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Fica à vontade, só não repara a bagunça
Diretor de Conteúdo do @rh.summit
Falando do mundo corporativo de um jeito NÃO TÃO corporativo! 🔥🧯
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Quer palestrar no RH Summit 2027?

Hoje tirei a tarde para olhar candidaturas e muita gente se empolgou tanto com o palco que pulou a leitura do formulário.

Existe uma diferença entre só querer palco e me ajudar a entender sua contribuição. 

“Falo sobre liderança, cultura, inovação e futuro do trabalho” pode significar tanta coisa que termino de ler sem saber qual conversa você quer levar ao público.

E, de novo, recebi apresentações de empresas, não das pessoas inscritas.

Descubro o que você vende, mas continuo sem saber o que pretende compartilhar com a nossa galera.

Quero entender o que você fez, aprendeu e pode ensinar, quem trabalha com RH conhece a distância entre uma ideia bonita e fazer a coisa funcionar numa terça-feira.

O tema de 2027, Reengenharia do RH, abre espaço para discutir como pessoas, processos, tecnologia e decisões se conectam ao negócio. 

Quero experiências que ajudem a gente a repensar a área, com suas dificuldades, escolhas e consequências.

Seu mídia kit apresenta sua trajetória, os temas que domina e a experiência que sustenta sua atuação. 

Se já palestrou, diga onde e inclua vídeos, fotos e depoimentos, “participei de vários eventos” deixa a investigação para quem está lendo e eu não vou bancar o stalker!

A regra de negócio estava no topo do formulário e teve gente que ignorou antes de preencher tudo. Depois a gente reclama do candidato que não lê as exigências da vaga, né?

Repetindo: se você atua em uma empresa que vende produtos, serviços ou soluções para profissionais de RH, sim, HR techs, benefícios, treinamento e similares, a participação acontece via patrocínio, não por convite editorial nem por este formulário. É uma regra de transparência e respeito aos patrocinadores.

A inscrição não garante participação, então capriche no material, o RH Summit completa dez anos em 2027 e eu quero descobrir quem ainda precisa pisar no nosso palco!

Ainda não tem mídia kit? 

Não precisa gastar com designer ou superprodução, quero entender seu conteúdo. 

O Canva tem modelos e até o Claudinho ajuda a montar, só confira se o resultado conta a sua história.

Leu tudo? Deu match? 
Inscreva-se no link da bio! by @leobkaufmann
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2 days ago
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Desse jeitinho! taken in São Paulo, Brazil by @leobkaufmann
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6 hours ago
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Fogo no parquinho 🔥🧯devidamente tatuado… taken in São Paulo, Brazil by @leobkaufmann
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a day ago
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Tendeu? taken in São Paulo, Brazil by @leobkaufmann
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a day ago
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Elis Regina nunca mentiu quando cantou “Como Nossos Pais”, a gente é que costuma ouvir se imaginando na parte da juventude que quer mudar tudo, nunca na parte que já se acomodou.

É fácil reconhecer o conservadorismo dos nossos pais, difícil é perceber quando ele começa a sair da nossa boca, quando a liberdade que defendíamos ganha condições, quando a diferença passa a incomodar e quando aparece aquele “no meu tempo” que a gente jurava nunca dizer, geralmente acompanhado da saudade de uma ordem que funcionava melhor para uns do que para outros.

A gente criticava o silêncio à mesa, hoje pede para alguém não tocar em política porque vai estragar o almoço, reclamava de não ser ouvido, hoje trata quem chegou depois como alguém que ainda não viveu o suficiente para ter opinião. Mudam os assuntos, permanece a certeza de que a nossa experiência nos dá o direito de encerrar a conversa.

E dá para fazer tudo isso com roupa moderna, discurso atualizado e uma biografia cheia de palavras bonitas, inclusive defender liberdade enquanto se escolhe quem merece ter direitos, cobrar respeito enquanto se aplaude quem humilha e chamar de pulso firme aquilo que, se viesse do outro lado, a gente reconheceria como autoritarismo.

Nesse cenário, tem gente oferecendo o passado como solução, com a promessa de recuperar valores e colocar as coisas no lugar, sem explicar quem vai perder espaço para essa arrumação acontecer. E a gente, que cresceu querendo romper com tanta coisa, começa a achar aceitável, desde que a restrição caia sobre a vida dos outros.

O incômodo dessa música é perceber que a gente pode ter passado anos discutindo com os nossos pais para, um dia, usar os argumentos deles contra outra pessoa, com a convicção de quem ainda se acha revolucionário. taken in São Paulo, Brazil by @leobkaufmann
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a day ago
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Seu RH é data-driven até alguém perguntar de onde veio o dado. 😂

A gente aprendeu a falar People Analytics, AI first e decisão baseada em evidências, mas ainda tem reunião em que aparecem três números diferentes para o mesmo indicador, e o critério de escolha é qual deles deixa a apresentação mais bonita.

A planilha veio do grupo de WhatsApp, a fórmula ninguém sabe explicar e qualquer alteração precisa ser feita com a delicadeza de quem desarma uma bomba. 

Aí alguém sugere colocar IA no processo, porque aparentemente uma confusão automatizada ganha outro prestígio.

Só que esses números orientam contratação, orçamento, desenvolvimento e decisões que afetam o trabalho de pessoas de verdade, entender como foram construídos faz parte da responsabilidade de usá-los.

É aqui que entra minha amiga Sabrina do @universosava , cientista de dados e uma das minhas referências no tema, que está com inscrições abertas para o curso de People Analytics com Aplicação de IA.

Eu recomendo porque ela consegue explicar a lógica sem fazer a gente balançar a cabeça por educação, enquanto procura discretamente no Google o significado da terceira sigla.

O curso começa pelo básico e passa por indicadores, análises e Power BI na prática, conectando o conhecimento à realidade da empresa, para a gente entender o que está medindo, interpretar os resultados e saber o que está fazendo quando mexe naquela fórmula.

As aulas começam em 24 de outubro, vou deixar o perfil da @universosava aqui para você conhecer o trabalho e conferir as informações.

Porque “foi a planilha que calculou” é uma explicação bem frágil para uma decisão que você vai precisar sustentar. taken in São Paulo, Brazil by @leobkaufmann
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a day ago
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@the100yearsinsta taken in São Paulo, Brazil by @leobkaufmann
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a day ago
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Né?! taken in São Paulo, Brazil by @leobkaufmann
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2 days ago
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Elke nos deixou há anos, mas suas falas continuam constrangendo o presente.

Tem gente que conquistou uma multidão de gente  disposta a defendê-la de tudo, inclusive das consequências do que faz.

E tem fã que não consegue citar uma atitude admirável do ídolo, mas conhece de cor todas as desculpas. taken in São Paulo, Brazil by @leobkaufmann
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2 days ago
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Sextou no mundinho de érreagá, e trabalhar até virar peça de museu está deixando de ser piada.

Teve pesquisa da @icatuseguros mostrando aposentadoria distante e levantamento da @vidalink_ apontando pouca felicidade no trabalho, uma combinação que deveria entrar na pauta da liderança antes da contratação da palestra sobre resiliência, porque o boleto já cobra comprometimento, a empresa podia oferecer condições melhores.

No comportamento digital, a pessoa deixa de interagir e acende o alerta de desengajamento, só precisa conferir se ela perdeu o interesse ou está tentando trabalhar entre um comunicado e outro.

Na pesquisa do @dotdigitalgroup , a aprendizagem aparece desconectada das necessidades do trabalho, o profissional precisa mudar o tempo inteiro, mas o gestor segue protegido pelo patrimônio histórico do “sempre fizemos assim”, depois alguém pergunta por que o curso não deu resultado.

E a @microsoftbr lançou controles para limitar o acesso dos agentes de IA, uma conversa que também serviria para alguns humanos que querem acesso a tudo e responsabilidade por nada.

5 notícias para levar à reunião de segunda, com assunto para discutir descanso, gestão, desenvolvimento e tecnologia, antes que tudo vire mais uma tarefa para o RH e nenhuma mudança para quem decide. by @leobkaufmann
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2 days ago
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Genial @deniseilustra 

Bora seguir ela povo! taken in São Paulo, Brazil by @leobkaufmann
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2 days ago
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Sua caixa de e-mail parece um pronto-socorro? 

Tudo chega com “URGENTE” no assunto, “PRIORIDADE” em letras maiúsculas e alguém no WhatsApp perguntando se você viu o e-mail que acabou de mandar.

Tem pedido que ficou uma semana esperando aprovação, mas precisa ser executado em duas horas, projeto anunciado sem consultar quem faria o trabalho e reunião convocada às pressas porque descobriram hoje um prazo que estava no calendário desde o mês passado.

A gente começa o dia sabendo o que precisa fazer, até aparecer alguém que considera a própria demanda mais importante do que todas as outras, depois chega outro com a mesma certeza e, quando percebemos, estamos atendendo cinco prioridades “inegociáveis”, disputando o tempo de uma pessoa bastante negociável: nós.

Urgências existem, um sistema cai, um cliente enfrenta um problema sério, uma situação exige resposta imediata. Só que muita demanda chega em estado crítico porque alguém adiou uma decisão, ignorou um prazo ou prometeu uma entrega sem verificar se havia gente, tempo e recurso.

E nós também precisamos olhar para o hábito de responder “deixa comigo” antes de avaliar o pedido, aceitar qualquer prazo para não parecer pouco comprometido e esconder a sobrecarga até o corpo apresentar a conta. Não dá para chamar de capacidade de entrega aquilo que só cabe na agenda quando alguém abre mão do almoço e do horário de ir embora.

Cada urgência desloca alguma coisa, uma análise perde profundidade, uma entrega atrasa, uma melhoria fica para depois. O trabalho que poderia reduzir erros é adiado para que a equipe continue corrigindo os mesmos erros.

Priorizar exige mostrar essas consequências e fazer quem pede participar da escolha, “preciso disso hoje” deveria vir acompanhado da disposição de decidir o que deixará de ser entregue hoje.

Tem empresa elogiando a agilidade da equipe quando deveria investigar por que tudo chega atrasado à mesa de quem executa, o pessoal ganha fama de resolver qualquer emergência e a gestão ganha licença para continuar produzindo a próxima. by @leobkaufmann
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2 days ago
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