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ARTES VISUAIS COM LULA 13

Nós, trabalhadoras e trabalhadores das artes visuais, manifestamos nosso apoio à candidatura de Lula por entendermos que a democracia, condição fundamental para a liberdade de expressão, criação, pesquisa e pensamento crítico, precisa ser defendida e fortalecida. Diante das ameaças às liberdades democráticas, não podemos nos omitir.

Nosso compromisso vai além do nosso campo profissional: lutamos por um Brasil que combata o racismo, enfrente as desigualdades e garanta dignidade ao povo. Aprofundar a democracia é ampliar direitos e voz popular. Nas urnas e nas ruas, escolhemos um futuro justo, plural e solidário.

Por isso, compartilhe esse post e ajude ele a chegar em mais pessoas.

Dia 25/10 vote 13. taken in Largo da Batata by @marcelimamorim
30
5 days ago
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Abertura neste sábado, 3 de outubro.

ESTANDARTE é um desdobramento do projeto apresentado pelo Hermes Artes Visuais no início do ano, em Santiago, no Chile. A exposição reúne estandartes criados pelos artistas, a partir de um processo de criação compartilhada: cada artista condensou sua poética em uma obra pensada para circular, ser levada adiante e encontrar outras vozes.

A proposta retoma a história das bandeiras como gesto artístico e coletivo — do Projeto Uma Bandeira para o Povo do Chile, de Antonio Dias, às bandeiras e estandartes apresentados no happening Bandeiras na Praça General Osório, em 1968. Aqui, cada estandarte afirma uma singularidade e, ao mesmo tempo, compõe um coro de diferenças. Juntos, eles criam um espaço de encontro, troca e convivência.

Com Alan Nielsen, Alessandro Corrêa, Ana Berganton, Ana Nassar, Arlette Kalaigian, Caio Borges, Camilla Myrrha, Carolina Prado Pinto, Christian Bittencourt, Daniela Schiller, Fellipe Caetano, Flavia Renault, Gabriella Arantes, Gabriëlle Maussen, Gia Portal, Giovanna Venturelli, Ilka Lemos, Isabel Manini, Luana Lins, Luciana Luchesi, Luiz Basile, Magali Camacho, Maria Lucia Simonsen, Maria Renata Pinheiro, Michelle Rosset, Otávio Barata, Paulo Ciochetti, Roberta Cardoso, Rosana Pagura, Saulo Szabó, Suelen Lima, Susy Miranda Aziz, Victor Savarese e Witor Réssuti.

Curadoria: Carla Chaim e Marcelo Amorim.
Texto: Tálisson Melo. 

Realização: Hermes Artes Visuais.
Apoio: Garoa Espaço Cultural



📍 Garoa Espaço Cultural — Rua Simão Álvares, 1021, Pinheiros
Abertura: sáb 03/10, 11h–17h
Visitação: até 31/10, qui e sex, 14h–19h; sáb, 11h–17h by @marcelimamorim
6
16 days ago
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Abertura sábado, 26 de setembro.

“Olho D’água #1: de longe & de perto” encerra a primeira edição do programa Olho D’água - grupo de estudos e acompanhamento artístico do Fonte - reunindo um recorte das investigações desenvolvidas pelos seus participantes ao longo de 2026.

Partindo de imagens e experiências já carregadas de significado, os artistas testam o que acontece quando elas são apropriadas, ampliadas, encenadas, transformadas — e expostas. Uma investigação sobre o intervalo crítico entre origem e representação, memória individual e arquivo coletivo.

Com Caio Borges, Fernanda Izar, Luis Fobos, Luiz Basile, Magali Camacho e Otávio Barata.
Curadoria: Marcelo Amorim e Mateus Azevedo.

📍 Rua Mourato Coelho, 751 — Vila Madalena
Abertura: sáb 26/09, 14h–19h
Visitação: 1 a 10/10, qui a sáb, 14h–19h
Entrada gratuita taken in FONTE by @marcelimamorim
2
a month ago
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Nosso stand no Pavilhão MAR já está pronto para a abertura da ArtRio 2026!

Apresentamos a mostra Vestígios, reunida em torno daquilo que sobrevive ao tempo — chave de leitura para as obras de Camila Leite, Marcelo Amorim e Mônica Barbosa. Entre gesto, memória e território, os três artistas investigam diferentes formas de permanência e transformação: o tecido bordado de Camila, as imagens que Marcelo recupera do esquecimento e a memória ancestral e territorial de Mônica.

Há imagens que sobrevivem nos tecidos, outras nas fotografias, outras ainda na terra. As paredes do espaço expositivo tornam-se, então, um campo de escavação simbólica — entre técnicas, entre tempos, entre formas de ver. O que foi tecido, vivido, fotografado, enterrado ou esquecido não retorna intacto. Transforma-se, e nessa transformação convida a um deslocamento: deixar-se atravessar pelas poéticas dos artistas e acessar aquilo que permanece no menor gesto, no traço de uma linha, no silêncio de um buraco, na dobra de um tecido.

Venha nos fazer uma visita✨

ArtRio 16ª edição
AXIA Marina da Glória, RJ | 16 – 20 de setembro
Pavilhão MAR | Stand BC1 - Brasil

Horários:
Quarta (16/09) | 12h às 20h
Quinta e sexta (17 e 18/09) | 14h às 21h
Sábado e domingo (19 e 20/09) | 14h às 20h taken in Rio de Janeiro, Rio de Janeiro by @marcelimamorim
19
a month ago
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Muito feliz em fazer parte do programa Brasil Contemporâneo na ArtRio 2026, com curadoria de Paula Borghi, (@borghi.paula) representado pela Christal Galeria (@christalgaleria) e ao lado das incríveis artistas Camila Leite (@camilaleitebastos ) e Mônica Barbosa (@_monica.barbosa ).

Visitem o stand da Christal Galeria que está uma fineza só: 
Stand BC1 - Pavilhão Mar

ArtRio 2026 | 16 a 20 de setembro de 2026 | Axia Marina da Glória - RJ taken in Marina da Glória - Artrio by @marcelimamorim
13
a month ago
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Marcelo Amorim na ArtRio 2026.

Nasceu em Goiânia, GO. Vive e trabalha em São Paulo, Marcelo Amorim volta-se para imagens que estiveram à margem da memória. Fotografias, ilustrações e filmes anônimos — sobretudo das décadas de 1940 a 1970 — são resgatados e novamente colocados em circulação em serigrafia, desenho e pintura a óleo. Ao trazê-las de volta, o artista não restitui o passado por inteiro: permite que ele reapareça como fragmento, ausência e fantasma.

É o trabalho de pinturas que você poderá ver de perto na mostra Vestígios, que reúne Marcelo Amorim, Camila Leite e Mônica Barbosa em torno daquilo que sobrevive ao tempo, entre gesto, memória e território.

Venha nos visitar no Pavilhão MAR a partir de quarta, 16 de setembro.

ArtRio 16ª edição 
Marina da Glória, RJ | 16 – 20 de setembro 
Pavilhão MAR | Stand BC1 - Brasil Contemporâneo by @marcelimamorim
21
a month ago
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O vídeo “Sumiço” integra a programação da II FAROLETE – Mostra de Artes do Vídeo que acontece entre os dias 17 e 19 de setembro no Museu das Bandeiras (MUBAN), na cidade de Goiás.

Gravado na paisagem rural de Goiás, durante uma imersão na Biblioteca-Floresta, o trabalho conta com a trilha sonora do compositor romeno David Balica e a direção de fotografia de Francesco Fochesato.

Organizada pela Universidade Federal de Goiás (UFG – Câmpus Goiás) e pelo Estúdio BÃO, com apoio da FUNAPE/UFG, a mostra tem curadoria de Benedito Ferreira e Emilliano Freitas. A FAROLETE  é uma mostra voltada às práticas do vídeo, reunindo videoarte, videoperformance e cinema experimental de criadores nacionais e internacionais.

As exibições acontecem na fachada do MUBAN e são abertas ao público.

Serviço

II FAROLETE – Mostra de Artes do Vídeo
Período: 17 a 19 de setembro de 2026
Local: Museu das Bandeiras (MUBAN) — Cidade de Goiás, GO

Entrada gratuita

@mostrafarolete 
@david.balica 
@chescosato 
@biblioteca_floresta taken in Goiás, Goiás by @marcelimamorim
5
a month ago
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Bastão do imperador, 2026
óleo sobre tela 
30 x 20 cm by @marcelimamorim
21
a month ago
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Bastão do imperador, 2026
óleo sobre tela
30 x 20 cm by @marcelimamorim
6
a month ago
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MARCELO AMORIM 
@marcelimamorim 
Fonte Residência @residenciafonte 

Inauguração da exposição " Dito! Aquilo que não foi" de Fause Haten @fausehaten curadoria Daniel Rangel @danielrangel no Fonte Residência @residenciafonte 

Video Denise Andrade @deniseandrade by @marcelimamorim
27
2 months ago
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“O símbolo do Brasil pitoresco, a Palma Mater, palmeira plantada por d. João VI, é ela mesma o estranho produto de um tráfico, bem como de uma falsificação: esse símbolo brasileiro não era originalmente do Brasil. 

Trazida para o Rio de Janeiro em 1810 por um agente da Coroa portuguesa, a Palma mater – que também cresce nas Antilhas – tinha sido contrabandeada das ilhas Maurício. Depois que d. João VI a plantou no jardim, ela logo foi rebatizada de palmeira-real e, mais tarde, palmeira-imperial. 

A vontade de d. João era conter aquela palmeira nos confins do jardim Botânico, desejo que fez seus funcionários queimarem os primeiros frutos e sementes. Mas, ao que parece, pessoas se aventuraram pelo jardim à noite e conseguiram roubar as sementes da palmeira, vendendo-as rapidamente no mercado paralelo. Em pouco tempo, a árvore brotou em todos os cantos da capital, tornando-se símbolo do Brasil. 

Como a aura e a exclusividade da palmeira-imperial já tinham sido rompidas, ela então foi escolhida para decorar a alameda de entrada do jardim botânico em 1842. E assim a palmeira terminou serializada.”

Natalia Brizuela taken in FONTE by @marcelimamorim
3
2 months ago
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Todos passarão a ser animais no zoológico, 2014
Acrílica e aquarela sobre papel 
140 x 175 cm taken in FONTE by @marcelimamorim
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2 months ago
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