. Melhor ainda é admitirmos a inexorabilidade da escrita da nossa história e aceitarmos o destino como o irredutível  traçado na linha do nosso tempo. Faz-se mister que agora, como numa última chance, não abramos mão de fazermos novos planos, mesmo que estejamos vivendo a intensa maturidade do ser! by @lucieneaguiar
11
3 months ago
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Das melhores coisas que me chegaram às mãos, eu sempre deixei a parte melhor para depois. Tornou-se quase um TOC essa garantia de "o melhor fica por último!" E isso nada tem a ver com "um tempo para plantar e um tempo para colher". Aos poucos, fui percebendo que aquele segundo tempo que eu reservava para usufruir da parte melhor, ou eu já estava saciada pelo consumo anterior do pior, ou já era chegada a hora de outras escolhas. E assim me acostumei a deixar o melhor para depois e percebi que eu mesma estava nesse rol. Foram muitas as involuntárias decisões sobre, por exemplo, aquilo que eu queria muito e deixava de ter para dar cabimento ao mínimo, sem desconfiar de que, muitas vezes, eu estava repassando para outrem o que deveria ser para mim. E assim o tempo seguiu sem que eu chegasse ao  desejado, uma vez que o costume foi se acentuando e ficar no status quo passou a ser a minha rotina. Tenho ligeiras impressões de que a importância que dei às  opiniões externas e aos olhares plantonistas dedutores de malícias lançava-me péssimas vibrações, fazendo-me crer que o ácido do início era a garantia do doce deixado para o final. Hoje, na calçada da invisibilidade pela etariedade, passeio com as minhas melhores indumentárias e os meus melhores sapatos e as minhas melhores bolsas e faço uso dos meus melhores perfumes. Agora faço uso diário da mais bonita louça guardada há anos na cristaleira, dos talheres e taças que aguardavam as visitas e os natais, e os utilizo como se eu fosse aos mais nobres encontros, aos brunches, aos fine dining, mesmo que o cardápio seja o café coado e o bolo caseiro que eu mesma fizer. Às vezes, sou até inadequada na escolha dos adereços, mas nunca mais deixarei para depois nem para ninguém o "mais doce", porque, vai que não dê tempo para mim o experimento dessa melhor porção! Não me arriscarei mais por nada e só direi sim ou não repensando muito. Quanto ao segundo tempo, já estou nele, não terei mais escolhas pelo azedo, só pelo doce que me pertença. Isso se remete também a pessoas. O tempo é agora, e a imunização tem que estar em dia para nunca mais se descansar no primeiro tempo! by @lucieneaguiar
14
3 months ago
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Engraçado como à medida que o tempo se vai, a sensação de que estou ficando para trás se acentua. A velocidade é insuportável por causa da reflexão sobre para onde estou indo no misterioso código indecifrável da vida. A distância para ir aos lugares onde eu chegava em dez minutos se multiplicou de um jeito que também fica insuportável pensar em ir. E o ritual para me arrumar caso resolvesse ir? Outro impedimento! Roupas que não me cabem mais passam a ser o primeiro empecilho diante da escolha, e quando já estou na décima  prova, o descarte está maior que a minha coragem. O corpo já  não as aceita porque preferiu os prazeres palatais aos estéticos. Distante de pensar igual aos inteligentes e os animados, prefiro ficar em meu canto cercada por tudo o que organizei junto a um bom livro e uns bons cafés para alertar-me. Descubro, então, que certas reflexões acerca de para onde irei, para onde levaram mamãe, vovó e muitos amigos que escreveram no meu Diário de Recordações somente me fazem sofrer com nulas esperanças de obtenção de respostas.  Encontrei uma excelente estratégia: olhei para mim, percebi minhas rugas, meu sorriso entalado que somente acontece pela metade, ouvi a voz do silêncio no meu entorno, olhei algumas coisas de que gosto na decoração e repensei o sentido de mudá-la. Como um estalo bem forte, eu admiti que não me pertence o lugar de indagadora sobre os contrários da vida; que aquilo que me contraria arrancando a minha alma de mim também não está sob o meu controle. Sendo assim, eu escolho ser produtiva no que existe; o meu inspirar e o meu suspirar. Zelarei por eles até o fim da caminhada, porque são eles as únicas coisas que me pertencem no que disser respeito ao controle de até onde posso ir. E é indescritível a sensação do inspira, segura e conta até sete; expira contando até quatro, em seguida, solta de vez. Isso, sim, me pertence. A ausência do suspiro dos que saíram de cena antes de mim não deverá me sufocar mais, porque esse movimento não me pertence nem nunca me pertenceu. Que descansem, felizes e livres dos desgostos desse mundo, eternamente! Eu vos saúdo, corajosos! by @lucieneaguiar
8
3 months ago
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Filha querida, amor da minha vida... Hoje é o seu dia! É o meu também porque foi no dia 5 de julho que eu ganhei o maior presente que Deus me deu nesta vida: você! A minha filha caçulinha, a minha Duda chamada Doçura, Meguice, Amor! Parabéns pelo seu aniversário! Sou orgulhosa por você em todas as suas estações! A advogada maravilhosa,  a amiga perfeita, a filha que quer ser a minha mãe! Você é meu tudo! Deus te abençoe,  minha vida! Te amo mais que o infinito! by @lucieneaguiar
10
3 months ago
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E você? Quando vai escrever a sua história para deixar a sua marca eternizada nas páginas de uma vida? Conte comigo! São centenas de escritores que se eternizam sob a minha mentoria! Seja autor da sua própria história! LuA Produção e Revisão Textuais- lucieneaguiar77@yahoo.com by @lucieneaguiar
11
4 months ago
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E hoje me bateu uma saudade tão grande do que fui... E olha que nem cheguei a ser. Dores dos resquícios do que sonhei que seria, sem saber que já estava sendo.  Remeti-me à juventude com o olhar longínquo de quem podia brincar com o tempo. Ela me fazia um ser de tecer, de tecido, de ser quem poderia ter-se ido, mas preferiu ter  ficado. E vi que sou exatamente o que me perturba a dúvida entre o ser de agora e o estar de outrora. São tantas lembranças que choram e morrem nos ecos do “Será?”, “E se sim?”, “E se não?” Isso tem a ver com as idas dos idos tão rápidos. Ser ou não ser não é somente dúvida shakespeareana em Hamlet; ela tem a ver com o proceder, com o converter, com o crer e com o fazer valer o que se foi sem ao menos se saber que já se era. Isso confirma que a saudade do “era uma vez aquela menina que não sabia o que era nem o que seria" prova que tudo ocorre com o "precisa querer".
Do antes, olho no entorno e sei da ausência de tantos que desejei reencontrar. Gente que nem combinava com a morte, com ela se foi. Gente imbatível, de andar diferente, de olhar divinal, intocável! Até tentei ser imbatível, andar diferente, ter um olhar divinal e ser intocável. Pensei que assim promoveria (re)encontros equidistantes. É que os imortais confundiram os planos reais da vida e se foram deixando-me na frustração! Nunca mais os verei. Olhei-me no espelho, lugar ao qual evito ir, e não me reconheci. Sou outra pessoa entre o "ter sido" e "o que me tornei". E deduzi que sempre fui o que me faltou ser e não o que me fizeram pensar que eu não era. Hoje vou comemorar o que me tornei. Aprende-se  que palavras presas matam por asfixia. Agora sem saudade do que fui, mas do tempo diluído por ele mesmo sobre mim, reflito acerca do prosseguir esquecendo o ser inexorável que carregamos intrínsecos! É sempre tempo de se (re)construir! De mudar, não! De se reconstruir! Aproveitemo-lo! by @lucieneaguiar
20
4 months ago
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Seis anos de namoro e quarenta e um de casamento! Quase meio século caminhando lado a lado, aprendendo, crescendo, adolescendo, nos amando e envelhecendo juntos.
Olho para trás e percebo que o amor permanece intacto pelos detalhes. Nas mãos estendidas um ao outro mesmo se distantes. Essas não podem falhar nunca na presença necessária! No cuidado diário do "Vem pra casa!" "Errou a porta de casa?" "Cadê tu?" "Isso é hora?" "Esqueceste foi?" "Outro vestido?" "Outro sapato?" "De novo?" "E você precisa de mais bolsa?" "Já tem tanto!" "Ah, vou não! Não tenho roupa pra ir!" (Mulheres entenderão!) E assim os perdões silenciosos se transformam em alegrias compartilhadas. 
As flores daquele buquê de noiva nunca deixaram de florescer. Elas voltam em cada aniversário, em cada data especial, em cada gesto de amor. E talvez eu esteja aqui hoje, celebrando esta história, porque fui regada por esse carinho constante que atravessou os anos sem perder a ternura. E reguei também. Regadores invisíveis. 
Para aqueles que já não acreditam no amor eterno, eis o nosso testemunho vivo de que ele existe. Porque o amor é a escolha diária de permanecer, de cuidar, de compreender e de fazer florescer a felicidade no outro. É assim que ela retorna para o que oferta.
E então a vida confirma, todos os dias, a velha e sábia oração franciscana:
"Pois é dando que se recebe,
é perdoando que se é perdoado..."
Meu amor, você continua sendo o amor da minha vida, o meu ontem, o meu hoje e o meu sempre. Acho que há o dedo de Deus em cada história de amor respeitada e levada a sério! Pergunta pra Ele! by @lucieneaguiar
34
4 months ago
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Com elas eu aprendo a fidelidade,  porque a elas eu a ensinei.  Com elas eu recebo lealdade,  porque a elas eu sou leal. Do que nos ensinamos e trocamos e somos, oferecemos aos que de nós se aproximam como se não houvesse outro jeito de ser e, para nós,  não há.  Que sentido haveria em todo o conteúdo que expomos para nós se o continente não estivesse abastecido do que aprendemos umas com as outras? E dizemos que somos uma por todas e todas por uma! E o nosso exército é de anjos, porque, como eles, o tentamos ser. E assim nos ensinamos,  porque assim nos bastamos! Amo vocês,  Maria Clara e Maria Eduarda, maior que o infinito, maior que nós três juntas! E isso é sobre o Amor! @itsclaraguiar @dudapessoam @oliveirajj2017 by @lucieneaguiar
12
5 months ago
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