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Parabéns aos organizadores da acampada pelo direito à habitação, pela enorme mobilização, e a todas as pessoas que lá estiveram, por não se resignarem, por levantarem a voz e por fazerem sentir a sua indignação perante as escolhas políticas deste Governo.

Um Governo que insiste em transformar a especulação imobiliária num dos negócios mais lucrativos em Portugal, em detrimento do direito fundamental de milhares de pessoas a terem uma casa onde viver com dignidade.

A habitação não pode continuar a ser tratada como um negócio para enriquecer alguns, enquanto milhares de famílias são empurradas para a pobreza e os jovens são impedidos de construir o seu futuro.

Lutar pelo direito à habitação não é ser radical. É o normal. É o mínimo. É exercer a cidadania!

Radical é achar aceitável que quem trabalha não consiga pagar uma casa para viver!

Radical é defender que um direito fundamental seja um privilégio reservado a quem tem muito dinheiro para o pagar, enquanto outros enriquecem à custa da especulação imobiliária, favorecida pelas políticas de um Governo que escolhe proteger os interesses de quem lucra com a crise da habitação, em vez de garantir o direito de todos a uma casa digna.

A HABITAÇÃO É UM DIREITO, NÃO UM PRIVILÉGIO!

#liberdade #Habitação #Lisboa #porto #ps
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Constituição da República Portuguesa 
Artigo 65.º – Habitação e urbanismo
1 - Todos têm direito, para si e para a sua família, a uma habitação de dimensão adequada, em condições de higiene e conforto e que preserve a intimidade pessoal e a privacidade familiar.

2 - Para assegurar o direito à habitação, incumbe ao Estado:
a) Programar e executar uma política de habitação inserida em planos de ordenamento geral do território e apoiada em planos de urbanização que garantam a existência de uma rede adequada de transportes e de equipamento social;
b) Promover, em colaboração com as regiões autónomas e com as autarquias locais, a construção de habitações económicas e sociais;
c) Estimular a construção privada, com subordinação ao interesse geral, e o acesso à habitação própria ou arrendada;
d) Incentivar e apoiar as iniciativas das comunidades locais e das populações, tendentes a resolver os respectivos problemas habitacionais e a fomentar a criação de cooperativas de habitação e a autoconstrução.

3 - O Estado adoptará uma política tendente a estabelecer um sistema de renda compatível com o rendimento familiar e de acesso à habitação própria.

4 - O Estado, as regiões autónomas e as autarquias locais definem as regras de ocupação, uso e transformação dos solos urbanos, designadamente através de instrumentos de planeamento, no quadro das leis respeitantes ao ordenamento do território e ao urbanismo, e procedem às expropriações dos solos que se revelem necessárias à satisfação de fins de utilidade pública urbanística.

5 - É garantida a participação dos interessados na elaboração dos instrumentos de planeamento urbanístico e de quaisquer outros instrumentos de planeamento físico do território.
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Portugal precisa ou não de imigrantes? Diga-me!!!

No governo uns dizem que sim outros dizem que precisamos de reduzir a imigração. Mas quem tem, afinal, respostas sérias para o país?

O Partido Socialista e o seu Secretário-Geral, José Luís Carneiro @carneirojlc , apresentaram propostas concretas para responder aos problemas reais dos portugueses.

Se este Governo fosse mais humilde, ouvia, aprendia e governava. Em vez disso, continua a fazer da agenda radical e medíocre da extrema-direita a sua bússola política.

Portugal merece mais. Os portugueses merecem mais do que um Governo completamente perdido.

#Portugal #Imigração #Ps #politica #Governo
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A avenida mais importante de São Paulo, parada enquanto desfilo… 
Diz-me coisas bonitas 🫶🏾
#ferias #brasil #viver #memorias #amor
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Sobre a morte de Odair Moniz, não basta discutir a responsabilidade criminal individual.

É preciso saber quem validou a versão inicialmente comunicada pela PSP. Essa versão foi contrariada pelo Tribunal, e isso é gravíssimo. Que medidas serão tomadas para garantir credibilidade, transparência, fiscalização e responsabilização?

Bairros como a Cova da Moura não podem ser tratados como zonas de suspeição permanente. A segurança pública deve proteger todos os cidadãos, sem transformar comunidades inteiras em ameaça.

A credibilidade das forças de segurança é essencial numa democracia.

A autoridade democrática exige rigor, proporcionalidade, confiança e respeito pelos direitos fundamentais de todos.

#portugal #democracia #direitos #segurança #politica
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Hoje, todos os partidos da direita votaram contra a Iniciativa Legislativa de Cidadãos para reforçar o combate à discriminação e aos crimes de ódio. Todos da esquerda votaram a favor. 

A iniciativa foi chumbada.

Hoje confirmamos, mais uma vez, que dar maiorias parlamentares à direita significa abrir caminho ao retrocesso. Uma Assembleia menos comprometida com a igualdade, menos disponível para proteger as vítimas e mais pronta a transformar reservas técnicas em recusa política.

Usaram argumentos jurídicos para votar contra uma iniciativa que podia, e devia, baixar à especialidade para ser melhorada. Porque é precisamente para isso que serve a especialidade: corrigir, aperfeiçoar, garantir proporcionalidade, clareza e segurança jurídica.

Mas a direita preferiu chumbar porque não se importa. Porque como se percebeu nos discursos quer as vítimas caladas e sem proteção.

A radicalização do Partido Social Democrata já não é apenas uma deriva retórica. É uma escolha política. Temos um PSD cada vez mais contra os trabalhadores, contra os imigrantes, contra as minorias, contra quem vive situações de vulnerabilidade, contra políticas públicas de igualdade e, agora, contra uma iniciativa cidadã que pedia mais protecção para vítimas de discriminação.

A luta contra a discriminação não é uma causa de uma bancada. É uma causa da democracia.

E quando um partido que se diz social-democrata vira as costas a esta luta, não está apenas a votar contra uma iniciativa. Está a dizer ao país de que lado escolhe estar.

Nós continuaremos do lado das vítimas, da igualdade, da dignidade humana e de uma democracia que não deixa ninguém para trás.

@gac.comunidade parabéns e obrigada… a luta continua !
#democracia #discrimination #portugal #igualdade #direitoshumanos
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Eu sinto, todos os dias, o apoio de muitas pessoas. E esse apoio tem crescido.

Sei que somos muitos os que lutamos por um país melhor e mais justo. Mas quando se trata de enfrentar quem ataca os valores da nossa democracia, os nossos direitos e a dignidade das pessoas, nunca podemos achar que somos suficientes. É precisamente nesses momentos que precisamos de ainda mais vozes, mais união e mais coragem.

A luta que fazemos não é uma luta individual. É uma luta colectiva.
Por isso, a todos os democratas e a todas as pessoas que sabem que esta é uma luta que diz respeito a todos, peço que mantenham o foco. Precisamos de mais união, mais solidariedade e mais empatia.

Temos de proteger quem está nesta linha da frente, no anonimato ou não, a fazer esta luta em Portugal e no mundo. Pessoas que muitas vezes pagam um preço pessoal por defender aquilo que é justo.

Muito obrigada @_varelah e para todas e todos que continuam firmes!

Juntos podemos tudo. ✊🏾

#portugal #politica #união #democracia #liberdade
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