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🌸🌿Flores Comestíveis, Folhas e Microvegetais
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As nossas flores vão parar às melhores mesas da Península Ibérica e agora precisamos de mãos extra para cuidar delas 🌼

Estamos à procura de um(a) Técnico(a) de Produção para se juntar à nossa equipa. 

Candidata-te através do link na bio 🔗 

Conheces alguém? Marca nos comentários 👇🏻 taken in Microgreens by @microgreens.pt
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11 days ago
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Quando se fala de agricultura, pensa-se no produto: a folha, a flor, o legume que chega intacto ao prato de um chefe exigente. Raramente se pensa em quem lá pôs as mãos.

Nós pensamos. Todos os dias.

O trabalho agrícola faz-se cedo, faz-se ao frio, faz-se ao calor, faz-se de joelhos. É físico, repetitivo, exigente e, ao contrário do que muita gente imagina, cada vez mais técnico: sementeira, rega, controlo de pragas, colheita no ponto certo, embalamento, cadeia de frio, logística.

E quem o faz mudou. Segundo a CAP, cerca de 40% dos trabalhadores por conta de outrem no setor são estrangeiros. Do lado de quem gere as explorações, o retrato é outro: a idade média dos produtores anda à volta dos 65 anos e menos de 4% dos gestores têm menos de 40.

Produtores cada vez mais velhos, mãos cada vez mais vindas de fora. Isto não é opinião, são números.

E depois há a outra pergunta, que é talvez a mais incómoda: quanto vale este trabalho?

Em 2023, a agricultura portuguesa gerou cerca de 3,4 mil milhões de euros de valor acrescentado. Alimenta-nos, exporta e mantém de pé territórios inteiros que, sem ela, seriam apenas paisagem sem gente. É fundamental para o país, para a economia e para milhares de empresas que dependem diariamente daquilo que acontece no campo.

Mas o valor de uma coisa e aquilo que estamos dispostos a pagar por ela nem sempre são a mesma coisa.

E para quem lá trabalha? O salário mínimo é hoje de 920 euros brutos e a remuneração média do setor subiu cerca de 50% numa década. É um progresso real e é justo reconhecê-lo. Mas “média” é uma palavra macia para coisas duras: sazonalidade, contratos curtos e a incerteza de quem nunca sabe bem o que vem a seguir.

É muito fácil dizer que “não há gente para trabalhar”. Mas talvez a pergunta certa seja: que trabalho estamos a oferecer?
 
[continua nos comentários] taken in Microgreens by @microgreens.pt
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19 days ago
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Nem sempre é preciso açúcar para trazer doçura a um prato. Às vezes, basta uma folha. 🍃 

A nossa nova Stevia chega à cozinha em formato de microvegetal, pequena e delicada, mas com uma característica extraordinária: uma intensidade naturalmente doce que se revela imediatamente no paladar.

As pequenas folhas apresentam uma cor verde viva e uma aparência delicada, quase discreta. Mas a primeira dentada muda completamente a percepção.

O sabor é doce, limpo e muito persistente, com uma intensidade surpreendente para o tamanho da folha. É uma doçura diferente da do açúcar: mais vegetal, mais aromática e com uma presença prolongada na boca.

A Stevia não precisa de substituir simplesmente o açúcar. Pode ser utilizada para criar contraste, equilibrar acidez ou introduzir uma nota doce num prato onde ninguém esperaria encontrá-la.

É especialmente interessante em sobremesas, naturalmente, mas as suas possibilidades vão muito além. Funciona com frutas ácidas, citrinos e frutos vermelhos. Pode acompanhar preparações com iogurte, queijos frescos ou chocolate. Pode criar contrastes interessantes com ervas aromáticas, especiarias e elementos mais amargos.

E também pode atravessar a fronteira entre o doce e o salgado. Em pratos com tomate, vegetais fermentados ou preparações ácidas, uma pequena folha pode criar um equilíbrio inesperado. Com ceviches e outras preparações onde a acidez é protagonista, pode ser utilizada para introduzir uma dimensão doce sem acrescentar líquidos, molhos ou açúcar.

A grande vantagem está precisamente na sua escala. Não é preciso transformar uma receita para trabalhar com Stevia. Uma ou duas folhas podem ser suficientes para alterar a percepção de um elemento do prato.

É um ingrediente para utilizar com precisão, quase como se utiliza uma erva aromática ou uma especiaria.
E há algo particularmente interessante em apresentá-la inteira: o comensal vê uma pequena folha verde e só depois descobre que aquela folha aparentemente delicada é capaz de trazer uma intensidade doce completamente inesperada.

Um pequeno detalhe que muda a leitura de um prato. 🌱

Experimenta! taken in Microgreens by @microgreens.pt
9
a month ago
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¿Caviar verde? En realidad es umibudo, también conocida como uva de mar.

Solo necesita dos minutos en agua fría para hidratarse, recuperar su volumen y volver a mostrar esas pequeñas perlas que explotan en la boca.

Textura crujiente, salinidad limpia y mucho sabor marino.

¿La habías probado?

#Umibudo #UvaDeMar #CocinaProfesional #ProductoMarino #CristianSolana by @microgreens.pt
9
a month ago
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Parabéns, Filipa! 👰🏻‍♀️

Se já nos ligaste alguma vez, é bastante provável que tenhas falado com a Filipa.

Se nos mandas mensagens, se tens dúvidas sobre um produto, se queres acrescentar qualquer coisa a uma encomenda, se precisas de uma sugestão ou simplesmente não sabes muito bem o que fazer com aquela coisa estranha que acabaste de receber, é bastante provável que seja a Filipa do outro lado.

É ela muitas vezes que está atrás do telefone a registar os vossos pedidos, a confirmar entregas, a procurar soluções, a dar sugestões e, sobretudo, a ouvir-vos. Sabe quem pede o quê, quem gosta de determinado produto, quem precisa sempre de determinada coisa e quem aparece com uma pergunta para a qual provavelmente ninguém tinha pensado numa resposta.

A Filipa faz parte daquela parte da Microgreens que não aparece nas caixas. E agora casou. O que, por si só, já seria uma notícia suficientemente importante para merecer um post.

Mas há mais! A Filipa vai para o Japão de lua de mel. E nós estamos bastante curiosos para saber o que vai acontecer.

Porque passar anos a trabalhar na Microgreens, rodeada de chefs, ingredientes, produtos novos, sabores, tendências e conversas sobre comida cria um pequeno problema: chega-se a um ponto em que já não se consegue viajar sem olhar para tudo com olhos de quem trabalha com gastronomia.

Temos a certeza de que a Filipa vai provar coisas que nunca provou, entrar em lojas onde vai querer trazer metade das coisas para Portugal, descobrir ingredientes que provavelmente ainda não temos no catálogo e voltar com uma lista interminável de coisas que “temos mesmo de experimentar”.

E, conhecendo-a, também não nos admirava nada que passasse metade da viagem a perguntar como é que determinada coisa é cultivada, como se chama, em que altura é colhida ou porque é que tem aquela textura.

É o que acontece quando se trabalha todos os dias com pessoas que pensam em comida de uma forma muito particular. A gastronomia deixa de ser apenas aquilo que está no prato. Passa a ser uma espécie de “doença profissional”. 

(continua 👇🏻) taken in Microgreens by @microgreens.pt
8
a month ago
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🇵🇹 Apresentamos o nosso novo Micro Melão!

São os rebentos jovens da planta do melão, cultivados e entregues vivos, em vaso. Pequenos, delicados e incrivelmente aromáticos, concentram numa única folha uma expressão fresca e vegetal do universo do melão.

O sabor é subtilmente doce e frutado, mas mantém uma dimensão verde e herbácea que o torna muito mais versátil do que poderia parecer. A textura é delicada e ligeiramente aveludada.

E talvez a melhor forma de o entender seja simples: onde o melão funciona, o Micro Melão também pode funcionar.

Com presunto e outros enchidos curados.
Com queijos frescos, burrata ou mozzarella.
Com peixe cru, marisco, ceviches e tártaros.
Com camarão, caranguejo ou vieiras.
Com citrinos, lima, limão ou toranja.
Com hortelã, manjericão e outras ervas frescas.
Com pepino, tomate e preparações mais vegetais.
Com frutos vermelhos, pêssego, figo ou outras frutas de verão.
E, naturalmente, em sobremesas onde o melão já teria lugar.

A diferença está na forma como chega ao prato. Em vez de um pedaço de fruta, temos um pequeno rebento que acrescenta aroma, frescura, textura e uma dimensão visual inesperada.

É particularmente interessante como acabamento: deve ser utilizado cru, no momento de finalizar o prato. Não deve ser cozinhado, para preservar a delicadeza das folhas, a textura e o seu perfil aromático.

Um ingrediente pensado para quem gosta de pegar numa ideia conhecida e levá-la para outro lugar.

O melão, antes de ser fruto. 🌱🍈 taken in Microgreens by @microgreens.pt
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2 months ago
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🐝🤍 taken in Microgreens by @microgreens.pt
5
2 months ago
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🇵🇹 Apresentamos a nossa nova alga: o “caviar verde” ou “uva-do-mar” 🌊 

À primeira vista, parecem pequenas pérolas de vidro verde, mais joia vegetal do que alga. Mas é na mordida que revela a sua verdadeira beleza: cada esfera resiste delicadamente antes de rebentar, libertando uma frescura aquosa e uma salinidade pura e elegante, sem agressividade nem excesso de iodo.

Acrescenta profundidade sem se impor, tempera sem salgar, transforma sem nunca roubar protagonismo - perfeita sobre ostras, tártaros, sushi, ceviche, ou com abacate e citrinos.

Pede apenas uma coisa: respeito. Deve ser servida fria, hidratada em água fria antes de ir ao prato. O resto, ela trata sozinha.

🇪🇸 Presentamos nuestra nueva alga: el “caviar verde” o “uva de mar” 🌊 

A primera vista, parecen pequeñas perlas de cristal verde, más una joya vegetal que un alga. Pero es al morderlas cuando revelan su verdadera belleza: cada esfera ofrece una delicada resistencia antes de estallar, liberando una frescura acuosa y una salinidad pura y elegante, sin agresividad ni exceso de yodo.

Aporta profundidad sin imponerse, sazona sin salar y transforma sin robar protagonismo. Perfecta sobre ostras, tartares, sushi, ceviche, o combinada con aguacate y cítricos.

Solo pide una cosa: respeto. Debe servirse fría, hidratada previamente en agua fría antes de llegar al plato. Del resto, ella se encarga. taken in Microgreens by @microgreens.pt
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2 months ago
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Porque colhemos por encomenda e não fazemos stock

Todos os dias recebemos encomendas e todos os dias, a partir desse momento, sabemos exatamente o que temos de colher. É assim que trabalhamos desde o primeiro dia.

Em vez de colhermos grandes quantidades e as deixarmos armazenadas à espera de serem vendidas, preferimos esperar pelas encomendas dos nossos clientes. Só depois organizamos a colheita, o embalamento e a expedição.

É um processo mais exigente. Mas acreditamos que é também a melhor forma de garantir a qualidade.

Os nossos produtos são ingredientes vivos e sensíveis. A partir do momento em que são colhidos, começam naturalmente a perder frescura, aroma, textura e durabilidade. 

Cada hora conta, por isso, quanto mais próximo estiver o momento da colheita do momento em que o produto chega à cozinha, melhor será a experiência de quem o utiliza. É essa a razão pela qual evitamos fazer stock.

Preferimos que um chef receba um produto que ainda ontem estava na estufa, do que um ingrediente que passou vários dias numa câmara frigorífica à espera de uma encomenda.

Claro que esta forma de trabalhar exige muito mais planeamento. Todos os dias a nossa equipa tem de coordenar produção, colheita, embalamento e logística para que centenas de encomendas diferentes saiam completas e a tempo.

Nem sempre é o caminho mais fácil, mas é aquele em que acreditamos.

Também é uma forma mais responsável de produzir. Ao colhermos apenas aquilo que sabemos que vai seguir para os nossos clientes, reduzimos desperdícios e evitamos produzir muito mais do que aquilo que é realmente necessário.

No fundo, fazemos aquilo que a agricultura sempre fez: colhemos quando chega o momento certo. Só que, no nosso caso, esse momento chama-se encomenda.

Acreditamos que a melhor forma de preservar a frescura de um ingrediente não é encontrar uma forma melhor de o armazenar, mas colhê-lo o mais tarde possível. taken in Microgreens by @microgreens.pt
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2 months ago
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🇵🇹 Uma das estrelas da estação 🩷🌟 

🇪🇸 Una de las estrellas de la temporada 🩷🌟 taken in Microgreens by @microgreens.pt
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2 months ago
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🇵🇹 Flor de Alho 🧄💜 uma das nossas favoritas e dos nossos chefs também! 

🇪🇸 Flor de Ajo 🧄💜 una de nuestras flores preferidas ¡y de nuestros jefes también! taken in Microgreens by @microgreens.pt
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2 months ago
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Como escolhemos o que entra no catálogo? 

Há quem pense que os novos produtos aparecem porque alguém os encontrou numa feira ou viu uma fotografia na internet. Na realidade, raramente é assim.

Tal como os chefs viajam para descobrir novos restaurantes, novas técnicas e novos ingredientes, nós também viajamos. Visitamos produtores, falamos com agricultores, percorremos mercados e tentamos perceber o que está a acontecer nas cozinhas mais interessantes um pouco por todo o mundo.

Estamos constantemente à procura de produtos que ainda não fazem parte do nosso catálogo, mas que possam acrescentar algo à cozinha dos nossos clientes. Não basta serem bonitos. Não basta serem diferentes. Têm de fazer sentido.

Lançar um produto novo nunca é apenas acrescentar mais uma referência ao catálogo. É perguntar: será que este ingrediente ajuda realmente um chef a criar melhor? Traz um sabor novo? Uma textura diferente? Resolve algum problema? Inspira novas ideias?

Quando encontramos um produto que nos entusiasma, o trabalho está apenas a começar. Há variedades que passam meses, e por vezes anos, em testes antes de chegarem ao catálogo. Experimentamos diferentes sementes, ajustamos métodos de cultivo, observamos o comportamento da planta ao longo das estações e avaliamos se conseguimos produzir aquele ingrediente com a qualidade e a consistência que exigimos.

Nem sempre conseguimos!

Há produtos que nunca chegam ao catálogo. Outros obrigam-nos a começar de novo várias vezes. E há aqueles que parecem surgir de um dia para o outro, quando, na verdade, já fazem parte do nosso trabalho há muito tempo.

Os Crosnes são um bom exemplo. Foram precisos muitos ensaios, ajustes e aprendizagem até sentirmos que estavam prontos para chegar às cozinhas dos nossos clientes. E os Crosnes são apenas um exemplo.

Há outros produtos que estamos a desenvolver e que deverão chegar ainda este ano. Alguns continuam em fase de testes. Outros estão cada vez mais próximos de fazer parte do catálogo. Todos têm uma coisa em comum: só serão lançados quando tivermos a certeza de que estão à altura daquilo que queremos representar.

(continua 👇🏻) taken in Microgreens by @microgreens.pt
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2 months ago
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