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Ninguém tem que performar uma boa maternidade. Aliás, nenhuma mãe tem que nada.

Para enfrentar o desconhecimento, as fake news e os comentários equivocados: mães, leiam! Leiam muito. Leiam mães.

Conheçam as coleções Mãe leva outra e Mãe leva mais uma, da @editoraurutau. 

Mencionei os livros das maravilhosas
@cristinaparga 
@umpedevento 
@madamagalhaes2025 
@marina.maria.martins 

Se quiser ver alguém falando sobre amamentação com evidência científica @averonicalinder.

A @lemenaescola faz um trabalho sério.

E, sempre, você é uma boa mãe ❤️
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Já era um sonho ir à Flip como leitora, agora como escritora, meus amigos, era daqueles que a gente pensa que tá lá longe, em tão tão distante, junto com a família da Fiona do Shrek 😆
Os dias passam rápido e devagar ao mesmo tempo. Uma coisa doida acontece lá que eu não consigo explicar direito. Você tá tropeçando nas pedras da calçada tranquilamente e de repente tem alguém segurando uma lâmpada fluorescente pra iluminar a Djamila Ribeiro que tá logo ali ó, bem do seu lado. É Carmen Lúcia de chinelinho tomando café na pousada (só na minha imaginação, devo dizer, mas ainda assim…), o povo gritando “eeeee” quando a luz volta e “aaaaaa” quando apaga de novo.
Uma confusão de gente, cachorro e apito de passarinho, tudo ao mesmo tempo, e aquele clima bom de conversa sobre literatura em todo lugar.
A Flip é tudo isso e muito mais que não coube aqui. Quem sabe na crônica desta semana eu conto mais alguma coisa (fiquem atentos 🧐🤣).
Amei encontrar minhas queridas amigas do @escrevagarota e da @editoraurutau , foi um prazer conhecê-las pessoalmente!! Levo vocês no coração (e na estante) 🤗
Participar de três mesas com escritoras tão potentes foi inacreditável- até agora acho que tudo não passou de um sonho de uma noite de inverno 😅

Agora o negócio é voltar pra vida normal, lavar roupa e descongelar frango, enquanto aguardamos a próxima Flip! 

📸 @lisguedex 😍
(Em breve mais fotos do ensaio maravilhoso!)

#evento #flip #paraty
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Ontem a caminho da casa @escrevagarota relembrei de um trecho de “A viagem inútil” de Camila Sosa Villada: 
“Eu digo: primeiro a escrita, depois a tristeza. E é uma vitória sobre esse desígno da minha família que nunca aceitou sua pobreza: primeiro eu soube escrever
e depois aprendi a ficar triste.”

Diante da falta, do luto, da dor, da impossibilidade e do desamparo, em nossas mãos mora um certo triunfo: a possibilidade de tornar isso palavra. 
E fazer da palavra outro corpo, para recuperar o nosso.

“Vista pro Mar” é o corpo de meu puerpério. 
“Quem eu era antes de ser sua mãe” o corpo da luta contra a infertilidade da @umpedevento.
“Clearblue Blues” o corpo das perdas gestacionais da @cristinaparga 

Tenho pensado nisso e falei disso também ontem: que escrever não é externalizar, é se separar. Provocar distanciamento. Fazer-virar-angústia-coisa-outra. 

Inaugurar na Flip na mesa “Escrever o indizível: a palavra que dá corpo a maternidade e seus lutos” me relembra essa dignidade da literatura. A dignidade de inserir nossa história no mundo e colher com alegria o percurso desse novo nascimento.

Vista pro Mar tem me levado viver coisas incríveis, ao lado de pessoas incríveis.
Obrigada @cristinaparga e @umpedevento pela partilha.
Obrigada público querido, pela escuta, participação e carinho.

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Obrigada @felipefuba_ , meu amor, pelos registros, apoio, parceria e companhia.
Obrigada amigos, pela torcida!

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“Além do mais, a literatura não escreveu nenhuma solução para os danos da minha vida. Só gravou em mim uma virtude, um sentido poético com o qual olho para as coisas.” Camila Sosa Villada.
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na contagem regressiva para esse grande acontecimento:
minha primeira Flip como escritora. 

nos vemos pelas ruas de Paraty, na casa @escrevagarota e vão lá na @editoraurutau espiar os livros dessa nossa coleção incrível que é a @maelevaoutra 

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