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artista, São Paulo
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viva daniel, a melhor pessoa que existe, e viva minha infância-familia em são paulo
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Julho chegou e, com ele, uma nova leva de exposições para explorar em São Paulo. Selecionamos as melhores para você aproveitar o mês:

1. “Estrelas escolhidas” – Luiz Zerbini, no Instituto Tomie Ohtake, até 16.08
Curadoria de Ana Roman e Luiza Mello
@luizzerbini; @anac.roman; @luizamello; @institutotomieohtake

2. “Confluências” – Carolina Caycedo, no MASP, de 03.07 até 04.10
Curadoria de Isabella Rjeille
@lacaycedo; @isarjeille; @masp

3. “Casa María Lionza” – Sol Calero, no vão livre do MASP, de 03.07 até 31.01.2027
Curadoria de Adriano Pedrosa e Laura Consendey
@solcalero_; @adrianopedrosa; @masp

4. “Fogo anda comigo” – na Mazzucchelli Cardoso, até 01.08
Texto crítico de Kiki Mazzucchelli
@kmazzucchelli; @mazzucchellicardoso

5. “Percebendo a Floresta” – Cássio Vasconcellos, na Casa Seva, até 01.08
@cassiovasconcellos; @casa.seva; @nararoesler

6. “Peças Frias — O Desenho” – Iran do Espírito Santo, na Fortes D’Aloia & Gabriel, até 08.08
@estudioirandoespiritosanto; @fortesdaloiagabriel

7. “Cavalo Pálido e os Sanguís-fé” – Igor Vidor, na Verve Galeria, até 15.08
Texto crítico de Marina Schiesari
@igorvidor; @madaysz; @vervegaleria

8. “Brasilidades: Vestígios de Permanência” – Moisés Patrício, na Verve Galeria, até 15.08
@moises.patricio; @vervegaleria

9. “Geologia da forma” – Germana Monte-Mór, na Galeria Leme, até 21.08
Texto crítico de Diego Matos
@germanamontemor_; diegomatos; @galerialeme

#felipeheggartadvisory
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A Danielian RJ apresenta: “De novo, novo” exposição coletiva com curadoria de Dereck Marouço. A mostra reúne mais de 20 obras que performam a repetição de diferentes maneiras, seja através da aplicação de técnicas como “frottage” ou “objet trouvé”, ou ainda pela reprodutibilidade técnica de obras “time-based” e através da noção de serialidade.

Como o curador aponta: ”A repetição é certamente algo com o qual sentimos proximidade. É um conceito com relação ao cotidiano. Ela permite não somente o desenvolvimento de práticas através da própria repetição, mas também complexifica a ideia de ‘progresso’ enquanto algo linear, já que durante o repetir, o novo emerge enquanto diferença."

“De novo, novo” terá abertura no dia 11 de junho na Danielian RJ, das 18h às 21h e ficará aberta ao público até o dia 30 de agosto.

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Danielian RJ presents “Again, anew” a group show curated by Dereck Marouço. The exhibition brings together more than 20 artworks that perform repetition in different ways, whether through the application of techniques such as “frottage” or “objet trouvé” or through the technical reproducibility of time-based works and through the notion of seriality.

As the curator points out: “Repetition is certainly something with which we feel close. It is a concept related to everyday life. It allows not only the development of practices through repetition itself, but also complicates the idea of ​​‘progress’ as something linear, since during repetition, the new emerges as difference.”

The exhibition “Again, anew” will open on June 11th at Danielian RJ from 6pm to 9pm, and will remain open to the public until August 30th.

Darks Miranda
A cor vinda do espaço, 2024-2026
44 x 27 cm
Cerâmica esmaltada, bastão oleoso, spray e pedra [Glazed ceramic, oil stick, spray and stone]

Danielian Rio de Janeiro, Rua Major Rubens Vaz, 414 - Gávea. 
Seg-Sex [Mon-Fri] 11h-19h 
Sáb [Sat] 11h-17h
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virada de década, 30 anos de vida, eu só aaaaa vivo por amor, amo viver e que privilégio é conseguir fazer isso cercada por pessoas que me amam e me conhecem
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o ano de março
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REPRESENTAÇÃO/ A Danielian anuncia a representação da artista Isabelle Passos [1996].

A obra de Isabelle Passos se constitui na subversão da superficialidade do papel e da racionalidade do desenho - ao qual historicamente se atribui qualidades projetuais - para criar uma linguagem carnal no plano do papel. O trabalho de Passos com materiais como o carvão, giz pastel, grafite e aquarela, infunde a obra de sensualidade, revelando a potência plástica do desenho. Sua técnica por vezes projeta volumes sinuosos sobre o papel e traz a volúpia enquanto força motora central e unificante organizadora da composição. A reprodução do engajamento e da fricção entre as silhuetas e técnicas presentes em seus trabalhos, comumente conduz as formas à liminaridade, encontrada no jogo entre a abstração e a figuração. 

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REPRESENTATION/ Danielian begins to represent the artist Isabelle Passos [1996].

Isabelle Passos' work consists of subverting the superficiality of paper and the rationality of drawing—to which projectual qualities have historically been attributed—to create a carnal language on the plane of paper. Passos' work with materials such as charcoal, pastel chalk, graphite, and watercolor infuses the work with sensuality, revealing the plastic potency of drawing. Her technique often projects sinuous volumes onto the paper, bringing voluptuousness as the central and unifying driving force organizing the composition. The reproduction of the engagement and friction between the silhouettes and techniques present in her works commonly leads the forms to a liminality, found in the interplay between abstraction and figuration.

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Retrato [Portrait] @giulia___xm

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#danielian
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