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Situated research exploring material culture, vernacular knowledge & ecological futures. @tanto_mar @miguel___teodoro @teresacarvalheira
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Memories from our participation at Gentler Futures Festival 2026 - a project by @bytheendofmay 

Video Installation and performance occurred from Friday, June 5 - Saturday, June 6

Special thanks to @mr_onest @triasaner
Music by @pedrodouradotavares

📸@mariamimosoruiz @pedrodouradotavares taken in Hub Criativo da Mouraria / Mouraria Creative Hub by @pousio___
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2 months ago
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We had the pleasure of being invited by @bytheendofmay to take part in this new edition of (gentler) futures festival in Lisbon, where we will be sharing our most recent work through an installation and performance format: 

“Unearthing petroglyphs: towards a new semiotics of Alentejo’s cup-marks”
Installation: Friday, June 5 — Saturday, June 6
Performance: (to be announced)
Location: Mouraria Creative Hub, Lisbon 

“Unearthing petroglyphs: towards a new semiotics of Alentejo’s cup-marks” is an ongoing project by Pousio that investigates gestures of subtraction in the landscape: excavations, extractions, erosions, and silences, as both material and symbolic actions. Grounded in research on cup-marks—covinhas: an archaeological term for round petroglyphs and concave depressions carved into rock and scattered across the Alentejo—the project proposes a speculative archaeology that intersects geology, memory, and food culture.

Through a video installation and lecture-performance format, the work develops a semiological and ritual reading of these forms, approaching them as archives inscribed in matter and as relational devices between past, present, and future. The covinhas emerge as liminal forms, oscillating between function and symbolism, natural erosion and human intervention, trace and fabulation.

The project unfolds as a para-scientific laboratory for collective fabulation, experimenting with ways of archiving and reactivating bastardised or forgotten heritage. Through mappings, collections, and visual and sound recordings, a speculative inventory takes shape as an evolving body of material that interrogates the contemporary landscape and its narratives.
Remaining open and processual, the work positions the covinhas as mutable archetypes and critical portals for imagining alternative readings of territory and its material and symbolic geographies. taken in Hub Criativo da Mouraria / Mouraria Creative Hub by @pousio___
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5 months ago
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Almofariz (2025) 
Desenvolvida no contexto da residência na @po.de.vir.a.ser , esta peça afirmou-se como elemento central do projeto, refletindo um processo de criação coletiva e um posicionamento partilhado no âmbito da nossa investigação “Entre a Pedra e o Chão: Geomorfologia da Covinha”. Concebido a seis mãos, o almofariz convoca gestos de moer, esmagar e transformar — ações contínuas que inscrevem temporalidade, repetição e interdependência, enquanto práticas enraizadas na construção de comunidade. Enquanto objeto situado e durável, propõe-se à ativação, evidenciando a nutrição como prática relacional e coletiva. A partir desta peça, servimos duas receitas em que o pão assumiu um papel central — um dispositivo de encontro que sustenta a partilha e a circulação do alimento, reforçando a dimensão coletiva do projeto.

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Almofariz (2025)
Developed in the context of the residency at @po.de.vir.a.ser , this piece emerged as the central element of the project, reflecting a process of collective creation and a shared position within our research “Between the Stone and the Ground: Covinha Geomorphology”.
Conceived by six hands, the mortar evokes gestures of grinding, crushing, and transforming—continuous actions that inscribe temporality, repetition, and interdependence, as practices rooted in the making of community.
As a situated and durable object, it is proposed as something to be activated, foregrounding nourishment as a relational and collective practice.
From this piece, we served two recipes in which bread took on a central role—a device for gathering that sustains sharing and the circulation of food, reinforcing the project’s collective dimension. by @pousio___
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7 months ago
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Um mês após o nosso Open Studio, partilhamos mais algumas imagens do evento que assinalou o final da nossa residência na @po.de.vir.a.ser .

Obrigada a todos os que participaram.

Teremos novidades em breve! 🌝

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One month after our Open Studio, we’re sharing a few more picture from the event that marked the end of our residency at @po.de.vir.a.ser .

Thank you to everyone who took part.

More news coming soon!

📸 João Quirino taken in Évora, Portugal by @pousio___
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9 months ago
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Terminámos o ano da melhor forma possível: em concordância com o ciclo das estações, o território e os abraços de quem nos acolheu na @po.de.vir.a.ser .

Nestas semanas, dedicámo-nos a organizar a pesquisa que fomos colecionando até à data — uma matéria viva que começou a ganhar forma através de vários meios e gestos, mas também de perguntas sobre como habitamos, moldamos e exploramos o território.

No nosso open studio, partilhámos um primeiro momento dessa organização: fragmentos, ensaios e aproximações que, em breve, se desdobrarão em diferentes formatos, refletindo sobre camadas visíveis e invisíveis deste lugar.

“Geomorfologia da Covinha” é o esqueleto deste projeto inquieto e côncavo, ainda em aprofundamento — um trabalho que se faz devagar, entre camadas, presenças e permanências, e na escuta crítica de como o território nos molda e nos convoca. 

Um agradecimento especial ao Pedro Fazenda @fazenda.pedro e à equipa da @po.de.vir.a.ser 

Agradecimentos: 

Rodrigo Pereira
Manuel Calado
Noel Moreira
Luís Luz
Adrien Graça
Renata Bueno
Oficinas do Convento
Diário do Sul
Rádio Telefonia  do Alentejo
Famílias Carvalheira, Teodoro e Martins

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We ended the year in the best possible way: by being attentive to the cycle of the seasons, the territory, and the embraces of those who welcomed us at @po.de.vir.a.ser .

During these weeks, we dedicated ourselves to organising the research we have been collecting so far — a living body of material that has begun to take shape through different media and gestures, as well as through questions about how we inhabit, shape, and explore the territory.

In our open studio, we shared a first moment of this organisation: fragments, essays, and approaches that will soon unfold into different formats, reflecting on the visible and invisible layers of this place.

“Geomorfologia da Covinha” is the backbone of this restless, concave project, still in development — a work that unfolds slowly, between layers, presences, and continuities, and through a critical listening to how the territory shapes us and calls us into relation.

Mariana, Miguel & Teresa by @pousio___
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9 months ago
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𝗔𝘁𝗲𝗹𝗶𝗲𝗿 𝗔𝗯𝗲𝗿𝘁𝗼
𝗚𝗲𝗼𝗺𝗼𝗿𝗳𝗼𝗹𝗼𝗴𝗶𝗮𝘀 𝗱𝗮 𝗰𝗼𝘃𝗶𝗻𝗵𝗮, 𝗣𝗼𝘂𝘀𝗶𝗼
𝟮𝟭 𝗱𝗲 𝗱𝗲𝘇, 𝟭𝟱𝗵𝟬𝟮 - 𝗦𝗼𝗹𝘀𝘁í𝗰𝗶𝗼 𝗱𝗲 𝗶𝗻𝘃𝗲𝗿𝗻𝗼, 𝗣ó 𝗱𝗲 𝗩𝗶𝗿 𝗮 𝗦𝗲𝗿
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No dia 21 de dezembro, a Pó de Vir a Ser recebe o último atelier aberto dos Pousio. A abertura acontece às 15h02, instante em que se inicia o solstício de inverno, um ponto de viragem temporal convocado como marca de passagem, cuidado e contenção.

Nesta sessão, o coletivo apresenta uma instalação comentada com a qual propõe uma narrativa alternativa da paisagem. A covinha é tomada como forma e como pergunta: arquivo talhado na matéria, possível portal para o passado e superfície de fabulação para o futuro. Ao longo desta segunda etapa, aprofunda-se e consolida-se a análise das covinhas enquanto formas liminares, vestígios que oscilam entre o funcional e o ritual, entre a erosão natural e a ação humana, entre o conhecido e o desconhecido. O coletivo apresenta o estado atual do seu inventário especulativo: um conjunto de observações, padrões e contradições que revelam a complexidade destas depressões e a multiplicidade de leituras que convocam.

A investigação permanece aberta e processual, explorando escalas e tensões, e entendendo as covinhas como arquétipos em mutação, portais que permitem interrogar o Alentejo contemporâneo e imaginar outras narrativas para a sua geografia material e simbólica.
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Design: Common Forms
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A Pó de Vir a Ser é uma estrutura financiada pela República Portuguesa – Cultura, Juventude e Desporto / Direcção-Geral das Artes e Município de Évora. Integra a RPAC - Rede Portuguesa de Arte Contemporânea. taken in Pó de Vir a Ser by @pousio___
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10 months ago
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Após alguns meses em pousio, voltámos ao Alentejo para a segunda parte da nossa residência na @po.de.vir.a.ser .
Um retorno ao lugar onde, no verão passado, começámos a investigar gestos de subtração na paisagem com o nosso projeto “Entre a Pedra e o Chão”.
Partilhamos aqui alguns fragmentos da primeira etapa, onde iniciámos uma arqueologia especulativa em torno das chamadas covinhas — depressões côncavas talhadas na rocha e dispersas pela paisagem alentejana.
Agora, reabrimos o campo de trabalho.
No dia 21, teremos o nosso open studio, encerrando este ciclo em concordância com o solstício de inverno.

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After a few months in fallow, we returned to the Alentejo for the second part of our residency at @po.de.vir.a.ser .
A return to the place where, last summer, we began investigating gestures of subtraction in the landscape through our project “Between Stone and Soil”.
Here we share fragments from the first phase — the moment when we initiated a speculative archaeology around the so-called covinhas: concave depressions carved into the rock and scattered across the Alentejo landscape.
Now, we reopen the field of work.
On 21 December, we will host our final open studio, closing this cycle in resonance with the winter solstice. taken in Évora, Portugal by @pousio___
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10 months ago
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Com a escultura como interpelação nas práticas da Pó de Vir a Ser, as residências artísticas que acolhemos têm plasmado esse princípio, enquanto geram modos plurais de esculpir pedra e realidade. As residências materializam uma geologia da atenção, com um tempo e espaço próprio aqui no antigo Matadouro de Évora: investigar, experimentar, permanecer e criar. E muitas vezes, voltar.
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Os ateliês abertos — geralmente realizados no final ou em momentos-chave da residência — permitem ao público entrar nos espaços de trabalho, conhecer as obras em progresso, conversar com os artistas e partilhar impressões. Esta abertura promove a transparência do processo artístico, estimula o diálogo e continua a apontar as práticas artísticas como um movimento de pensamento crítico e de proximidade social.
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Aqui ficam alguns registos do Atelier Aberto dos Pousio no Solstício de Verão. Obrigada pela tarde-fusca maravilhosa e venham sempre!
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Fotografias: Tiago Moura @tiagomouraaaa 
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GEOLOGIA DA ATENÇÃO é o programa bienal da Pó de Vir a Ser. A Pó de Vir a Ser é uma estrutura financiada pela República Portuguesa – Cultura / Direcção-Geral das Artes e Município de Évora. Integra a RPAC - Rede Portuguesa de Arte Contemporânea. 
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@dg.artes @evora_portugal @evora____27 #Pódeviraser #Esculturacontemporânea #Évora #Pousio taken in Pó de Vir a Ser by @pousio___
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a year ago
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Atelier Aberto no âmbito do ciclo Recursos Minerais.
“Entre a Pedra e o Chão”, colectivo Pousio
📅 21 de junho às 19h ( Solstício de Verão) Entrada livre ☀️
 📍 Pó de Vir a Ser, Évora
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Neste atelier aberto, Pousio apresenta-nos várias possibilidades de olhar para gestos de subtração na paisagem — escavações, extrações, erosões e silenciamentos — como ações simultaneamente materiais e simbólicas. Ao reinscrever estes gestos no presente, o coletivo propõe uma arqueologia especulativa que atravessa a geologia, a memória e a cultura alimentar. A partir da investigação em torno das popularmente chamadas “covinhas” — depressões côncavas talhadas na rocha e dispersas pela paisagem alentejana — o grupo ensaia uma leitura semiológica e ritual desses vestígios.
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A Pó de Vir a Ser abre portas como um laboratório de fabulação coletiva e investigação paracientífica, onde se ensaiam novos sistemas de arquivo e categorização para patrimónios bastardizados ou esquecidos. A escultura é retomada como gesto participativo e relacional, conectando práticas de cuidado e contenção à paisagem contemporânea. Entre mapeamentos, recoleções, registos visuais e sonoros, delineia-se um inventário especulativo destes contentores do passado e das suas reverberações no presente.
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+info
@pousio___
https://pousio.earth
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Design gráfico: Common Forms @common.forms
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Recursos Minerais é um ciclo de residências que acolhe três coletivos ao longo de 2025, e os convida a transitar e trespassar os campos da escultura, paisagem, arquitetura e urbanismo, recombinando modos de fazer no território.
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GEOLOGIA DA ATENÇÃO é o programa bienal da Pó de Vir a Ser. A Pó de Vir a Ser é uma estrutura financiada pela República Portuguesa – Cultura / Direcção-Geral das Artes e Município de Évora. Integra a RPAC - Rede Portuguesa de Arte Contemporânea
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#Pódeviraser #Esculturacontemporânea #Évora #Pousio
⠀ taken in Pó de Vir a Ser by @pousio___
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a year ago
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Atelier Aberto no âmbito da residência artística “Entre a Pedra e o Chão”, do colectivo Pousio
📅 21 de junho às 19h ( Solstício de Verão) Entrada livre ☀️
 📍 Pó de Vir a Ser, Évora
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"Pousio (1. deixado sem cultivo ou semeio após a lavoura; 2. dormente, inativo) é um coletivo de investigação transdisciplinar centrada na região do Alentejo. Questionando formas institucionalizadas de olhar para a cultura material, a prática do coletivo explora abordagens alternativas a desafios urgentes que afetam a região, como a exaustão dos solos, a intensificação do regime agrícola monocultural, a desertificação e a erosão de saberes vernaculares.
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Através de uma imersão narrativa nas características materiais e espaciais de cada caso de estudo, o coletivo testa ferramentas situadas para imaginar práticas regenerativas de decrescimento e justiça socioecológica. A equipa multidisciplinar composta por Mariana Martins de Oliveira, Miguel Teodoro e Teresa Carvalheira está comprometida em reconectar o conhecimento agrícola, artesanal e alimentar à paisagem contemporânea."
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Neste atelier aberto, Pousio apresenta-nos várias possibilidades de olhar para gestos de subtração na paisagem — escavações, extrações, erosões e silenciamentos — como ações simultaneamente materiais e simbólicas. Ao reinscrever estes gestos no presente, o coletivo propõe uma arqueologia especulativa que atravessa a geologia, a memória e a cultura alimentar. A partir da investigação em torno das popularmente chamadas “covinhas” — depressões côncavas talhadas na rocha e dispersas pela paisagem alentejana — o grupo ensaia uma leitura semiológica e ritual desses vestígios.
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GEOLOGIA DA ATENÇÃO é o programa bienal da Pó de Vir a Ser. A Pó de Vir a Ser é uma estrutura financiada pela República Portuguesa – Cultura / Direcção-Geral das Artes e Município de Évora. Integra a RPAC - Rede Portuguesa de Arte Contemporânea
#Pódeviraser #Esculturacontemporânea #Évora #Pousio taken in Pó de Vir a Ser by @pousio___
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a year ago
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𝙇𝙪𝙜𝙖𝙧𝙚𝙨 𝙙𝙚 𝙎𝙚𝙨𝙩𝙖, foi a instalação que apresentámos no @pontodorvalho e que esteve presente na Agrofloresta do Monte do @freixodomeio, durante os três dias do festival. 

Um convite ao repouso e à regeneração dos corpos, reivindicando a desaceleração em paisagens produtivas - pousio. 

Um obrigado especial ao Manuel Calado, por colaborar connosco nesta peça, com um dos seus singulares poemas sobre o Alentejo. 

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𝙉𝙖𝙥 𝙋𝙡𝙖𝙘𝙚𝙨, was the installation we presented at @pontodorvalho and that was featured at one of the @freixodomeio ‘s agroforests (Agrofloresta do Monte), during the three days of the festival.

An invitation to rest and of the bodies’s regeneration, reclaiming the need for slowing down in productive landscapes — fallow (pousio). 

A special thanks to Manuel Calado for collaborating with us on this piece with one of his poems about Alentejo.

📸 @francisco__fidalgo taken in Montado do Freixo do Meio by @pousio___
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2 years ago
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𝙀𝙣𝙩𝙧𝙚 𝙖 𝙋𝙚𝙙𝙧𝙖 𝙚 𝙤 𝙋ã𝙤, foi o jantar performance aberto à comunidade que realizámos no @pontodorvalho no Convento de S. Domingos em Montemor-o-Novo.

Raízes envoltas em barro cozinhadas no fogo, flora recoletada, fermentações silvestres, alimentos locais e sazonais - para este jantar, criámos um menu que se debruçou pela paisagem complexa que é o montado alentejano e a sua história geológica. 

O nosso menu regenerativo, quis celebrar a abundância estival de uma agroecologia possível e com raízes reais no território. O final de estação como espaço e tempo de reflexão, e também de reconhecimento entre o que nos é próximo e o que nos inquieta.

Falamos de um território que nos é íntimo e que conta uma história de adaptação, luta, resistência e resiliência, onde a sua alimentação é o testemunho de uma linguagem única e onde o pão assume um papel central. Na sua simplicidade, é um alimento que carrega consigo a complexidade de quem o prepara, ingere e partilha. Um símbolo de saciedade e subsistência. 

Através da combinação de ingredientes simples, o nosso menu é um espelho da cozinha alentejana, cozinha de metamorfoses, de invenções e reinvenções, onde elementos do passado se misturam e evolvem para dar origem a novas formas de (co)existência, através da combinação de ingredientes mais ou menos familiares e técnicas herdadas de múltiplas gerações e civilizações.

Quisemos celebrar o ato de cozinhar e comer através de uma reflexão conjunta sobre como estes atos sociais e práticas comunitárias estruturam a convivência e reafirmam laços de pertença neste lugar que é o Montado. Uma região na fronteira climática em risco de escassez e exaustão de recursos. Espécies e vegetação marginal que nos ajudam a voltar a olhar para o território, a reclamar espaços de conexão e o entendimento do território.

📸 por @francisco__fidalgo 
sound design por @happypetiz taken in Montemor-O-Novo by @pousio___
4
2 years ago
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