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Reconectando você às raízes culturais indígenas com lindas peças autênticas e exclusivas 💚
Comércio justo. Curadoria @anserbis
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CASA DO QUATI 
Sente a vibe desse lugar 🌿💙

Perfeita para casais em fuga 💕💕

#tinyhouse #pousada #cabananomato #pontadascanas  #floriparadise
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São Luís do Maranhão 🇧🇷

Foram 3 dias bem tranquilos, com pausas para cochilos e momentos sem pressa.

Então fiz um dump só para deixar registrado nossa passagem por lá.

Dicas?

Se puder, vá em um domingo e se jogue na feirinha do centro. Tem atrações musicais e fica super animado.

Faça uma volta pelo Centro Histórico, se possível em um tour, para ter mais contexto. Mas só apreciar já vale.

Também, domingo, fomos no Habbeas Copos com direito a samba na porta e raggae la dentro. O lugar é bem legal e amei saber que reggae aqui se dança coladinho.

Enlouqueci com as cerâmicas do boi e as bijuterias indígenas - queria tudo. Aliás, tenho que voltar em junho, sim ou com certeza?

Pontos: Rua do Giz - Mercado das Tulhas - Rua Portugal - Palácio dos Leões (vista linda) - Catedral Metropolitana - Largo do Carmo - Habeas Copos no domingo (reggae)

Teatro e Museu do Reggae estavam fechados.

Comidas: Cafofo da Tia Dica - sorvete de rua - Hanto (eu ameeei)

Se eu aproveitei São Luís com qualidade foi porque segui as dicas maravilhosas do @vemcomjorge - ele tem as melhores!! Obrigada, amigo.

Voltarei ✨

#saoluis #brasil🇧🇷
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São mais de 300 povos originários no Brasil que seguem em resistência, mas as apostilas ainda insistem em trazer um esteriótipo de vestes, rostos, cortes de cabelo e moradia. 

Quando vou às escolas falar com as crianças tenho tido como foco falar da pluralidade e diversidade cultural, já que o imaginário de homogeneidade segue firme e forte e se revela através de perguntas: “Como eles vivem?”, “O que fazem?”, “O que comem?” e por aí vai. 

Perguntas essas que fazem refletir sobre o que está presente no imaginário quando se fala de povos indígenas no Brasil. 

É urgente que pensemos em uma educação que nos aproxima de realidades historicamente apagadas pelo pensamento eurocentrico e que, assim, possamos entender a complexidade de um território formado por muitos territórios, culturas, visões de mundo e formas de existir. 

Importante também trazer para as crianças e adultos que estamos em 2026 e pessoas indígenas não são menos indígenas por ocupar espaços de poder, cargos em diversas profissões e acesso ao que também temos - já que infelizmente esse preconceito se enraiza em muitos não-indígenas e faz presente em nossa cultura. 

Que possamos utilizar do acesso à internet para seguir e aprender com muitas originárias e originários que compartilham de suas pautas, vivências, visões de mundo e realidades e, assim, conversemos sobre - sem medo de assumir nossa ignorância e com abertura para o aprendizado, que é constante e constrói novos mundos!
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