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🥋 Profs. Bione (@bjj.lab_ct.caxanga), @sadiseabra, @rhdrigosouza, e Wilson
⚡️ Monitores @x4v0s0 @guilhexmec
🗓️ Seg e Qua: 15h às 17h - CAC/UFPE
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Hoje, a atleta Jéssica Costa ganhou a terceira das quatro etapas do Campeonato Pernambucano de Jiu-Jitsu, restando apenas uma para sagrar-se campeã em todas elas.
E, para comemorar, vai aí um pedacinho de “Êxodo e A Guerra da Arte”, composição de seu colega de treino Bob Zen.
A música será lançada no dia 11 de outubro em todas as plataformas digitais.
Só sai artista desse laboratório, né não?

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#nogi 
#jiujitsubrasil 
#artesuave 
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A ideia de somar a metodologia das Lutas Coreografadas do Evandro Nunes ao trabalho já desenvolvido no tatame do CAC é a de estreitar ainda mais os laços do nosso jiu-jitsu com o pessoal do teatro, do cinema, da dança, da música e das demais artes presentes no prédio.

Abordar o jiu-jitsu enquanto arte de defesa pessoal dentro de um centro de artes universitário, e em um dos bairros mais artísticos do nosso estado, é um privilégio e tanto. O mínimo que podemos fazer com ele é ter a responsabilidade de criar o máximo de acessos possíveis.

Criar acesso é criar a oportunidade de alguém experienciar algo que, por barreiras culturais, sociais ou simbólicas, seria muito improvável que fosse experienciado por ele.

No contexto do nosso projeto, acesso é romper as barreiras invisíveis que dificultam o ingresso ao jiu-jitsu, apresentando, para isso, os benefícios que sua cultura traz.

A ideia é permitir que alguém de fora da tradicional bolha do jiu-jitsu — não raramente imaginada como sendo composta por algo entre valentões buscando melhorar o resultado de suas interações violentas e atletas de alto rendimento buscando títulos mundiais — possa se ver dentro da bolha sem precisar deixar de ser quem é.

Tal acesso não precisa passar pela apreciação do que faz ou não alguém acreditar que não pertence a uma determinada bolha, nem de como essa construção simbólica negativa foi historicamente ou psicologicamente construída.

Basta apresentar, através da prática em si, quais de fato são os benefícios de romper as barreiras que o deixam fora da tal bolha e o quanto essa ação beneficia, não apenas o indivíduo, mas a própria arte.

A mágica reside no fato de que, depois de apresentar as técnicas, os conceitos e os princípios do jiu-jitsu a alguém, temos a chance de conhecer um jiu-jitsu que só nos poderia ser apresentado por esse alguém — fato que faz com que o slogan do projeto seja: ESTUDE ENQUANTO CIÊNCIA E EXPRESSE ENQUANTO ARTE.
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O projeto ‘‘Jiu-Jitsu CAC’’ ministrou uma oficina de defesa pessoal feminina para as servidoras da UFPE, dentro do Centro de Artes e Comunicação, na última terça-feira (18). O aulão foi uma das atividades do evento alusivo ao mês das mulheres, que faz parte da campanha ‘‘Mulheres da UFPE, Juntas Somos Mais’’, com o tema ‘‘Tamires Presente!’’.

No final de 2024, Tamires de Almeida Costa Lima, de 34 anos, servidora do Hospital das Clínicas, foi vítima de feminicídio pelo namorado, que foi preso em flagrante. Neste ano, pensando no enfrentamento da violência, a Pró-Reitoria de Gestão de Pessoas (Progepe) e a Pró-Reitoria Para Assuntos Estudantis (Proaes) realizam a homenagem à servidora com mesas redondas, oficinas e exposição artística para o público até o dia 26 de março. 

Dentro das atividades, a oficina de defesa pessoal com o professor Gustavo Bione possibilitou uma tarde de muito movimento e aprendizado para as servidoras da universidade. A proposta da aula foi centrada na ideia de que ‘‘vencer é voltar viva para casa’’, que abordou situações de possíveis agressões e apresentou estratégias para lidar com elas. Além disso, o conceito de estudar o jiu-jitsu como uma ciência e expressá-lo como uma arte foi essencial para a construção do conhecimento das participantes, a partir da compreensão do esporte como uma forma legítima de autodefesa, destacando sua eficácia e aplicabilidade no cotidiano.

O Jiu-Jitsu CAC é um projeto de extensão da UFPE, com aulas gratuitas, que ocorrem às segundas e quartas-feiras, às 15h, na sala 54 (Ana Regina) do Centro de Artes e Comunicação. Alinhado com os princípios do jiu-jitsu, promove a inclusão e, com isso, respeita as limitações físicas e mentais enquanto ensina técnicas de jiu-jitsu e defesa pessoal.

📹Produção: Clara Fernandes
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A celebração do Jiu-Jitsu no CT Caxangá e suas filiais

O dia 25 de janeiro entra para a história do nosso Centro de Treinamento, marcando uma jornada de dedicação, esforço e superação. Sob a liderança do professor Leonardo Lira, vimos nossos atletas e alunos alcançarem novos patamares, resultado de anos de trabalho árduo e amor pelo Jiu-Jitsu.

Nesta grande graduação, celebramos oito novas faixas pretas, cada uma com uma trajetória única, carregada de desafios e conquistas. Entre elas, destacamos nossa estrela competidora, Catarina Kaká, que tem brilhado e conquistado títulos de forma impressionante nos últimos anos.

Além disso, dezenas de faixas azuis, roxas e marrons foram entregues, fortalecendo ainda mais a base e a continuidade do nosso time. A presença de tantos CTs e projetos parceiros reafirma a união e o compromisso com a formação técnica e moral dos nossos praticantes.

Mestre Rilion Gracie expressou sua alegria e orgulho por todos que fazem parte desse legado. Fechamos este evento marcante com as palavras do mestre Isac Manuel, precursor do Jiu-Jitsu em Recife, especialmente nesta mesma região da Caxangá, onde ele plantou essa semente há décadas.

Que essa foto seja o símbolo da força, do espírito de equipe e da superação que nos define. Parabéns a todos que fazem parte dessa história!

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