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Pesquisador de pós-doc @lafec.ufes
Doutor em psicologia | Autismo e práticas neuroafirmativas
Autor da RADS-R-BR e de “A quem pertencem as palavras?”
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Madu e Péricles estiverem pela 25ª Jornada Científica e Cultural da FAESA apresentando um painel com resultados preliminares do protocolo de avaliação neuropsicológica do projeto de adaptação e evidências do modelo de Mindfulness Body In Mind Training (BMT) @bmtbrasil @bmt.uk, desenvolvido aqui no LAFEC pela Profa. Dra Mariane Lima de Souza e o Pesquisador de pós-doc Dr. Mayck Hartwig.

O projeto é financiado pela FAPES e atende 64 pessoas autistas e 64 cuidadores de crianças e adolescentes autistas capixabas. O objetivo é avaliar os efeitos de práticas de Mindfulness e autocompaixão em autistas e cuidadores. 

Essa pesquisa é parte do projeto de neurodiversidade e práticas neuroafirmativas do nosso laboratório e conta com uma equipe de 32 pesquisadores, incluindo estudantes de graduação da UFES e de universidades privadas do Espírito Santo, além de pesquisadores colaboradores da Unicamp/(SP), UFF (RJ) Instituto de Apoio, Ensino e Pesquisa Adultos no Espectro (ES) e King’s College (UK) pela @drtamararussell. 

Além de avaliar os efeitos das práticas de Mindfulness o grupo está desenvolvendo um roteiro de avaliação neuropsicológica para identificação do autismo, um estudo com orientações para adaptações neuroafirmativas em práticas de grupo e um estudo colaborativo com o Laboratório de Práticas Corporais e Integrativas LAPCI, do Departamento de Educação Física da UFES.

Temos muito trabalho acontecendo e para acontecer, mas ao longo do percurso também estamos descobrindo novas estratégias verdinhas e azuis, para nos cuidar melhor 🟢🔵
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É com muito pesar que recebemos a notícia da morte de Fernanda Fialho (@paraquetabu). E hoje, escolhemos essa palavra, morte, sem amenizá-la, porque às vezes é necessário encarar de frente essa entidade tão assustadoramente comum em nossas vidas. E por mais contraditório que pareça, a morte dói e assusta, porque estamos vivos e a vida violentamente continua, sem nos dar uma pausa para senti-la. E já que ela é impossível ignorá-la, é melhor encará-la de frente, sem tabus.

Curiosamente Fernanda escolheu esse nome para seu perfil: Para quê Tabu. Falava sem amarras sobre suas dores, sobre a importância do diagnóstico de autismo, sobre as violências que sofreu, sobre os temores com o futuro, sobre a vida. Ela escreveu livro, deu palestras, conscientizou pessoas, expôs as contradições do SUS, ousou pedir ajuda. Ela viveu intensamente, e fez com que a morte do seu corpo não fosse sinônimo da morte das suas ideias e da sua luta. 

Pelo pouco que tivemos contato, ela foi capaz de mostrar sua energia, sua alegria e sua luz. Eu acredito fortemente que Fernanda desejaria ser lembrada assim. 

E nós, em particular pessoas autistas adultas, honraremos sua presença no mundo encontrando nossos respiros, encontrando nosso caminho e formas de viver nesse mundo, para que seja possível ter forças para continuar sua luta.

- Ilus
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Já falamos por aqui que estamos com uma pesquisa em curso que busca avaliar os efeitos das práticas de mindfulness e autocompaixão em adultos autistas e em cuidadores de crianças e adolescentes autistas.

Nesta fotinho, está parte da equipe envolvida na adaptação do programa de treinamento voltado para cuidadores de crianças e adolescentes autistas.

A equipe reúne profissionais da psicologia, pedagogia, antropologia, música e arquitetura, além de estudantes de graduação em psicologia e mãe de autistas.

Pensar um programa que facilite o acesso às experiências vividas por pais, mães e outros cuidadores de pessoas autistas exige compromisso técnico e científico, mas também bastante sensibilidade.

Essa equipe e a metodologia adotada para a adaptação do programa ilustram uma prática neuroafirmativa, na qual o público ao qual o estudo se destina participa ativamente da construção dos protocolos de pesquisa. Assim, buscamos desenvolver intervenções que não sejam fundamentadas apenas no conhecimento técnico e científico, mas também nas experiências e nos saberes de quem vivencia esse fenômeno em seu cotidiano 💚
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Aos poucos o nosso Grupo de Pesquisa em Autismo vai ganhando forma, cores, jeitos e vamos conhecendo as histórias e expectativas de cada um que está aqui. Faltam várias pessoas na foto, mas queremos que sintam-se todas igualmente representadas.

O encontro de hoje foi muito bonitinho. Estamos colorindo o LAFEC com as cores do infinito colorido 🌈
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Estamos muito felizes com a formação de novos especialistas de autismo na vida adulta da nossa especialização em Avaliação e Atendimento Terapêutico de Adultos Autistas, pelo AE.

Foram diversos trabalhos de conclusão de curso com temas diferentes, mas sempre levando em conta todo conhecimento que foi desenvolvido durante toda a jornada. 

É uma alegria proporcionarmos esse momento para os estudantes que tanto se dedicaram e agora estão capacitados para fazerem a diferença. 🧡

Parabéns! 🎉 Desejamos Parabéns! Parabenizamos os novos especialistas em
autismo na vida adulta da nossa pós graduação.
Imagem com fundo azul, bege e detalhes amarelos, com captura de tela de chamada on-line com várias pessoas. As imagens seguintes mostram mais capturas de tela dos ambientes virtuais, em diversas apresentações de slides.
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Olha que notícia boa: a nossa proposta de construção de uma Política de Rastreio, Diagnóstico e Cuidado à Pessoa Autista avançou e a indicação apresentada pela deputada estadual Camila Valadão @camilavaladaopsol foi aprovada por UNANIMIDADE na Assembleia Legislativa! 🙌🏼

A proposta nasceu de dados produzidos em pesquisas desenvolvidas nos programas de pós graduação em psicologia da UFRRF @ppgpsi.ufrrj @narn_ufrrj e da UFES @ppgpufes @lafec.ufes e apresentados a ALES pelos pesquisadores @mayckhartwig e @sou.ilus. 

Estamos felizes com esse avanço, pois recebemos diariamente, aqui no Instituto, demandas de pessoas autistas que enfrentam barreiras no acesso ao diagnóstico e ao cuidado integral. Essa realidade reforça nossa convicção de que pesquisa e políticas públicas devem caminhar juntas, garantindo decisões fundamentadas em evidências.

Agora, precisamos nos mobilizar para que o Governo do Estado do ES @governo_es e a Secretaria de Saúde transformem essa indicação em uma política pública efetiva. 

Compartilhe essa publicação, marque abaixo o @ dos políticos que você conhece e ajude a ampliar o acesso ao diagnóstico do autismo na rede pública de saúde.
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