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RESPIRO 4 

Ontem foi o encerramento do Festival, com o último Respiro. Quem acompanhou, sabe!

No CAPACETE, lançamos Entre Nós, a publicação do festival Eu não serei o ovo que você quebra: sobre o nascimento, o corpo e as evidências que ele carrega. Além do filme, Yamo (2011), de Rami Nihawi. Depois, DJ Disco Beirute.

Obrigada a quem esteve lá e a quem levou um exemplar.

Agradecimentos especiais a Rubens Takamine e Helmut Batista, nossos amigos e colaboradores do CAPACETE, e a Maia Gama (Cometa Impressos), pela publicação lindíssima.

Ficam aqui os registros da noite ;)

“Eu não serei o ovo que você quebra: sobre o nascimento, o corpo e as evidências que ele carrega” faz parte de Evidence, um festival internacional do Fisher Center LAB, em associação com o Center for Human Rights and the Arts at Bard, realizado no Brasil pela TAP — Temporary Art Platform (www.togetherwetap.art), sob a direção artística de Amanda Abi Khalil, em parceria com a Comadre (www.comadre.art).

@comadre.art @amanda_abi_khalil @chrabard @fishercenterbard @goetheinstitut_rio @juntesnacultura @francanorio @capacete.capacete @nihawirami @cometaimpressos

[EN]

BREATH 4 

Yesterday was the beginning of the end, with the first act of the last Breath. If you were following along, you know!

At CAPACETE, we launched Between Us, the publication of the festival I won’t be an egg which you crack: on birth, the body and the evidence it carries. Plus the film Yamo (2011), by Rami Nihawi. And then DJ Disco Beirute.

Thank you to everyone who came and to everyone who took a copy home.

Special thanks to Rubens Takamine and Helmut Batista, our friends and collaborators at CAPACETE, and to Maia Gama (Cometa Impressos), for the beautiful publication.

Here are the records of the night ;)

“I won’t be an egg which you crack: on birth, the body and the evidence it carries” is part of Evidence, an international festival by the Fisher Center LAB, in association with the Center for Human Rights and the Arts at Bard, presented in Brazil by TAP — Temporary Art Platform (www.togetherwetap.art), under the artistic direction of Amanda Abi Khalil, in partnership with Comadre (www.comadre.art). by @temporaryartplatform
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3 days ago
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No último sábado, Dora Selva colocou a Rua do Senado para rebolar com sua Oficina Viva Pelve.

Viva Pelve é uma plataforma de pesquisa sobre a pelve: seus movimentos, mistérios, potência e cura. Uma prática que toma o corpo como território de escuta e transformação. 

Dora Selva é artista interdisciplinar de ascendência brasileira e hondurenha, que atua entre a dança, a performance, a fotografia e o audiovisual. Sua pesquisa tem o corpo como assunto principal, ancorada nas relações entre movimento, espiritualidade, identidade e natureza.

Agradecemos a equipe do Solar por nos receber e todos que participaram!

“Eu não serei o ovo que você quebra: sobre o nascimento, o corpo e as evidências que ele carrega” reúne arte, corpo e maternidade; faz parte de Evidence, um festival internacional do Fisher Center LAB, em associação com o Center for Human Rights and the Arts at Bard, realizado no Brasil pela TAP — Temporary Art Platform (www.togetherwetap.art), sob a direção artística de Amanda Abi Khalil, em parceria com a Comadre (www.comadre.art).

Foto: Lucas Vaz @lvcaz 

@doraselva @vivapelve @solar.art.br @comadre.art @amanda_abi_khalil @chrabard @fishercenterbard @goetheinstitut_rio @juntesnacultura @francanorio

[EN]

Last Saturday, Dora Selva got Rua do Senado moving with her Oficina Viva Pelve.

Viva Pelve is a research platform focused on the pelvis: its movements, mysteries, power, and healing. A practice that approaches the body as a territory for listening and transformation.

Dora Selva is an interdisciplinary artist of Brazilian and Honduran descent, working across dance, performance, photography, and audiovisual media. Her research centers on the body, exploring the relationships between movement, spirituality, identity, and nature.

We’d like to thank the Solar team for welcoming us, and everyone who participated!

“I won’t be the egg that you crack: on birth, the body, and the evidence it carries” brings together art, the body, and motherhood; is part of Evidence, an international festival by Fisher Center LAB, in association with the Center for Human Rights and the Arts at Bard, presented in Brazil by TAP — Temporary Art Platform (www.togetherwetap.art) taken in Rua Do Senado by @temporaryartplatform
3
6 days ago
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Lançamento da publicação | Entre Nós: Eu não serei o ovo que você quebra

Terça-feira, 29 de setembro, das 18h às 22h, no CAPACETE.

A noite começa com a projeção de Yamo (2011), do cineasta libanês Rami Nihawi, um filme em que o diretor busca, ao lado da própria mãe, as memórias de uma infância marcada pela guerra civil. Em seguida, lançamos Entre Nós, a publicação do festival Eu não serei o ovo que você quebra: sobre o nascimento, o corpo e as evidências que ele carrega. A partir das 20h, a noite vira festa, com DJ Disco Beirute.

A publicação reúne duas conversas.

Na primeira, gravada na Casa Comadre, Lucia Barros, Isabel Penoni, Maíra Marques e Rumi Dalle desmontam a palavra “mãe” e a montam de novo — falam de cuidado, escolha, parentesco e das muitas formas de maternar, inclusive a de não maternar.

Na segunda, o artista Jarbas Lopes se senta entre duas parteiras: Cristine Takuá, parteira e filósofa Maxakali, e Marilanda Lima, parteira urbana. Elas falam sobre violência obstétrica, saberes ancestrais e o direito a um nascimento com respeito e afeto.

Com texto de abertura de Amanda Abi Khalil e a programação completa do festival. Design por Cometa Impressos. 

Entre Nós estará disponível no evento.

📍 Capacete — Rua Santo Amaro 33, Glória, Rio de Janeiro

“Eu não serei o ovo que você quebra: sobre o nascimento, o corpo e as evidências que ele carrega” faz parte de Evidence, um festival internacional do Fisher Center LAB, em associação com o Center for Human Rights and the Arts at Bard, realizado no Brasil pela TAP — Temporary Art Platform (www.togetherwetap.art), sob a direção artística de Amanda Abi Khalil, em parceria com a Comadre (www.comadre.art).

@comadre.art @amanda_abi_khalil @chrabard @fishercenterbard @goetheinstitut_rio @juntesnacultura @francanorio @capacete.capacete @nihawirami @cometaimpressos

Publication launch | Between Us: I won’t be an egg which you crack

Tuesday, September 29, from 6pm to 10pm, at CAPACETE.

The night opens with a screening of Yamo (2011), by Lebanese filmmaker Rami Nihawi, a film in which the director searches, alongside his own mother, for the memories of a childhood marked by the civil war. We then launch Between by @temporaryartplatform
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10 days ago
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No dia 18 de setembro, o MAM Rio recebeu mais uma ativação do festival Eu não serei o ovo que você quebra: sobre o nascimento, o corpo e as evidências que ele carrega.

Na obra Dopada (1996), de Laura Lima, uma mulher dorme no chão, vestida com uma longa camisola. Um tubo de crochê de lã, entrelaçado aos cabelos, sai da cabeça e se estende até a parede de cobogós, conectando-se com a arquitetura do museu. 

A obra dura o tempo do sono. Seu corpo transforma-se em escultura viva.

Obrigada a quem esteve presente!

“Eu não serei o ovo que você quebra” faz parte de Evidence, um festival internacional do Fisher Center LAB, em associação com o Center for Human Rights and the Arts at Bard, realizado no Brasil pela TAP — Temporary Art Platform (www.togetherwetap.art), sob a direção artística de Amanda Abi Khalil, em parceria com a Comadre (www.comadre.art).

Video: @lvcaz

@lauralima________ @laura.lima.estudio @comadre.art @amanda_abi_khalil @chrabard @fishercenterbard @goetheinstitut_rio @juntesnacultura @francanorio @mam.rio

[EN]

On September 18, MAM Rio hosted another activation of the festival Eu não serei o ovo que você quebra: sobre o nascimento, o corpo e as evidências que ele carrega.

In Dopada (1996), by Laura Lima, a woman sleeps on the floor, dressed in a long cut-out nightgown. A wool crochet tube, intertwined with her hair, emerges from her head and extends to the cobogó wall, connecting with the museum’s architecture.

The work lasts for the duration of the sleep. Her body becomes a living sculpture.

Thank you to everyone who was there!

Eu não serei o ovo que você quebra is part of Evidence, an international festival by the Fisher Center LAB in association with the Center for Human Rights and the Arts at Bard, presented in Brazil by TAP — Temporary Art Platform (www.togetherwetap.art) under the artistic direction of Amanda Abi Khalil, in partnership with Comadre (www.comadre.art). taken in MAM Rio by @temporaryartplatform
8
11 days ago
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RESPIRO 4 

“Eu não serei o ovo que você quebra: sobre o nascimento, o corpo e as evidências que ele carrega”, a artista Dora Selva conduz a oficina Viva Pelve, no Solar.

Viva Pelve é uma plataforma de pesquisa sobre a pelve - seus movimentos, mistérios, potência e cura. Uma prática que toma o corpo como território de escuta e transformação. 

Dora Selva é artista interdisciplinar de ascendência brasileira e hondurenha, que atua entre a dança, a performance, a fotografia e o audiovisual. Sua pesquisa tem o corpo como assunto principal, ancorada nas relações entre movimento, espiritualidade, identidade e natureza.

Oficina Viva Pelve, com Dora Selva
26 de setembro, às 15h
Gratuita
📍 Solar — R. do Senado, 48, Centro, Rio de Janeiro

Agradecimentos a equipe do Solar! 

O evento não será cancelado por chuva! Venham ;) 

“Eu não serei o ovo que você quebra” faz parte de Evidence, um festival internacional do Fisher Center LAB, em associação com o Center for Human Rights and the Arts at Bard, realizado no Brasil pela TAP — Temporary Art Platform (www.togetherwetap.art), sob a direção artística de Amanda Abi Khalil, em parceria com a Comadre (www.comadre.art).

@doraselva @vivapelve @solar.art.br @comadre.art @amanda_abi_khalil @chrabard @fishercenterbard @goetheinstitut_rio @juntesnacultura @francanorio 

Foto: @helenapcooper

[EN]

RESPIRO 4 

I won’t be an egg which you crack: on birth, the body and the evidence it carries, artist Dora Selva leads the workshop Everybody has a Pelvis at Solar.

“Viva Pelve” is a research platform on the pelvis - its movements, mysteries, power and healing. A practice that takes the body as a territory of listening and transformation.

Dora Selva is an interdisciplinary artist of Brazilian and Honduran descent, working across dance, performance, photography and film. Her research takes the body as its main subject, grounded in the relationships between movement, spirituality, identity and nature.

Everybody has a Pelvis workshop, with Dora Selva
September 26, at 3pm
Free entry 
📍 Solar — R. do Senado, 48, Centro, Rio de Janeiro

Thank you to the whole team at Solar!

The event will not be cancelled in case of rain! We are expecting by @temporaryartplatform
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13 days ago
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Em meio a semana da ArtRio, a rampa do Bloco Escola, no MAM Rio, foi palco de Dopada (1996), de Laura Lima — mais uma ativação do festival Eu não serei o ovo que você quebra: sobre o nascimento, o corpo e as evidências que ele carrega. 

Uma mulher dorme no chão, vestida com uma longa camisola de corte bidimensional. Um tubo de crochê de lã, entrelaçado aos cabelos, sai da cabeça e se estende até a parede, até a arquitetura do museu. A obra dura o tempo do sono.

Dopada, 1996 (Homem=carne/Mulher=carne),
camisola, pessoa-carne, medicamento de sedação e tubo de crochê.

“Pessoa-carne”. A cada apresentação, uma nova pessoa é preparada para habitar a obra.

Obrigada a quem esteve presente e atravessou esse tempo suspenso conosco.

“Eu não serei o ovo que você quebra” faz parte de Evidence, um festival internacional do Fisher Center LAB, em associação com o Center for Human Rights and the Arts at Bard, realizado no Brasil pela TAP — Temporary Art Platform (www.togetherwetap.art), sob a direção artística de Amanda Abi Khalil, em parceria com a Comadre (www.comadre.art).

Fotos: @lvcaz 

@lauralima________ @comadre.art @amanda_abi_khalil @chrabard @fishercenterbard @goetheinstitut_rio @juntesnacultura @francanorio @mam.rio

During ArtRio week, the ramp of the Bloco Escola at MAM Rio became the stage for Dopada (1996) by Laura Lima—yet another activation of the festival I Will Not Be the Egg You Crack: on birth, the body, and the evidence it carries.

A woman sleeps on the floor, dressed in a long nightgown with a two-dimensional cut. A crocheted wool tube, interwoven with her hair, extends from her head to the wall—to the museum’s architecture. The duration of the work is the duration of the sleep.

Dopada, 1996 (Man=flesh/Woman=flesh),
nightgown, flesh-person, sedative medication, and crocheted tube.

“Flesh-person.” For each presentation, a new person is prepared to inhabit the work.

Thank you to everyone who was present and shared this suspended moment in time with us.
 
Eu não serei o ovo que você quebra is part of Evidence, an international festival by the Fisher Center LAB in association with the Center for Human Rights and the Arts at Bard, presented in Brazil taken in MAM Rio by @temporaryartplatform
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16 days ago
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O encontro do dia 11 ficou comigo.

Sou mulher, mãe solo, e venho do Líbano – um país em guerra. Talvez por isso eu reconheça de perto o que é atravessar um tempo de escassez, com a saúde, a ética e a justiça em colapso. É justamente nesses momentos que se torna nítido o que precisamos defender: a nossa humanidade. Ela foi lembrada muitas vezes naquele dia, e é o que permanece comigo.

A TAP (Temporary Art Platform) é uma organização pequena. Carrega mais ambições do que fôlego, e nem sempre conseguimos dar continuidade a tudo o que gostaríamos. Mas foi acreditando que a micro escala importa que a fundei. Seguimos assim, pedra após pedra. Haverá dias de desânimo – e neles nos amparamos umas nas outras.

Não farei promessas fáceis. Digo apenas o que é verdadeiro: essa causa me é cara, e temos feito, e continuaremos fazendo, tudo o que está ao nosso alcance. Seguimos na luta, e sigo aqui como aliada.
Minha gratidão a cada pessoa que esteve presente, a todas as vozes, a todas as denúncias. 

– Amanda Abi Khalil, diretora artística do Festival.

Fiquem atentos a programação do Respiro 4, última semana do festival!

“Eu não serei o ovo que você quebra” faz parte de Evidence, um festival internacional do Fisher Center LAB, em associação com o Center for Human Rights and the Arts at Bard, realizado no Brasil pela TAP — Temporary Art Platform (www.togetherwetap.art), sob a direção artística de Amanda Abi Khalil, em parceria com a Comadre (www.comadre.art).

@amanda_abi_khalil @chrabard @fishercenterbard @redesdamare @maes.de.manguinhos @goetheinstitut_rio @juntesnacultura @francanorio @forensicarchitecture @mam.rio @annacostaesilva taken in Cinemateca do MAM by @temporaryartplatform
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17 days ago
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RESPIRO 2 

Na sexta, 11 de setembro, a Cinemateca do MAM Rio virou território de denúncia, escuta e resistência. No encontro “Corpos e Territórios”, discutimos os caminhos, as barreiras e as possibilidades de acesso à justiça em contextos atravessados pela violência de Estado, a partir de quem vive essa realidade nos territórios populares.

No centro da conversa estava o caso de Maiara Oliveira, jovem negra moradora da Maré que, aos 4 meses de gestação, foi atingida por um tiro de fuzil durante uma operação policial. A metodologia da arquitetura forense foi usada para ajudar a entender como Maiara foi atingida, e o caso segue sendo levado ao Sistema de Justiça e à imprensa em busca de reparação.

Quem vive a violência também produz a prova. Justiça por Maiara. Justiça também para todas as mães que trouxeram suas histórias de luta: Jacklline Oliveira, mãe de Kathlen Romeu; Ana Paula Oliveira, mãe de Johnatha Oliveira; e Bruna Silva, mãe de Marcus Vinícius.

O encontro começou com uma introdução de Ashkan Cheheltan, arquiteto e pesquisador forense espacial que colabora com a Forensic Architecture e a Forensis. Em seguida, organizações da sociedade civil, pessoas diretamente atingidas, o Ministério Público Federal e o Ministério Público Estadual sentaram-se à mesma mesa. Participaram Maiara Oliveira, Patrícia Mothé Glioche Béze, Júlio Araújo Junior, Flávia Palladino e Marcela Cardoso, e ainda Marilanda Lima e Fernanda do Vale Santos. Obrigada por cada depoimento e por tanta coragem.

O dia seguiu com a caminhada “Orquestrar o acaso”, de Anna Costa e Silva, e terminou no cinema com Tracey Emin e Yann Le Masson.

Eu não serei o ovo que você quebra.
“Eu não serei o ovo que você quebra: sobre o nascimento, o corpo e as evidências que ele carrega”, faz parte de Evidence, um festival internacional do Fisher Center LAB, em associação com o Center for Human Rights and the Arts at Bard, realizado no Brasil pela TAP — Temporary Art Platform (www.togetherwetap.art), sob a direção artística de Amanda Abi Khalil, em parceria com a Comadre (www.comadre.art). taken in MAM Rio by @temporaryartplatform
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18 days ago
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A exposição “Reparto” segue em cartaz na Casa Comadre até 28 de novembro, com visitação de quarta a sexta, das 14h às 18h, ou com hora marcada.

Não perca!

Com curadoria de Gabriela Davies e Maíra Marques e produção de Marcella Klimuk, a exposição reflete sobre as escolhas relacionadas à gestação e as muitas formas de cuidado.

A mostra coletiva reúne um conjunto expressivo de artistas de diferentes países e gerações, combinando trajetórias consagradas e nomes que vêm ganhando destaque na cena contemporânea, como Tracey Emin, Mona Hatoum, Lidia Lisboa, Adriana Varejão e Maria Magdalena Campos-Pons.

Casa Comadre: R. Maria Eugênia, 177 - Humaitá, Rio de Janeiro - RJ

“Eu não serei o ovo que você quebra” faz parte de Evidence, um festival internacional do Fisher Center LAB, em associação com o Center for Human Rights and the Arts at Bard, realizado no Brasil pela TAP — Temporary Art Platform (www.togetherwetap.art), sob a direção artística de Amanda Abi Khalil, em parceria com a Comadre (www.comadre.art). 

@lidia_lisboa @adrianavarejao @holasoydarksmiranda @ledebe @madzerokai @jarbaslopesjr @mariaantoniaestudio @casarina @mo_ventura @maria_magdalena_campos_pons @mona_hatoum @traceyeminstudio @tamarettun @studiohadjithomasjoreige @t.desana @marilanda.lima by @temporaryartplatform
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19 days ago
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RESPIRO 3

No dia 18 de setembro, sexta-feira, o MAM Rio recebe mais uma ativação do festival Eu não serei o ovo que você quebra: sobre o nascimento, o corpo e as evidências que ele carrega.

Venha conhecer a obra Dopada (1996), de Laura Lima, a partir das 16h, na Rampa do Bloco Escola.

Nela, uma mulher dorme profundamente, envolta em um traje de crochê — seu corpo transformado em escultura viva, suspensa entre o cuidado e a vulnerabilidade.

Laura Lima cria obras com o vivo. Vaca (H=c/M=c), realizada em 1994, é considerada um marco inicial em sua obra, uma lógica compartilhada por humanos e animais, domesticados ou não. Uma das artistas contemporâneas que mais se destaca em atuação no Brasil, foi a primeira a ter obras compradas por um museu brasileiro na categoria performance (sic), o Museu de Arte Moderna de São Paulo, em 2000. Sempre escapando de classificações, as obras de Laura Lima, ou “imagens”, como ela as descreve “não são performance, nem instalação, nem cinema”, mas sim tentativas de ligar visualmente, na realidade concreta, um glossário pessoal que a artista vem trabalhando ao longo de mais de trinta anos de carreira.

“Eu não serei o ovo que você quebra” faz parte de Evidence, um festival internacional do Fisher Center LAB, em associação com o Center for Human Rights and the Arts at Bard, realizado no Brasil pela TAP — Temporary Art Platform (www.togetherwetap.art), sob a direção artística de Amanda Abi Khalil, em parceria com a Comadre (www.comadre.art).

@comadre.art @amanda_abi_khalil @chrabard @fishercenterbard @redesdamare @maes.de.manguinhos @goetheinstitut_rio  @juntesnacultura @francanorio @lauralima________ @laura.lima.estudio @mam.rio

[EN]

On Friday, September 18, MAM Rio welcomes another activation of the festival I Won’t Be the Egg You Crack: on birth, the body, and the evidence it carries.

Come discover Dopada (1996), by Laura Lima, at 4 pm at the Rampa do Bloco Escola.

In the work, a woman sleeps deeply, enveloped in a crochet garment—her body transformed into a living sculpture, suspended between care and vulnerability.

Laura Lima creates works with the living. Vaca (H=c/M=c), created in 1994, is considered an early milestone i taken in MAM Rio by @temporaryartplatform
4
20 days ago
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Extract of Don’t Walk (2000-2004) 

Between October 1999 and February 2000, Joana and Khalil ritually filmed moments of their lives, which never differed as much as during those days. Joana, pregnant, has been bedridden for the last 4 months. Total immobility.

With her small DV camera, she looks night and day for some action, for a slightest detail, for something to happen in her room or through her windows, some possible contact with her neighbours who become the heroes of a daily fiction.

Khalil films a flow, movement, the outside. He tries to bring the city into her room. But which city ?

They attempt to share images, or rather, more precisely, their relation to images. Alternate journals, mingled with all sorts of correspondences, reflexions on the outside and the inside…

On view at the exhibition “I won’t be an egg which you crack” curated by @comadre.art for @temporaryartplatform until 26th September in Rio de Janeiro. by @temporaryartplatform
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21 days ago
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Hoje, 𝘀𝗲𝘅𝘁𝗮-𝗳𝗲𝗶𝗿𝗮, 𝗱𝗶𝗮 11 𝗱𝗲 𝘀𝗲𝘁𝗲𝗺𝗯𝗿𝗼, 𝗮 𝗖𝗶𝗻𝗲𝗺𝗮𝘁𝗲𝗰𝗮 𝗱𝗼 𝗠𝗔𝗠 recebe um dia inteiro de programação gratuita do festival 𝗘𝘂 𝗻ã𝗼 𝘀𝗲𝗿𝗲𝗶 𝗼 𝗼𝘃𝗼 𝗾𝘂𝗲 𝘃𝗼𝗰ê 𝗾𝘂𝗲𝗯𝗿𝗮: 𝘀𝗼𝗯𝗿𝗲 𝗼 𝗻𝗮𝘀𝗰𝗶𝗺𝗲𝗻𝘁𝗼, 𝗼 𝗰𝗼𝗿𝗽𝗼 𝗲 𝗮𝘀 𝗲𝘃𝗶𝗱ê𝗻𝗰𝗶𝗮𝘀 𝗾𝘂𝗲 𝗲𝗹𝗲 𝗰𝗮𝗿𝗿𝗲𝗴𝗮.

O dia começa com o encontro 𝗖𝗼𝗿𝗽𝗼𝘀 𝗲 𝗧𝗲𝗿𝗿𝗶𝘁ó𝗿𝗶𝗼𝘀: 𝗺ã𝗲𝘀 𝗲 𝗺𝘂𝗹𝗵𝗲𝗿𝗲𝘀 𝗽𝗿𝗼𝗱𝘂𝘇𝗶𝗻𝗱𝗼 𝗲𝘃𝗶𝗱ê𝗻𝗰𝗶𝗮𝘀 𝗽𝗮𝗿𝗮 𝗮 𝗹𝘂𝘁𝗮 𝗽𝗼𝗿 𝗷𝘂𝘀𝘁𝗶ç𝗮, construído em parceria com a Redes da Maré, Mães de Manguinhos e Casa das Mulheres da Maré. Em seguida, a artista Anna Costa e Silva apresenta 𝗢𝗿𝗾𝘂𝗲𝘀𝘁𝗿𝗮𝗿 𝗼 𝗮𝗰𝗮𝘀𝗼, uma caminhada silenciosa em duplas que se abre como exercício de escuta e liberdade. 

Às 18h, serão exibidos: o curta metragem 𝗪𝗵𝘆 𝗜 𝗡𝗲𝘃𝗲𝗿 𝗕𝗲𝗰𝗮𝗺𝗲 𝗮 𝗗𝗮𝗻𝗰𝗲𝗿 (Por que nunca me tornei dançarina), de 𝗧𝗿𝗮𝗰𝗲𝘆 𝗘𝗺𝗶𝗻, e o filme 𝗥𝗲𝗴𝗮𝗿𝗱𝗲, 𝗲𝗹𝗹𝗲 𝗮 𝗹𝗲𝘀 𝘆𝗲𝘂𝘅 𝗴𝗿𝗮𝗻𝗱𝘀 𝗼𝘂𝘃𝗲𝗿𝘁𝘀 (Observe, ela tem olhos bem abertos), de 𝗬𝗮𝗻𝗻 𝗟𝗲 𝗠𝗮𝘀𝘀𝗼𝗻.

Veja nos stories o link para inscrição! 

Nossos agradecimentos especiais a Isabel Holzl e Caroline Vabret do Consulat Général de France à Rio de Janeiro.

PROGRAMAÇÃO
11h - Boas-vindas e discurso de abertura
11h30 - Mesa 1 | A Análise Forense Comunitária como instrumento para a reparação de vítimas da violência armada
13h30 - Intervalo para almoço
14h30 - Mesa 2 | Desafios do maternar: os impactos da violência na vida de mulheres e mães na cidade
16h30 - Interlúdio | Orquestrar o acaso com Anna Costa e Silva
18h - Exibição de filmes | Why I Never Became a Dancer de Tracey Emin e Regarde, elle a les yeux grands ouverts, de Yann Le Masson
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𝗘𝘂 𝗻ã𝗼 𝘀𝗲𝗿𝗲𝗶 𝗼 𝗼𝘃𝗼 𝗾𝘂𝗲 𝘃𝗼𝗰ê 𝗾𝘂𝗲𝗯𝗿𝗮 faz parte de 𝗘𝘃𝗶𝗱𝗲𝗻𝗰𝗲, um festival internacional do Fisher Center LAB, em associação com o Center for Human Rights and the Arts at Bard, realizado no Brasil pela TAP Temporary Art Platform, sob a direção artística de Amanda Abil Khalil, em parceria com o Instituto Comadre.

𝗪𝗵𝘆 𝗜 𝗡𝗲𝘃𝗲𝗿 𝗕𝗲𝗰𝗮𝗺𝗲 𝗮 𝗗𝗮𝗻𝗰𝗲𝗿, 𝗱𝗲 𝗧𝗿𝗮𝗰𝗲𝘆 𝗘𝗺𝗶𝗻

(Reino Unido, 1995, 6 min 40s, inglês com legendas im taken in Cinemateca do MAM by @temporaryartplatform
1
24 days ago
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